09/10/2011

Tese 5 da TLS: Fortalecer o PSOL São Paulo

FORTALECER O PSOL SÃO PAULO NA RESISTÊNCIA AOS ATAQUES DO

NEOLIBERALISMO TUCANO E PETISTA

1 – CONJUNTURA

1. No final da década de 1980, com o fim dos regimes de inspiração stalinista no leste europeu e

com o advento da política neoliberal patrocinada por Ronald Reagan (EUA) e Margareth Thatcher

(Inglaterra), os Estados Unidos mudaram sua política para a América Latina. Após as inúmeras

intervenções e implantação de ditaduras, passaram a apoiar a “democracia burguesa” legitimada por

processos eleitorais como o último estágio de organização política, econômica e social da

humanidade. Nesse contexto, desenvolveram a ideologia neoliberal a partir do CONSENSO DE

WASHINGTON. Desde então, várias conferências sobre os mais variados temas foram realizadas

com o objetivo de salvaguardar os interesses do capital e do imperialismo. A ECO-92 no Rio de

Janeiro (que resultou na criação da Agenda 21) e a Conferência Mundial de “Educação para Todos”

na Tailândia em 1991, são exemplos marcantes desse processo, bem como as Conferências de

Durban (2001), a Mundial de Cultura (2004) e a Mundial de Educação (2005) (as duas últimas

realizadas na cidade de São Paulo). Todas estas atividades tinham o propósito de difundir e

implementar políticas neoliberais nos diversos setores de ação do Estado e da Sociedade. Do ponto

de vista econômico vêm realizando Fóruns Econômicos Mundiais, com objetivos de estabelecer

estratégias de ampliar o controle do Mundo por parte das nações ricas e suas multinacionais e

transnacionais.

2. A partir destes fóruns vêm redefinindo o papel do Estado através das privatizações,

restringindo sua atuação à segurança e aos investimentos para o capital, com objetivo de garantir

fluidez e solidez ao mercado. Sabemos o que isto significa. Segurança para conter a revolta das

massas exploradas e liberação das riquezas nacionais para a ganância do capital. A aplicação dessa

política foi combinada com uma poderosa ofensiva ideológica, baseada nos conceitos da

“globalização”, difundidos pela mídia como uma nova fase nas relações mundiais, onde termos

como “competência”, “modernidade”, “países emergentes” e “aldeia global” passaram a fazer parte

de nosso cotidiano. Outros fatores na lógica de dominação foram agregados, tais como a divisão do

mundo em megablocos econômicos, além da tentativa de impor a Área de Livre Comércio das

Américas. Da segunda metade da década de 1990 em diante, as sucessivas crises do capitalismo,

principalmente nos países “emergentes” e mais recentemente nos países ricos, demonstraram a farsa

desse discurso e sua desvinculação da realidade econômica.

3. Nesse contexto a humanidade está cada vez mais submetida à barbárie. Concentração de

riqueza nas mãos de uma pequena minoria de privilegiados que vivem em condições luxuosas,

enquanto a imensa maioria da população é submetida à fome, à violência e a todo tipo de

miserabilidade. É a lógica imposta pela dinâmica do capitalismo mundial que coloca a vida de todas

as pessoas do planeta sob a determinação do mercado, o qual nesta etapa se expressa nas bolsas de

valores, através da agiotagem internacional e nos capitais financeiros, marcados pela chamada

volatilidade, ou seja, a capacidade desses agentes de transferirem suas aplicações com enorme

velocidade de um país para outro a qualquer hora do dia e da noite. O neoliberalismo, neste

momento de crise, tem ampliado o desvio de verbas públicas aos setores privados. Toda esta

engrenagem é dominada por conglomerados financeiros mundiais (principalmente bancos

estadunidenses), corretoras de valores (gerenciadas por especuladores) e agências de análise de

risco (que têm a função de avaliar a “saúde financeira” de cada país).

4. A crise está instalada no centro do capitalismo e se aprofunda. Os Estados Unidos não

conseguiu superar nem restabelecer o emprego, ou o crescimento econômico. Pelo contrário:

afunda-se numa crise de liquidez correndo o risco de não honrar seus pagamentos se não aumentar

seu endividamento. Já a situação na zona do euro é caótica: a Grécia está falida e a necessidade de

resgatá-la se deve ao fato de evitar a queda em dominó: Portugal e Espanha seriam os primeiros a

serem arrastados com a Grécia, enquanto economias que já se encontram em profunda crise, como a

Itália, por sua vez, apresenta um conjunto de medidas para evitar ser arrastada pela crise. Cabe

lembrar que ela tem em torno de 1,8 trilhões de euros de dívida, ou seja, é mais que Espanha,

Portugal, Grécia e Irlanda juntos. Tais medidas seguem a fórmula de cortar nas demandas sociais

em prol do capital, como por exemplo, os cortes nas aposentadorias, os repasses de despesas

medicas para os trabalhadores e o avanço na privatização, entre outras. A crise do início de agosto

mostrou que a pretensa estabilidade do sistema capitalista mundial é uma falácia. As principais

bolsas de valores do mundo sofrem pesadas desvalorizações e a falta de credibilidade arrasta todos

os mercados para a hecatombe financeira, sob o desespero dos especuladores que buscam abrigos

seguros (como forma de conter prejuízos bilionários) para seus capitais inclusive na compra de ouro

e outros metais preciosos.

5. Neste cenário, as grandes manifestações que assistimos no ano passado por toda a Europa,

envolvendo trabalhadores e estudantes, bem como, o alto índice de desemprego nos Estados Unidos

confirmam o que afirmamos: a crise não terminou e não é só uma marolinha. Após os diversos

governos, de todos os continentes, injetarem montanhas de dinheiro para salvar bancos privados do

colapso, outros tantos continuam a passos largos rumo ao abismo. Estamos diante de uma crise que,

no mínimo, tem as mesmas proporções da crise do início do século XX, que tem seu marco na

quebra da bolsa de valores de Nova York, em 1929.

6. Para aqueles que nos acusam de “cavaleiros do apocalipse”, “pregadores do caos”, de

“esquerda do quanto pior melhor”, veja o que diz um militante orgânico da direita, um defensor

voraz do capitalismo: “Estimativas ainda preliminares (porque o processo não terminou – grifo

nosso) sugerem que até agora ela – a crise – já custou mais do que 5% do PIB mundial, aumentou o

nível de pobreza e deixou mais de 30 milhões de desempregados” (A. D. Netto. Valor 18/01/11).

7. É justamente a continuidade da crise que está levando os governos a implementarem reformas

que retiram direitos dos trabalhadores. Na Grécia os trabalhadores resistiram, inclusive com a

própria vida; em Portugal a maior greve da história do país; na Inglaterra os estudantes enfrentando

a polícia, para ficarmos em apenas três exemplos.

8. Vale observar a crise que está ocorrendo na Bélgica, por hora marcada nitidamente por um

impasse político, podendo em um breve espaço de tempo se transformar em uma grave crise

econômica, uma vez que há mais de 230 dias se está sem governo e com um movimento separatista

interno: tais fatos podem levá-la ao grupo da Grécia, Irlanda e Portugal.

9. Nossa avaliação é que tal ofensiva sobre os direitos dos trabalhadores vai chegar aqui e que o

governo Dilma também vai ampliar a continuidade da aplicação das reformas neoliberais para

resguardar os altos lucros do capital. Para enfrentar estes ataques é necessário organizar a

resistência, pois será uma luta que somente com a unidade e força da classe pode impedir que os os

custos da crise sejam novamente jogados nas constas dos trabalhadores.

10. Fato é que o poder dos EUA se encontra ameaçado, não do ponto de vista bélico, mas do ponto

de vista econômico. Neste contexto a guerra cambial é usada como instrumento para amenizar os

efeitos da crise nos Estados Unidos e precipitar novas ondas de crises no mundo, principalmente

nos chamados países “emergentes” (que tendem a entrar numa era de saldos negativos nas suas

contas externas). Projeções indicam que daqui a dez anos a China assuma a liderança econômica no

planeta com um PIB em torno de US$24,6 trilhões, enquanto os EUA estarão com US$23,3

trilhões. Dados atuais indicam que Pequim superou Washington em vários indicadores: venda de

veículos, exportações, reservas internacionais. Hoje a China é o país que mais exporta para os EUA

e é o terceiro maior comprador das exportações dos Estados Unidos (atrás de Canadá e México).

11. Se por um lado os Estados Unidos veem ameaçada sua hegemonia econômica, por outro, do

ponto de vista militar, se mantém intactos. O controle bélico sobre o planeta continua em poder do

império sem ameaça de perdê-lo, pelo menos por hora. Suas bases em todos os continentes e

oceanos, as ocupações de países, o controle de organismos internacionais dão a garantia de que, se

necessário, o recurso histórico da intervenção militar está assegurado. De qualquer forma é preciso

frisar que o recurso as amas também depende de condições econômicas apropriadas. A atual crise

da economia americana foi potencializada pelas guerras no Iraque e no Afeganistão e pelo

gigantesco orçamento militar anual. Dados do War Resister League (Guerra do campeonato Opositor), dão conta

de que estas duas guerras teriam custado mais de 600 bilhões de dólares aos Estados Unidos. Nesse

sentido a estratégia de potencializar a economia promovendo guerras uma era do bonapartismo

francês do século XIX, pode levar o império a sua debacle final.

12. A crise do capital se espalha pelo mundo provocando o levante dos trabalhadores e da

juventude nos diversos continentes. As tentativas de restabelecer a normalidade do sistema via

intervenção do Estado, ora financeiramente e ou militarmente, tem se demonstrado insuficiente.

Não se trata de efeitos colaterais na periferia do sistema, como poderia parecer com os movimentos

no norte da África, no Oriente Médio contra governos autocratas instalados faz décadas na região.

As revoltas que colocam em xeque tais governos questionam sobre as condições de vida e de

emprego, sobre salários e demandas sociais retiradas para proteger o capital.

13. Fato é que os trabalhadores não estão assistindo passivamente tal situação. Nos quatro cantos

do planeta há grandes manifestações, reagindo e resistindo por não aceitar que os custos da crise

sejam debitados nas costas dos trabalhadores. É nessa perspectiva que devem ser entendidas as

manifestações no norte da África e no Oriente Médio, derrubando governos há anos instalados. No

caso da África, as potencias capitalistas continuam devastando as riquezas e deixando um rastro de

miséria e fome, responsável pelo genocídio em várias nações africanas. Além disso, governos

corruptos e entreguistas condenam o povo à uma situação subumana – que reage com

espontaneidade e pouca organização e direção.

14. Nesse contexto de resistência, saudamos a gigantesca manifestação dos estudantes chilenos

contra o sistema educacional daquele pais, baseado no regime de subsídios as escolas particulares e

municipais pelo estado chileno, uma herança da ditadura de Pinochet que foi mantida no governo de

Michele Bachellet com uma agravante: a permissão que as escolas privadas mesmo recebendo

subsídios do Estado cobrassem mensalidades. O sistema está gerando uma terrível divisão entre

escolas favorecendo a elite e excluindo os mais pobres. Outra crítica é contra a municipalização

(que o Brasil copiou), a qual aprofundou a desigualdade educacional, por isso uma das

reivindicações é a desmunicipalização. Diante dessa realidade centenas de milhares de estudantes

foram as ruas com a poio de grande parcela da sociedade exigindo do governo Piñera, uma

mudança radical no atual sistema. Luta que continua inclusive com enfrentamentos a brutal

repressão desencadeada pelo direitista governo chileno.

DEFENDEMOS AS SEGUINTES CONSÍGNIAS

•Em Defesa da Autodeterminação dos povos.

•Todo apoio à luta do Povo Palestino, aos Zapatistas do México e aos movimentos

antiglobalização;

•Em defesa de um Estado Palestino, laico, democrático e socialista;

•Fora Israel dos territórios palestinos;

•Fim do embargo econômico a Cuba;

•Fora às tropas brasileiras, norte-americanas e demais tropas de ocupação do Haiti;

•Fora EUA do Iraque e do Afeganistão;

•Fim das bases militares norte-americanas no mundo;

•Fora o imperialismo do continente africano.

2 - NO BRASIL A CRISE ECONÔMICA É VITAMINADA PELA CORRUPÇÃO

15. Como todos avaliavam Dilma Rousseff se confirma como um governo de continuidade de FHC

e de Lula, aprofundando a política econômica que assegura os grandes lucros do capital, faz um

governo de coalizão à direita baseado no fisiologismo e permite o avanço dos vermes da corrupção

sobre os bens públicos.

16. Esse conjunto de malfeitores para com o erário público representa uma verdadeira violência aos

valores éticos e morais de uma sociedade, se referenciando na conduta dos seus dirigentes, estes

formam e influenciam negativamente na estrutura e construção de uma sociedade em todos os

aspectos. Por mais que o Capitalismo expresse na sua gênese a acumulação roubada, o

aprofundamento do sofrimento alheio e a negação concreta dos direitos humanos, a nossa luta pelo

socialismo pressupõe não corroborar com as mazelas e o esfacelamento da formação pedagógica e

política de um povo. Essa desagregação só interessa aos degenerados capitalistas e seus “dignos

representantes de classe”.

17. O famoso escritor Gabriel Garcia Marquez, nascido em 06 de março de 1927, num determinado

momento de sua vida, mais precisamente em 1957, definiu o governo de seu país, afirmando: “Na

Colômbia, onde se põe o dedo sai pus”. Qualquer semelhança com o Brasil não é mera

coincidência.

18. Estamos sendo afogados num mar de pus, pois praticamente em todos os ministérios e de forma

capilarizada o estado de putrefação eclode cotidianamente.

19. Esse desvio político ideológico deve ser combatido por todas as pessoas de bem e pelo PSOL,

que nesse momento que antecede a realização do seu terceiro Congresso Nacional, a ser

realizado em dezembro de 2011, deve expressar seu vigor programático, sua coesão ideológica e,

sua ação contundente na limpeza e na faxina que o povo espera e clama.

20. A bem da verdade, na história de dominação no Brasil, essa roubalheira remonta desde o

primeiro saque institucionalizado do Pau-Brasil, na fase inicial de invasão do nosso país e nas

demais pilhagens realizadas pelos europeus e americanos em nossas terras, nesses quinhentos e

onze anos de “existência oficial” do país.

21. Economicamente as altas taxas de juros continuam viabilizando a especulação financeira, por

um lado, e, os altos preços dos produtos alimentícios e mesmo os dos combustíveis corroendo os

salários dos trabalhadores através da inflação. O BNDES injeta vultosas somas do dinheiro público

nas empresas privadas. Sejam usinas, grandes construções (principalmente àquelas da copa e das

olimpíadas), mega-fusões, aeroportos privatizados, etc.

22. Essa política protege o capital onerando ainda mais a classe e favorecendo o peleguismo das

centrais sindicais que foram cooptadas pelo governo. Contra a direção chapa-branca-pelega ou à

margem destas organizações, as diversas categorias tem se mobilizado resistindo. São exemplos: a

greve de Jirau e Santo Antonio, os professores estaduais e federais, os ferroviários e rodoviários em

São Paulo e o vitorioso levante dos bombeiros no Rio de Janeiro.

23. Nossa pequena porém aguerrida bancada tem nos representado muito bem na Câmara Federal e

garantido o debate em todos os pontos polêmicos pautados: interveio na questão do salário mínimo,

dos direitos humanos e do código florestal. No senado também Randolf e Marinor têm feito o

recorte de classe que o PSOL se propõe a fazer. Aproveitamos para empenhar nossa solidariedade à

defesa do mandato da senadora Marinor contra o coronel-corrupto do Pará.

24. Nos estados nossos representantes têm demonstrado envergadura para as tarefas que a classe

trabalhadora lhes outorga. Marcam presença nos movimentos sociais apoiando e denunciando o

descaso dos governos com as reivindicações dos trabalhadores. Ao mesmo tempo enfrentando

ombro a ombro a repressão e a criminalização dos movimentos sociais; imposta pelos governos

municipais, estaduais e federal. O exemplo marcante foi a luta dos bombeiros no Rio de janeiro; no

enfrentamento a repressão do governo Sérgio Cabral, os quais conseguiram aprovar no Congresso

Nacional uma Lei de anistia contra a punição estúpida desse governo.

25. É preciso destacar a luta do nosso partido contra a construção da Usina Hidrelétrica de Belo

Monte e contra a Aprovação do Código Florestal. A construção da Usina representa uma das

maiores agressões a Amazônia, pois vai alagar uma área de 500 km², causando impactos terríveis a

vida de milhares de pessoas que moram da região, bem como, trazendo prejuízos irreparáveis a

biodiversidade da Região, tudo para favorecer a ganância e os lucros dos grandes conglomerados

industriais da área da construção que vivem as expensas do Estado Brasileiro. Já a aprovação do

Código Florestal sob o comando do “comunista” Aldo Repelo, representa o maior ataque do

agronegócio ao meio ambiente do país, com a concessão de anistia aos latifundiários e

desmatadores históricos, cujas propriedades na grande maioria foram griladas e apropriadas na base

da violência: com expulsão e assassinatos de posseiros.

BANDEIRAS DE LUTA

•Abaixo o projeto neoliberal e seus representantes em todas as esferas de poder;

•Suspensão imediata do pagamento da dívida interna e externa;

•Por reforma agrária e urbana, sobre controle dos trabalhadores;

•Contra o sucateamento dos serviços públicos;

•Pela Reestatização da Vale do Rio Doce, EMBRAER e das empresas de energia;

•Contra a privatização da exploração, refino e distribuição da produção petrolífera;

•Pela estatização dos bancos e do sistema financeiro;

•Contra as reformas: trabalhista, sindical, previdenciária e universitária;

•Contra a devastação ambiental principalmente na floresta amazônica;

•10% do PIB para a educação já, rumo aos 15%;

•Contra a Reforma Universitária Neoliberal do Governo Lula.

•Contra todas as formas de preconceito (racial, sexual, religioso e de gênero). Pelo Feriado

Nacional do Dia da Consciência Negra – 20 de novembro;

•Salário mínimo de acordo com o valor determinado pelo DIEESE;

•Redução da jornada de trabalho para 30 horas semanais, sem redução de salários;

•Pelo fortalecimento dos Comitês de defesa do Pré-Sal e pela reestatização das reservas de

petróleo;

•Pelo controle popular e a democratização dos meios de comunicação de massa. Não ao

controle dos grupos internacionais nas empresas de comunicação. Pela ocupação do espectro

pelas rádios e TVs comunitárias;

•Não à autonomia do Banco Central e fim do superávit primário;

•Abaixo a Lei de Responsabilidade Fiscal;

•Pelo fechamento imediato dos escritórios da CIA no território brasileiro;

•Pelo fim do Imposto Sindical;

•Por um governo dos trabalhadores e em defesa do socialismo.

3 - SÃO PAULO: 20 ANOS DE NEOLIBERALISMO TUCANO E RESISTÊNCIA DOS

TRABALHADORES

26. Privatizações, fisiologismo, corrupção e ampliação dos ataques contra a classe trabalhadora,

estas são as marcas das políticas da direita tradicional, encabeçada pelos sucessivos governos

tucanos em São Paulo, atualmente sob o comando de Geraldo Alckmin. Nesse contexto o

magistério paulista é quem mais sofre com a ofensiva neoliberal tucana. Desvalorização da

profissão docente, flexibilização e milhares de demissões e de precarizações, além do congelamento

salarial, representado pela política meritocrática, superlotação de salas, falta de materiais

pedagógicos básicos e imposição de currículo e metodologias neoliberais de ensino;

27. Nos últimos doze anos, os professores acumularam uma perda salarial de mais de 37%. Como

reação realizaram greves, atos e outras manifestações. É bom lembrar que estas políticas, são

aplicadas com grande capacidade também nos demais Estados governados pelo tucanato. É bom

frisar que nas Prefeituras petistas em São Paulo política semelhante tem sido desenvolvida. O

exemplo mais acabado é Diadema, onde a municipalização do ensino foi implementada com

violência contra os professores. A política meritocrática, é recomendada pelo MEC e pelo governo

federal, através do PDE – Plano de Desenvolvimento da Educação. Políticas gestadas no Conselho

Nacional de Educação, que se expressa na Reforma do Ensino Médio, que flexibiliza o ensino

presencial e recomenda através do ensino médio inovador o generalismo na perspectiva de

flexibilizar a profissão docente.

28. Com a saída de Paulo Renato da Secretaria de Educação e a entrada de Herman

Voorwald Alckmin tenta mudar a forma sem mexer no conteúdo da política neoliberal tucana na

educação. Nesse sentido impôs uma reposição salarial parcelada em quatro anos, sem repor as

perdas ano a ano, o que significa a manutenção do arrocho salarial do magistério. Fez mudanças

pontuais na política de mérito, sem alterar os pilares da mesma, mantendo as provinhas para os

OFAs e a precarização de milhares de professores, além das péssimas condições de trabalho com

salas superlotas e depredadas.

29. No campo os vários conflitos de terras nas diversas regiões do Estado, principalmente no Pontal

do Paranapanema, mostra a enorme concentração agrária de São Paulo e a necessidade de uma

reforma agrária urgente, enfrentando e derrotando o latifúndio na figura dos ruralistas das diversas

regiões. Nesse cenário, crescem os casos de trabalho escravo e semi-escravo, nos grandes

latifúndios monocultores da cana de açúcar, produtores de álcool combustível, onde todos os anos

dezenas de bóias frias perdem a vida, vítimas da super exploração do trabalho e da total falta de

condições habitacionais e trabalhistas, sob a omissão governamental que faz vistas grossas a esta

total desumanização.

30. Nos centros urbanos a falta de moradia e a violência expressam a tragédia em que se constituiu

a política estatal dos diversos governos nas últimas décadas, onde a juventude não tem perspectivas

de emprego, sendo alvo do assédio do crime organizado. Somente a ruptura com este modelo de

sociedade será possível superar essa situação em que nos encontramos.

31. Essa tragédia vem sendo agravada com a rigorosidade climática, provocada pelo aumento do

aquecimento global, evidenciado este ano no hemisfério sul pelas mais elevadas temperaturas da

história, provocando desequilíbrios de diversas ordens, sendo a mais visível representada pelas

precipitações torrenciais que provocam alagamentos das várzeas e desabamento de encostas,

principalmente no Sudeste e Sul do Brasil. Esse processo é agravado pelo descaso dos governos

com as políticas públicas: moradia, transporte, saneamento básico, coleta dos resíduos, saúde, entre

outras. A falta de política habitacional permitiu a ocupação indiscriminada das margens dos rios e

riachos e das áreas de risco das encostas dos morros e montanhas. O resultado são as sucessivas

tragédias. Um verdadeiro crime cometido contra milhões de trabalhadores em todas as regiões do

Estado de São Paulo.

33. No que se refere a mobilidade urbana e rodoviária, a sociedade paulista tem condenado de

forma veemente o roubo descarado em que se constituiu a privatização das rodovias paulistas

através dos pedágios, bem como, os preços aviltantes das passagens nos coletivos urbanos. Por isso

defendemos a reestatização das estradas e dos transportes públicos como forma de acabar com mais

essa apropriação dos serviços públicos pelos tubarões do setor privado.

4 - PROPOSTAS DE LUTA

1 – Fim dos pedágios e reestatização das rodovias;

2 – Estatização do transporte urbano e tarifa zero no mesmo;

3 – Passe livre para os estudantes;

4 – Reposição imediata de todas as perdas salariais para todos os profissionais do magistério

público estadual;

5 – Redução do número de alunos na rede pública estadual para 25;

6 – Investimento de 10% do PIB estadual na educação;

7 – Extinção da meritocracia e de todos os projetos neoliberais na educação;

7 – Desapropriação de todos os imóveis que estão há mais de um ano sem utilização para fins de

reforma urbana;

8 – Reforma agrária sobre controle dos trabalhadores;

9 – Saúde pública de qualidade para todos.

5 - TÁTICA PARA O PRÓXIMO PERÍODO

34. No próximo período os movimentos “eclodirão” em todo o país. Devemos estar atentos para

impulsionar e apoiar tais mobilizações. Nossos parlamentares devem estar em permanente contato

com nossas lideranças que atuam no movimento social (popular, sindical e juventude) para dar mais

visibilidade aos movimentos pautando-os no parlamento, na imprensa e nas ruas. A luta das

mulheres, dos negros, contra a homofobia e de todos os setores que constroem o partido, deve ter

valorização destacada e garantida com a infreestrutura necessária para potencializar o fomentar o

debate e a construção do partido pra valer.

35. Para impulsionar e potencializar a organização dos trabalhadores no próximo período, neste

cenário de grave crise e ofensiva sobre os direitos dos trabalhadores, o partido deve garantir um

fórum interno onde os militantes possam debater a conjuntura e o que fazer no sentido da

reorganização e recomposição do movimento sindical de esquerda no país. O partido deve

impulsionar a reestruturação sindical, tendo por base a construção de uma Central Sindical da

Classe Trabalhadora.

6 - ELEIÇÕES 2012

36. Defendemos que à participação de um partido classista, de esquerda, no processo eleitoral

burguês não se dá de forma estratégica, ou seja, a revolução não ocorrerá através do voto popular.

No processo da construção da emancipação da classe trabalhadora aproveitamos as eleições

burguesas para denunciar a exploração capitalista e a necessidade da revolução socialista. Para

tanto, indicamos alguns ativistas das lutas populares para cumprir essa tarefa.

37. Nosso recorte para a leitura da sociedade tem como base a luta de classes, portanto, a

contradição existente entre capital e trabalho é insolúvel nessa sociedade em que vivemos. Aqueles

que apregoam a convivência harmônica entre as classes, no fundo defendem a manutenção da

exploração dos trabalhadores pelos patrões e tiram o direito dos explorados se rebelarem: ou seja,

não há paz possível enquanto o opressor não for derrotado e o oprimido libertado.

38. É com base nessa referência que deve ser lida nossa participação no processo eleitoral burguês,

uma oportunidade tática para avançar na luta da classe trabalhadora rumo à vitória. Levando em

consideração esse princípio vamos participar no processo eleitoral em 2012 quando ocorrerão

eleições municipais. O PSOL deve lançar candidatos tanto para vereador como para prefeito em

todos os municípios onde esteja organizado. No próximo período devemos disputar lideranças dos

movimentos populares que estejam interessados em sair candidatos sob o programa do partido.

Apresentar uma chapa com militantes engajados na luta do povo é tarefa do PSOL, pois é o único

partido à esquerda que tem condições de ocupar esse campo de oposição.

39. Nossa política de alianças deve deixar claro para os trabalhadores onde nos localizamos na luta

de classe. Não podemos confundir a classe com coligações com a base do governo e muito menos

da direita tradicional. Neste sentido, PT e seus aliados e PSDB e seus aliados estão fora do nosso

arco de alianças.

40. Reafirmamos a defesa que fizemos da Lei da Ficha Limpa, bem como, o confisco dos bens e

cadeia para os políticos corruptos e para os corruptores. Por outro lado, defendemos os direitos

políticos dos lutadores do povo. É inaceitável que companheiros que apoiam os trabalhadores em

luta como o nosso companheiro Aldo Santos, os companheiros do PSOL de Minas e todos os

demais lutadores punidos com a perda dos direitos políticos, com base nessa lei. É preciso punir os

corruptos e corruptores que assaltam os cofres públicos e são anistiados pela justiça. Esta mesma

justiça que não titubeia em punir os lutadores.

7 - CONCEPÇÃO DE PARTIDO E TAREFAS PARTIDÁRIAS

41. O PSOL tem uma tarefa histórica nesse momento de grave crise do capitalismo. Sua

intervenção no quadro político brasileiro é fundamental pois é o único partido que pode ser o portavoz

da classe trabalhadora, dos movimentos populares na atual conjuntura.

42. A chegada do PT no governo federal reinventou a política de aliança, a cooptação passou a ser

a principal ferramenta. O deslocamento massivo para a direita do PT e seus aliados históricos

deixou um vácuo à esquerda que somente o PSOL tem potencial para ocupar.

43. Consolidar o partido no próximo período é a nossa principal tarefa. Ocupar o campo à

esquerda, fazendo oposição ao PT e ao PSDB e seus aliados e apoiadores que aplicam as políticas

neoliberais é o que nos propomos a fazer. Por outro lado, fortalecer as lutas de resistência dos

trabalhadores contra os ataques aos seus direitos também está na nossa pauta.

44. O empenho para o crescimento do PSOL deve estar intrinsicamente vinculado aos cuidados

com as fronteiras do partido. Impedir a vulnerabilidade aos oportunistas, carreiristas e outros

parasitas da política é a garantia para o partido não perder seu norte: a emancipação da classe

trabalhadora.

45. Nossa campanha de filiação deve estar atenta para o compromisso programático daqueles que

postulam militar no partido. Somos um partido da classe trabalhadora, lutando para a superação do

capitalismo e a construção de uma sociedade socialista.

46. Defendemos a autonomia dos Diretórios, a implementação das Regionais do Partido e a

descentralização financeira.

47. É necessário fazermos um Raio X do Partido em nível Nacional, nos Estados e Municípios,

para que possamos ter como meta a eleição de uma forte bancada de vereadores nas eleições de

2012.

48. Reafirmamos o caráter do Partido como um Partido de massas, aberto na base e centralizado

nas instâncias diretivas (municipais, estaduais e nacional), com objetivo claro de implantar o

socialismo científico, como nosso projeto estratégico.

49. O Partido deve buscar alianças pontuais no campo da esquerda, defendendo o financiamento

público de campanha, o fim do Senado, o aumento da representatividade nas Câmaras Municipais,

assim como, recolocar a luta contra o aumento de mais de 60% nos salários dos parlamentares em

todos os níveis do parlamento, buscando a sua revogação.

50. Este Congresso reafirma o papel fundamental dos núcleos do partido e a permanente

contribuição financeira dos filiados junto às nossas instâncias de base. Tomando por base a

Resolução aprovada no Seminário de finanças realizado pela atual gestão financeira do Diretório

Estadual de São Paulo.

51. Este Congresso reafirma o apoio as lutas democráticas, exigindo transparência do judiciário,

através de eleição direta para todas as instâncias e tribunais, mandatos revogáveis em todas as

esferas de poder.

8 – PLANO DE LUTA

52. Devemos combater os ataques do neoliberalismo buscando acumular forças como tática de

fortalecimento, através de uma sólida organização partidária, convicção ideológica, combate à

economia de mercado, enraizamento social e ocupação dos espaços políticos, com vistas à

construção do socialismo.

53. Como forma de organização da classe trabalhadora, o partido deve colocar sua militância,

incluindo suas instâncias e seus parlamentares a serviço das lutas imediatas e históricas da classe

trabalhadora. Onde tiver ocupação de terra seja no meio urbano ou rural, greves, manifestações

contra a corrupção e pela causa ambiental, luta contra a homofobia, contra a discriminação racial e

em defesa do partido deve não apenas se fazer presente com panfletos e bandeiras, mais também

assumir a tarefa de dirigir as manifestações através das suas lideranças em cada uma destas frentes

de luta.

54 Este plano de lutas baseia-se nas reivindicações dos trabalhadores, partindo das demandas

imediatas como emprego, salário, terra, moradia, saúde, educação, transporte, entre outros,

galvanizadores da pressão coletiva, a partir da unidade dos oprimidos, conscientizando-os que para

superar estas mazelas capitalistas só é possível numa outra organização econômica, social e política.

É fundamental esclarecer que as lutas imediatas estão sintonizadas com a luta mais geral e histórica

pela sociedade socialista.

55. Nesse sentido, a defesa das nossas bandeiras históricas é um ato de extrema necessidade para

contribuir com o avanço da consciência das massas, para mostrar que o nosso partido não oculta o

que defendemos em qualquer espaço político, principalmente no campo eleitoral burguês, onde os

vícios e o poder econômico determinam à dinâmica e os resultados. Por isso, o PSOL deve

combater a atual situação eleitoral onde o processo se converteu num verdadeiro balcão de

negócios, prática que envolve a imensa maioria dos parlamentares. O financiamento privado das

campanhas eleitorais se converteu num imenso ralo onde o dinheiro público é distribuído para as

empresas, que por sua vez desviam recursos para financiar os políticos e os partidos num círculo

vicioso sem fim. Nessa perspectiva, defendemos o financiamento público de campanha e a punição

dos desvios com a perda dos mandatos e a inelegibilidade. É preciso ainda buscar estabelecer

mecanismos de punição dos partidos cujos representantes se envolverem em falcatruas como

prevaricação e desvios dos recursos públicos.

56. Como forma de organização da classe trabalhadora, o partido deve colocar sua militância,

incluindo suas instâncias e seus parlamentares a serviço das lutas imediatas e históricas da classe

trabalhadora. Onde tiver ocupação de terras seja no meio urbano ou rural, greves, manifestações

contra a corrupção e pela causa ambiental, o partido deve não apenas se fazer presente com

panfletos e bandeiras, mais também assumir a tarefa de dirigir as manifestações através das suas

lideranças em cada uma destas frentes de luta.

57. Um dos principais problemas enfrentados atualmente na sociedade é a falta de perspectiva da

juventude que não tem oportunidades para continuar estudando nos níveis mais elevados de ensino

e nem tem perspectiva de emprego, quadro agravado pelos efeitos da crise econômica e política,

onde os políticos ligados aos partidos vinculados à ordem capitalista estão mergulhados no mar da

corrupção. O neoliberalismo ao difundir o individualismo e o egoísmo, tem contribuído com essa

situação.

58. A saída é a organização da juventude nos espaços coletivos: entidades de caráter classista locais,

municipais, estaduais e nacional. Desta forma constituem-se novos valores e culturas de

organização coletiva de luta pela transformação da sociedade e pela construção do socialismo.

9 - MODIFICAÇÕES ESTATUTÁRIAS

. Emendas:

1. A partir desse Congresso as filiações ao partido devem, além de serem abonadas por membro do

diretório (nacional, estadual ou municipal), ser ratificadas ou não pela executiva municipal (onde

houver) ou estadual (quando não tiver municipal). Cabe recurso em instância superior da decisão da

executiva.

2. Os filiados no partido só terão direito a voto em Congresso, Convenção ou Conferência após um

ano de filiado.

Incluir parágrafos no artigo 8º:

§ 6º – Participar obrigatoriamente de curso de formação quando de sua filiação em data

indicada pelo partido; introduzir e produzir cartilhas de formação permanente no partido.

§ 7º - Cabe à executiva municipal realizar curso de formação para todos os novos filiados sobre:

movimento operário, marxismo, capitalismo, programa e estatuto partidário; eventualmente o

diretório poderá dispensar o filiado do curso em se tratando de militante antigo.

Incluir parágrafos no artigo 57:

§ 3º - A Executiva Municipal é responsável por nuclear todos os filiados e garantir o funcionamento

dos núcleos, organizar os setoriais e realizar uma plenária por ano de cada setorial;

§ 4º - A executiva deve encaminhar aos núcleos, mensalmente, a pauta das reuniões do

diretório e, solicitar posicionamento sobre os mesmos;

§ 5º - As executivas são responsáveis por realizar seminários sobre as datas importantes da classe

trabalhadora;

Incluir parágrafo no artigo 67:

§ 1º - Os diretórios devem garantir a convocação de um encontro anual de cada setorial.

TESE DA TLS – TRABALHADORES NA LUTA SOCIALISTA AO 3º CONGRESSO

ESTADUAL DO PSOL 05 E 06 DE NOVEMBRO DE 2011

ASSINAM ESTA TESE:

1. Aldo Josias dos Santos –Executiva Nacional - São Bernardo do Campo, SP

2. Adalberto Rodrigues Ferreira – Garça, SP

3. Ademir Andre da Silva – São Carlos,SP

4. Adriana Sapanos de Carvalho – Mauá, SP

5. Adriano Sapanos de Carvalho – Mauá, SP

6. Afonso de Sá Campos – Birigui, SP

7. Alan Aparecido – São Bernardo do Campo, SP

8. Alayde Nogueira Lourenzo – Pracinha, SP

9. Alberto Ticianelli- Ribeirão Pires

10. Alcione Martins de S. Oliveira – Salto,SP

11. Alda Maria dos Santos- Hortolândia/Montemor;

12. Aldo Josias dos S. Junior – São Bernardo do Campo, SP

13. Aleteia Carasco X. Dias – Itanhaém, SP

14. Alexandra Felix Belomo – Salto,SP

15. Alexandre de Paula cruz silva. Santo André.

16. Aluiso Figueredo Rios – São Bernardo do Campo, SP

17. Ana Nogueira dos Santos – Pracinha, SP

18. André Sapanos de Carvalho – Mauá, SP

19. André Luis Bernardes Gonçales - Araçatuba,SP

20. André Rodrigues - Guarulhos, SP

21. Antonio Carlos da S. Barros – Castilho, SP

22. Antonio Carlos Rocha – Hortoloândia, SP

23. Antonio Celso de Oliveira – Guarulhos, SP

24. Aparecido Alexandre da Silva – Valentim Gentil

25. Aparecido de Sena - Nova Guataporanga, SP

26. Aparecido José Alves – Guarulhos, SP

27. Aristheu Alves - Araçatuba,SP

28. Arnaldo Fortunato dos Santos – Guarulhos, SP

29. Benedito Aparecido Filho – São Carlos,SP

30. Bruno Ap. Teixeira Ricardo – Garça, SP

31. Carolina Vasconcelos A. de Brito – Guarulhos, SP

32. Celiane Fontenla – Salto,SP

33. Celso Roberto B. de Souza – Itanhaém, SP

34. Cesar Antonio Galone - Araçatuba,SP

35. Chico Gretter, Capital-sp;

36. Cicero das Garças – São Bernardo do Campo, SP

37. Cícero Rodrigues da Silva – Capital, SP

38. Claudemir Pires – Garça, SP

39. Cleber Cordeiro da Silva – São Bernardo do Campo, SP

40. Cleberson Santos – São Bernardo do Campo, SP

41. Cristiani da Silva S Barros – Castilho, SP

42. Damião Pereira da silva - Cotia

43. Danilo Gomes – Pracinha, SP

44. Danton Leonel de C. Bini - Araçatuba,SP

45. Denis do Prado Lorenzo – Pracinha, SP

46. Diego Simoes – São Bernardo do Campo, SP

47. Dimas de Angatuba;

48. Diogenes Batista – São Bernardo do Campo, SP

49. Djalma Almir – São Bernardo do Campo, SP

50. Djalma de Angatuba

51. Donizete Wiek – Salto,SP

52. Ederaldo Batista – Guarulhos, SP

53. Edilaine Ferreira dos Santos – Garça, SP

54. Edson de Carvalho – Salto,SP

55. Edson Leite Diniz – Salto,SP

56. EdsonMaciel - Araçatuba,SP

57. Edvaldo de Andrade – São Bernardo do Campo, SP

58. Edvaldo Vieira – Guarulhos, SP

59. Eliandra Regina Soleiro – Araçatuba, SP

60. Eliane Rodrigues de Oliveira - Araçatuba,SP

61. Elizabeth dos Santos Martins - Araçatuba,SP

62. Eric Nunes de Souza – Guarulhos, SP

63. Erica Lima de S. Costa – Carapicuíba,SP

64. Eunice Calixto – Garça, SP – Garça, SP

65. Evellyn Almeida – São Bernardo do Campo, SP

66. Everton GuedesJ. de Deus – Guarulhos, SP

67. Felipe Borges – São Bernardo do Campo, SP

68. Fernando da S. Magalhaes – São Bernardo do Campo, SP

69. Fernando Sansana, Capital SP;

70. Firmo Alves Cruz – São Bernardo do Campo, SP

71. Gelia Aissa – Castilho, SP

72. Geni Soares da Silva – Castilho, SP

73. Genivaldo de Souza Almeida – Salto,SP

74. Getúlio de Mauá

75. Gildete Capato – Salto,SP

76. Guilherme Augusto Lima das Neves – SBC, S.P.

77. Helena Maria Veríssimo - Araçatuba,SP

78. Hermeson dos Santos Fé – São Bernardo do Campo, SP

79. Ismael Luciano - Araçatuba,SP

80. Izaias de Oliveira Silva – Itanhaém, SP

81. Jardel Josias Palermo – São Bernardo do Campo, SP

82. Jefferson Luis G. Rodrigues - Araçatuba,SP

83. Jefferson Nunes de C. Guimaraes – Garça, SP

84. Jessica Sapanhos Moreira – Mauá, SP

85. Jõao Bosco – São Bernardo do Campo, SP

86. João Joaquim da Silva – Osasco, SP

87. João Joaquim – Guarulhos- SP

88. Joao Sapanos – Mauá, SP

89. Jose Antonio de Araujo – Salto,SP

90. Jose Antonio Giobom – Salto,SP

91. Jose Carlos do Nascimento – Pracinha, SP

92. Jose de Jesus Costa – Osasco,SP

93. Jose Irinel – São Bernardo do Campo, SP

94. Jose Nunes dos Santos - Araçatuba,SP

95. Jose Reinaldo dos Santos – São Bernardo do Campo, SP

96. Jose Silvano de S. Lima - Araçatuba,SP

97. Josineide das Neves Lima – São Bernardo do Campo, SP

98. Josué Lopes Viana - Araçatuba,SP

99. Josué Lopes Viana fº - - Araçatuba,SP

100. Judite Arcanjo de Souza – São Bernardo do Campo, SP

101. Juliana da Penha D. Rodrigues – Guarulhos,SP

102. Julio Cesar Marciano – Salto,SP

103. Junior Aparecido Moreira - Nova Guataporanga, SP

104. Jurandir José dos Santos – São Bernardo do Campo, SP

105. Karina Vasconcelos A. de Brito – Guarulhos, SP

106. Katiucya C. da Silva – São Bernardo do Campo, SP

107. Laurice dos Santos – Pracinha, SP

108. Leandro Recife – São Bernardo do Campo, SP

109. Lindomar Federighi – S. J. do Rio Preto

110. Lino Fernando Lorenzo – Pracinha, SP

111. Luana Barbosa Francelin – Garça, SP

112. Luciana André da Silva – São Carlos,SP

113. Ludmila Cristian Gazzo – Itanhaém, SP

114. Luiz Carlos Francelin – Garça, SP

115. Luiz Gonzaga – São Bernardo do Campo, SP

116. Luzia Taquel Roveri – Salto,SP

117. Magali Aparecida Batista – Guarulhos, SP

118. Marçal Magalhaes de Souza – Salto,SP

119. Marcos Boer - Araçatuba,SP

120. Marcos Cesar – São Bernardo do Campo, SP

121. Marcos Roberto de Sena - Nova Guataporanga, SP

122. Maria Alcione Azevedo- Diadema, SP

123. Maria Custodia – São Bernardo do Campo, SP

124. Maria da C. Oliveira – São Bernardo do Campo, SP

125. Maria das Garças – São Bernardo do Campo, SP

126. Maria de Jesus Pereira – São Bernardo do Campo, SP

127. Maria de L. Delmondes - São Bernardo do Campo, SP

128. Maria de Lourdes de Souza – São Bernardo do Campo, SP

129. Maria Devanir (Wanda) – São Bernardo do Campo, SP

130. Maria Irene Palermo – São Bernardo do Campo, SP

131. Maria Lucia Xavier Oliveira – Guarulhos, SP

132. Maria Rita dos Santos – São Bernardo do Campo, SP

133. Maria Tereza Lozano Zizza – Guarulhos, SP

134. Marly Penalva Campos – Birigui, SP

135. Mauro Cesar S. de Oliveira – Guarulhos, SP

136. Mauro Moreira Gomes – Pracinha, SP

137. Maxiliano Rosa da Silva – São Bernardo do Campo, SP

138. Miguel Ferreira dos Santos – Pracinha, SP

139. Moacir Rogerio – São Bernardo do Campo, SP

140. Moacyr Americo da Silva – Itanhaém, SP

141. Nayara Navaro – São Bernardo do Campo, SP

142. Neide Regis Lima dos Santos – Guarulhos, SP

143. Nivaldo Borges Vicente – Guarulhos, SP

144. Odair Roberto da Silva – São Bernardo do Campo, SP

145. Odete Teixeira Dias Gomes – Pracinha, SP

146. Olindino Santos Silva – Guarulhos, SP

147. Onilia Elida Batista – Garça, SP

148. Osman Martiniano de Souza – Guarulhos, SP

149. Ozani Martiniano de Souza – Guarulhos, SP

150. Pamela dos Reis Paes Bicudo– Salto,SP

151. Paulinha Santos -Hortolândia/Montemor

152. Paulo Jose das Neves – São Bernardo do Campo, SP

153. Paulo Salinas Ramos - Nova Guataporanga, SP

154. Pedro Messias Lopes – Guarulhos, SP

155. Rafael Bonfim Monguini - Nova Guataporanga, SP

156. Rafael Straiotton Mindin - Araçatuba,SP

157. Raimunda Diniz – São Bernardo do Campo, SP

158. Raimundo Fé – São Bernardo do Campo, SP

159. Reginaldo Pignatari – Guarulhos, SP

160. Ricardo Antonio Marcusso – Carapicuíba, SP

161. Rinaldo de Oliveira – Salto,SP

162. Riquembergue Medeiros da Silva – Guarulhos, SP

163. Rita de Cassia Sapanos dos Santos – Mauá, SP

164. Rita Leite Diniz – Salto,SP

165. Roberto Caetano – Itanhaém, SP

166. Roberto Costa Coelho – Guarulhos, SP

167. Roberto Leite de Carvalho – Guarulhos, SP

168. Rodolfo Jose Andrello - Araçatuba,SP

169. Rodrigo Batista da Paz – Guarulhos, SP

170. Rodrigo Gomes de Oliveira – Pracinha, SP

171. Rogério Tadeu B. Romano – Guarulhos, SP

172. Ronald Augusto Silva – Carapicuíba, SP

173. Rosa Nobuco Maeda – São Bernardo do Campo, SP

174. Rosa Nobuko - Mogi das Cruzes,SP

175. Rosana Martinano de Souza – Guarulhos, SP

176. Rosangela Sapanos de Carvalho – Mauá, SP

177. Rosely da Silva Barros – Castilho, SP

178. Rute B. Ferreira de Sous - Araçatuba,SP

179. Sandro Aparecido Nunes – Carapicuíba, SP

180. Sandro Cervantes – São Bernardo do Campo, SP

181. Simone Pereira – São Bernardo do Campo, SP

182.

183. Soraya Gomes Vasconcellos – Guarulhos, SP

184. Stephanie Ap. Reges dos Santos – Guarulhos, SP

185. Tatiana Palmieri de Almeida – Salto,SP

186. Tereza Sapanhos Moreira – Mauá, SP

187. Thais Cristina M. Gomes Silva – Pracinha, SP

188. Thiago Gomes – São Bernardo do Campo, SP

189. Thiago Rosberg da Cruz Oliveira – Guarulhos, SP

190. Toninho de Angatuba – Angatuba, S.P.

191. Valmir Marini – Garça, SP

192. Vânia Elisa – Mauá, SP

193. Venícios Batista Machado – Garça, SP

194. Vera Lucia de Lima – São Bernardo do Campo, SP

195. Vera Lúcia Ma. da S. Requenha - Araçatuba,SP

196. Vera Lúcia Martines - Araçatuba,SP

197. Walmir Ricardo Fontenha – Salto,SP

198. Weliton Luiz da Silva - Nova Guataporanga, SP

199. Wilson Roberto Batista – Garça, SP

08/10/2011

Pela volta dos 180 dias letivos!

Pelo fim da divisão das férias; Pela volta dos 180 dias letivos!



HADDAD PROPÕE 220 DIAS LETIVOS.


Ministro da Educação propõe aumento dos dias letivos

O Ministro da Educação Fernando Haddad declarou ser favorável ao aumento dos dias letivos, como forma de resolver os baixos índices de aprendizagem dos alunos. No afã para ser o candidato do PT a prefeitura de São Paulo o ministro vai na contramão da história.

Os indicativos de que alunos que tem mais horas na escola aprendem mais, não estão relacionados com os dias letivos, uma vez que, hoje, nos diversos países aonde tem altos índices na educação, estão debatendo a diminuição dos dias letivos. Trata-se na verdade de aumentar a permanência dos alunos na escola, ou seja, os alunos passam a ter mais horas por dia na escola.

Se a proposta de Alckmin/ Herman de dividir as férias dos professores em 15 dias em janeiro e 15 dias em julho já provocou a revolta entre nós, a proposta do ministro-pré-candidato é praticamente de acabar com as férias, pois hoje os 200 dias letivos terminam após o dia 20 de dezembro, aumentar 20 dias significa entrar nas nossas férias.

Nos países da OCDE, os professores lecionam, em média, de 183 a 186 dias, de acordo com o nível de ensino. Apenas quatro países têm 200 ou mais dias letivos e destes, só a Coreia possui 220.

Trabalho dos professores - dias por ano destinados ao ensino (2009)


Países membros da OCDE


Fundal I (1) Fund II (1) E Médio (1)


Alemanha 193- 193- 193


Austrália 197- 197 -193


Áustria 180- 180- 180


Bélgica(Flandres) 178- 179- 179


Bélgica (Valônia) 183- 183- 183


Chile 191- 191 -191


Coreia 220- 220- 220


Rep. Tcheca 189 -189- 189


Dinamarca 200- 200- 200


Escócia 190- 190 -190


Eslováquia 187- 187- 187


Eslovênia 190 -190- 190


Espanha 176 -176 -171


Estados Unidos 180- 180 -180


Estônia 175- 175 -175


Finlândia 188- 188 -188


Grécia 177 -157 -157


Hungria 181- 181- 181


Inglaterra 190- 190 -190


Irlanda 183- 167- 167


Islândia 176- 176- 171


Israel 183- 176 -176


Itália 172- 172- 172


Japão 201 -201 -198


Luxemburgo 176 -176- 176


México 200 -200 -176


Noruega 190 -190- 190


Países Baixos 195


Polônia 181- 179 -180


Portugal 175 -175- 175


Turquia 180- 180


Média OCDE 186 -185- 183


Pelo fim da divisão das férias; Pela volta dos 180 dias letivos!
Texto publicado no blog da TLS-Guarulhos.

APEOESP-SBC ENTRA NA LUTA CONTRA OS INCINERADORES E O LIXÃO NO GRANDE ALVARENGA.

Executiva do sindicato dos professores repudia a instalação de incinerados no município.

Executiva da APEOESP de São Bernardo do Campo aprovou por unanimidade na manha de hoje (08/12-0/2011) sua adesão e participação na luta contra a instalação dos incinerados na região do grande Alvarenga. Estamos convidando as entidades interessadas para um debate no sindicato, bem como vamos divulgar na categoria a contradição do prefeito marinho do PT, onde até mesmo a ministra do meio ambiente e a filósofa Marilena Chauí, se posicionaram contra tal projeto.

Convidamos os professores para que debatam esse tema com os nossos alunos e que organizemos um amplo abaixo assinado para entregarmos na câmara de vereadores e na prefeitura municipal.

Quem luta conquista, junte-se a nós.

Executiva da APEOESP SBCampo.

Ministra do Meio Ambiente critica instalação de incineradores

– 4 DE OUTUBRO DE 2011PUBLICADO EM: NOTÍCIAS

O movimento contrário à implantação de uma usina destinada à incineração de resíduos em São Bernardo do Campo ganhou reforço político na sexta-feira (23/09), quando a ministra do Meio Ambiente, Izabela Teixeira reprovou publicamente o projeto proposto pela prefeitura. Durante seminário sobre meio promovido na sede do Sindicato dos Metalúrgicos, por iniciativa do deputado federal Vicente Paulo da Silva (Vicentinho, do PT) e pela própria entidade sindical, a ministra comparou o projeto a uma armadilha para as prefeituras.

A fala de Izabella deixou em saia justa o prefeito Luiz Marinho (PT), que na abertura do evento rebateu críticas dos opositores da denominada Usina Verde, projeto que prevê uma unidade de incineração de resíduos, também destinada à produção de energia na área do antigo Lixão do Alvarenga. O chefe do Executivo alegou que a iniciativa, quando concretizada, envolverá cerca de 1000 trabalhadores, enquanto hoje o sistema de coleta seletiva emprega apenas 120 catadores organizados nas duas cooperativas existentes da cidade. Segundo ele, o sistema atualmente atinge apenas 0,92% do lixo gerado em São Bernardo, percentual que acredita elevar para 10% com a implantação da usina. Marinho alegou ainda que o projeto “está em sintonia com o plano nacional de resíduos”.

“Cuidado com as armadilhas”, frisou por três vezes Izabella Teixeira, advertindo que muitas prefeituras quebraram e prefeitos se complicaram por causa de investimentos semelhantes. A ministra deixou claro o compromisso de campanha da presidenta Dilma Rosseff, cujo governo, segundo ela, pretende “lutar até o fim pelos catadores”, em prosseguimento ao apoio dado ao segmento pelo governo Lula. Compromisso que Izabella disse ter reforçado pessoalmente, ao contar emocionada sobre um episódio em que foi abordada por uma catadora que beijou suas mãos suplicando-lhe que não permita o fim da atividade que gera o ganha-pão da categoria.

“Prioridade zero – A ministra também observou que os catadores são personagens estratégicos na Política Nacional de Resíduos e devem ser tratados como “prioridade zero na estruturação de coleta seletiva por parte das prefeituras”. Sempre se dirigindo a Marinho, Izabella ressaltou que seu ministério está aberto a discutir projetos de incineração, porém apenas nos casos de rejeitos, ou seja, materiais restantes após todos os processos de manejo possíveis, a partir de ações de redução, reutilização e reciclagem. Lembrou também a logística reversa prevista em lei, que estabelece o retorno de resíduos às empresas de origem.

A ministra do Meio Ambiente disse ainda que o governo não se opõe a projetos baseados em tecnologias e sistemas livres de “dioxinas e furanos”, que são substâncias tóxicas resultantes dos processos de queima de resíduos e que, segundo alertam cientistas e ambientalistas, acarretam graves consequências ambientais e à saúde. A observação teve tom irônico, a exemplo de outros momentos do discurso da ministra, tendo em vista que a intenção da prefeitura de São Bernardo é adotar tecnologia alemã, já descartada no país de origem, por, entre outros fatores, envolver processo altamente poluente.

Além da ministra, o projeto de Marinho foi criticado também pela filósofa Marilena Chauí, uma das palestrantes do seminário. Ela observou que países desenvolvidos, como a Alemanha, empurram tecnologias ultrapassadas aos países emergentes, como é o caso dos incineradores.

Protestos - Desde que foi anunciado, o polêmico projeto de Luiz Marinho, está enfrentando protestos de catadores, ambientalistas e especialistas, que alertam para os problemas diversos ocasionados pelos processos de incineração. As manifestações contra a proposta incluem ação popular contra as prefeituras de São Bernardo e Diadema (que também é responsável pelo passivo ambiental do Alvarenga). Saiba mais no Lamparina Urbana. O projeto, a propósito, será debatido nesta sexta-feira (30/9), às 14 na Universidade Metodista de São Bernardo do Campo, tendo como palestrantes técnicos e especialistas, entre os quais o jornalista Washington Novaes.



fonte: Valderez Coimbra (site Lamparina Urbana)

05/10/2011

Ato em defesa da escola pública e do emprego

Ato em defesa da escola pública e do emprego


É Preciso Manter e Ampliar o Período Noturno na E.E. Prof. Carlos Pezzolo
A APEOESP – Subsede de São Bernardo do Campo, em apoio a luta dos alunos, professores e direção da E.E. Carlos Pezzolo, realizará um ato em frente à escola.
Nosso objetivo é envolver a comunidade na luta para que os jovens em idade de cursar o Ensino Médio voltem para a escola, que atualmente tem mais de 12 salas ociosas.

Dia 05 de outubro (quarta-feira) às 18h00 em frente à escola

End.: Av.Tiradentes, nº 1.780 - Vl. do Tanque, SBC

Participe!

Subsede da APEOESP-SBC.

41256558

03/10/2011

Como é do conhecimento de todos, a Chapa 1 - Artsind e seus agregados, não acatou a decisão da última Assembléia da categoria, dia 2 de setembro que votou majoritariamente a realização de uma nova Assembléia dia 7/10.

TEMOS QUE JOGAR PESO NA MANIFESTÃO DO DIA 7 E NA COLETA DOS ABAIXO - ASSINADOS

Como é do conhecimento de todos, a Chapa 1 - Artsind e seus agregados, não acatou a decisão da última Assembléia da categoria, dia 2 de setembro que votou majoritariamente a realização de uma nova Assembléia dia 7/10.
 Além disso, está jogando todas as fichas numa comissão que vem se reunindo quase toda semana com a Secretaria, sem contudo apresentar resultados práticos, no que se refere a nossa pauta:
- não a divisão das férias e revogação da resolução SEE 44;
- aplicação imediata da jornada da lei do piso suspensa porque o governador Tarso Genro do Rio Grande do Sul entrou com embargo declaratório e o governo Alckmin disse que só vai se posicionar depois da decisão do STF sobre esse embargo.
Por outro lado, o governo enviou para debate na rede uma matriz curricular do ensino médio, que em seu teor tira da escola o poder de decisão final e abre caminho para o ensino à distância, não aponta uma política salarial consequente e nem volta atras na precarização dos OFAS, principalmente os categorias L e O, bem como na realização da provinhas e na política meritocrática.
 Sabendo que a única forma de voltar a entrar nesse debate de forma consequente é através da mobilização dos professores. Orientamos nossos companheiros e companheiras a impulsionarem a coleta dos abaixo assinados, para entregá-los no dia 7/10 sexta feira. Na última DEC do dia 30/09 a Artsind fez várias ameaças e não quer voltar atras no regimento do CER. Recomendamos aos nossos companheiros que não dão aula à tarde que venham para a Praça, pois será um dia de liberdade e de luta contra os ataques do governo.

Em tempo: os companheiros das Subsedes do Interior pela dificuldade, recomendamos participarem apenas com uma representação.
TLS - TRABALHADORES NA LUTA SOCIALISTA

Os diretores da APROFFESP, Aldo Santos e Chico Gretter, estiveram presentes na manhã do último sábado, dia l° de outubro, no VI Encontro de Professores de Filosofia do ABC, promovido pelo Curso de Filosofia da Faculdade de Humanidades e Direito da Universidade Metodista.

ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES DE FILOSOFIA E FILÓSOFOS DO ESTADO DE SÃO PAULO


Circular: 01-Outubro 2011

I) APROFFESP PARTICIPA DO “VI ENCONTRO DE PROFESSORES DE FILOSOFIA DO ABC”

Os diretores da APROFFESP, Aldo Santos e Chico Gretter, estiveram presentes na manhã do último sábado, dia l° de outubro, no VI Encontro de Professores de Filosofia do ABC, promovido pelo Curso de Filosofia da Faculdade de Humanidades e Direito da Universidade Metodista. O diretor da APEOESP, Paulo Neves, também esteve presente e complementou a exposição sobre a situação do ensino de filosofia em nossas escolas.

Os citados diretores proferiram palestra sobre o histórico da luta pela volta do ensino de filosofia no currículo do Ensino Médio e a situação atual deste ensino em nossas escolas, principalmente nas públicas estaduais. O Prof. Aldo fez uma breve, mas bela explanação sobre o histórico da presença da Filosofia na educação brasileira desde os jesuítas, passando pela fundação da USP, as leis de ensino que hora colocavam a filosofia no currículo e ora a tiravam, até a votação de sua obrigatoriedade pelo Conselho Nacional de Educação em 2006 e através da Lei Federal No. 11684/2008. Foi lembrado o veto, em 2001, do ex-presidente FHC ao Projeto de Lei do Dep. Federal Pe. Roque, que havia sido aprovado na Câmara dos Deputados!

O debate foi muito bom e contou com a rica intervenção de vários professores presentes ao Encontro, que sentem no seu dia a dia as dificuldades de se realizar um bom trabalho em nossas escolas: poucas aulas (uma apenas nas 2ª. e 3ª séries do Ensino Médio!), excesso de turmas, acarretando uma carga horária excessiva, problemas didáticos, da formação dos professores, etc.).

Os professores Aldo e Chico Gretter chamaram a atenção para a necessidade de os professores de filosofia deixarem o seu isolamento e participarem da luta pela efetiva ocupação dos espaços pedagógicos, sem o que poderemos ficar com um triste desfecho dos que “ganham mas não levam”. Os inimigos da filosofia encontram-se bem organizados e já começaram uma campanha na mídia contra o aumento das aulas de Filosofia e Sociologia nas novas grades curriculares propostas pelo governo estadual, a ser iniciada no ano que vem.

Vamos ficar atentos, mobilizados e unidos!
Chico Gretter.

II) PLENÁRIA ESTADUAL DE PROFESSORES DE FILOSOFIA TOMA DECISÕES IMPORTANTES

Foi realizada no dia 20 de setembro a Plenária Estadual de Professores de Filosofia, organizada pela APROFFESP, que contou com a participação de professores de várias regiões.

Foram discutidos praticamente todos os pontos propostos na pauta enviada, como a necessidade de ampliação do número de aulas na grade curricular (atendida na proposta das novas grades pelo governo), implantação do ensino de Filosofia no Ensino Fundamental II, mobilização do Coletivo de Professores de Filosofia e Sociologia da APEOESP, inativo há muito tempo (!?), participação da APROFFESP, desde março do corrente ano, coordenada pelo diretor de políticas pedagógicas, Prof. Chico Gretter, na elaboração do Encarte do Professor, que é publicado na revista Filosofia Editora Escala, questões de organização da Associação...

Foram aprovados todos esses encaminhamentos, além de ter havido um rico diálogo entre a os participantes sobre a nossa luta histórica pela implantação do ensino da Filosofia nas escolas do Ensino Médio, que culminou com a grande vitória pela aprovação de sua obrigatoriedade pelo Conselho Nacional de Educação em 2006, consumada através da Lei Federal No. 11694/2008.

Todavia, todos lembraram que precisamos continuar a luta e nos mobilizarmos, pois os “inimigos da filosofia”, como já dizia Marilena Chauí já nos anos 80, estão a postos e maquinam nas sombras da caverna do conservadorismo, neoliberalismo e neotecnicismo. A direita e os burocratas incrustados nos aparelhos governamentais não estão nem um pouco interessados num ensino de qualidade para os filhos dos trabalhadores! Para eles, basta que os jovens das camadas populares, que estudam nas escolas públicas, saibam apenas “apertar botões”, ainda que o seu discurso seja de cidadania, competência e criatividade. Pra que possibilitar o pensamento crítico, a participação política de verdade, o rompimento com esta sociedade consumista e massificante?

Para que continuemos a encaminhar as nossas lutas, foi proposto um novo Encontro “Café Filosófico” no dia 22 de outubro, sábado, a partir das 14 horas, na, casa da Solidariedade, Rua Gravi, 60. Metro Praça da Arvore

Nessa oportunidade discutiremos o processo eleitoral da nova diretoria da APROFFESP, que completou neste mês dois anos de existência. Também discutiremos a necessidade de o COLETIVO DA APEOESP organizar o nosso X Encontro Estadual de Professores de Filosofia, Sociologia e Psicologia, para atendermos as demandas dos professores da rede estadual quanto aos problemas e necessidades que enfrentam no dia a dia para realizarem o seu trabalho com as disciplinas.

Além do mais, o governo acaba de publicar uma resolução com a proposta de novas grades curriculares a serem iniciadas a partir de 2012 e precisamos estar mobilizados, unidos e atentos para evitar lutas corporativistas entre as disciplinas, pois o foco que precisamos dar é sobre a CONCEPÇÃO DE ENSINO MÉDIO QUE QUEREMOS e não se vamos aumentar ou diminuir as aulas desta ou daquela disciplina. Esse jogo divisionista dos sucessivos governos tucanos nós já conhecemos muito bem!

Participaram da Plenária Estadual os seguintes professores:

José de Jesus – Osasco, Anizio Batista- Capital, Marcelo Henrrique, Capital, Marina M. Castellani-SBC,Mauricio Colenghi-Sbc,Gilmar Soares-Santo André,Cícero Rodrigues. Zona Sull,Pedro Paulo- Zona Sul,Paulo Neves – SBC,Nayara Navarro –SBC,Diógenes-SBC,Chico Gretter- Filósofo da Lapa,Aldo Santos - SBC.

Resoluções aprovadas na Plenária Estadual dos Professores de Filosofia e Filósofos, realizada no dia 24-09-2011, às 10 h, rua Dr. José de Queirós Aranha, 342 – Vila Mariana – SP

1 – Solicitar agendamento de uma reunião com o Secretário de Educação, para debater a pauta de reivindicação dos professores de filosofia do Estado de São Paulo;

2 – Encaminhar às lideranças partidárias nossa reivindicação para imediata implementação da filosofia no ensino fundamental, através de um projeto de lei;

3 – Pleitear junto à Comissão de Educação da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo uma reunião para tratar da inclusão da filosofia no ensino fundamental;

4 – Abrir o debate sobre a proposta pedagógica de filosofia do governo do Estado de São Paulo, bem como sobre o caderno dos alunos e dos professores;

5 – Apoio a luta de 10% do PIB e 50% do pré-sal para a educação brasileira;

6 – Por um novo Plano Nacional de Educação, amplamente debatido pelas entidades de classe e sociedade civil;

7 – Fortalecimento da Aproffesp e do Coletivo Nacional de Filosofia, rumo à Associação Nacional dos Professores de Filosofia e Filósofos do Brasil;

8 – Reivindicamos que a APEOESP convoque o X Encontro do Coletivo de Filosofia, Sociologia e Psicologia, conforme deliberação do último congresso da categoria;

9 – Constituir um banco de textos para ser publicados em nosso blog e eventualmente utilizá-los em atividades pedagógicas;

10 – Aprofundar o debate sobre a importância da nossa entidade, realizando um “café filosófico” no dia 22 de outubro de 2011, a partir das 14 horas na Praça da Árvore, SP - Capital;

11 – Realização da nossa eleição em novembro de 2011;

12 – Abrir o debate nas subsedes, sobre a importância da nossa luta e da nossa organização como uma entidade legítima e parceira nos embates e defesa da luta dos trabalhadores.

III-Apeoesp de Taubaté realiza Encontro com professores de filosofia.

Dia 17/09 ás 10 horas



Nós, membros da Diretoria da Associação dos professores de filosofia e filósofos do Estado de São Paulo, agradecemos a direção da subsede da apeoesp de Taubaté, pela receptividade e pela atividade exitosa, que foi realizada conforme convite abaixo divulgado.

Fizemos uma rápida exposição sobre o ensino da filosofia no Brasil, falamos sobre a exclusão da mesma no período da ditadura militar e o seu retorno a partir do projeto do projeto do Padre Roque em 2000, que tornava obrigatória a Filosofia e a Sociologia no ensino Nacional, projeto esse, vetado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Falamos da lutas democráticas e das ações sindicais junto a Conselho Nacional de Educação, que culminou com a aprovação da lei 11.684/08 que torna obrigatório o ensino de filosofia e sociologia no ensino médio brasileiro. Destacamos também a atuação firme do movimento sindical como elemento importante nesse processo de retomada da filosofia e da sociologia na grade curricular.

Nesse contexto, falamos da nossa intervenção, bem como do coletivo de filosofia, Sociologia e Psicologia da APEOESP. Mencionamos o encontro de filosofia e sociologia realizado de 22 a 24 de julho de 2007 no Anhenbi-sp, da Formação do Coletivo Nacional nesse encontro,e destacamos ainda o IX Encontro estadual de Filosofia, Sociologia e Psicologia em SP, onde foi aprovada a criação da Aproffesp.

Após amplo e democrático processo de votação, em 26 de setembro de 2009, toma posse à primeira diretoria eleita da Associação dos professores de filosofia e filósofos do Estado de São Paulo.

O professor Paulo Neves falou de sua atuação frente a Secretaria Educacional da apeoesp nesse período, da resistência tucana no estado de São Paulo via conselho estadual de educação, além de outras bandeiras históricas de interesse da educação brasileira.

A mesa dos trabalhos foi coordenada pelo professor Fernando Borges, que após várias manifestações, indagações e encaminhamentos, o mesmo encerrou os trabalhos desse importante encontro com vários professores e professoras de filosofia da região.

Aproveitei a oportunidade para convidar todos e todas para nossa Plenária Estadual que será realizada no dia 24 de setembro de 2011, a partir das 10 horas, Rua Doutor José de Queirós Aranha, 342 – Vila Mariana – SP, Próximo ao Metrô Ana Rosa

Filosofar é preciso!!!



Aldo Santos. Coordenador da APEOESP-SBC, Presidente da Associação dos Professores de Filosofia e Filósofos do Estado de São Paulo, membro do Coletivo Nacional de Filosofia e da Executiva Nacional do Psol.



Atenciosamente

Aldo Santos

(Diretor da APROFFESP)

30/09/2011

Resoluções aprovadas na Plenária Estadual dos Professores de Filosofia e Filósofos, realizada no dia 24-09-2011, às 10 h, rua Dr. José de Queirós Aranha, 342 – Vila Mariana – SP

Associação dos Professores de Filosofia e Filósofos do Estado de São Paulo – APROFFESP




Resoluções aprovadas na Plenária Estadual dos Professores de Filosofia e Filósofos, realizada no dia 24-09-2011, às 10 h, rua Dr. José de Queirós Aranha, 342 – Vila Mariana – SP

1 – Solicitar agendamento de uma reunião com o Secretário de Educação, para debater a pauta de reivindicação dos professores de filosofia do Estado de São Paulo;

2 – Encaminhar às lideranças partidárias nossa reivindicação para imediata implementação da filosofia no ensino fundamental, através de um projeto de lei;

3 – Pleitear junto à Comissão de Educação da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo uma reunião para tratar da inclusão da filosofia no ensino fundamental;

4 – Abrir o debate sobre a proposta pedagógica de filosofia do governo do Estado de São Paulo, bem como sobre o caderno dos alunos e dos professores;

5 – Apoio a luta de 10% do PIB e 50% do pré-sal para a educação brasileira;

6 – Por um novo Plano Nacional de Educação, amplamente debatido pelas entidades de classe e sociedade civil;

7 – Fortalecimento da Aproffesp e do Coletivo Nacional de Filosofia, rumo à Associação Nacional dos Professores de Filosofia e Filósofos do Brasil;

8 – Reivindicamos que a APEOESP convoque o X Encontro do Coletivo de Filosofia, Sociologia e Psicologia, conforme deliberação do último congresso da categoria;

9 - Discutir com os governos e as instituições privadas, o cumprimento da meta estabelecido pela CAPES, de formação com qualidade

10 – Constituir um banco de textos para ser publicados em nosso blog e eventualmente utilizá-los em atividades pedagógicas;

11 – Aprofundar o debate sobre a importância da nossa entidades, realizando um “café filosófico” no dia 22 de outubro de 2011, a partir das 14 horas na Praça da Árvore, SP - Capital;

12 – Realização da nossa eleição em novembro de 2011;

13 – Abrir o debate nas subsedes, sobre a importância da nossa luta e da nossa organização como uma entidade legítima e parceira nos embates e defesa da luta dos trabalhadores.

A Diretoria.

A EE Pedra de Carvalho continua abandonada pelo governo de São Paulo

E agora governador?


A escola Pedra de Carvalho vem sendo amplamente divulgada pelos meios de comunicação dado o estado de abandono em que a mesma se encontra. O Descaso é tanto que o Sindicato dos professores, educadores da Unidade Escolar e o Grêmio livre estudantil realizaram um grande ato em frente a esta unidade escolar no dia 13 de setembro de 2011 na esperança de que algo de fato pudesse acontecer no sentido de recuperarmos a nossa grande e histórica Escola Estadual Pedra de Carvalho.

Para nossa surpresa, alguns homens no dia do ato iniciaram a colocação de tapumes nas estruturas das três salas roubadas, e até hoje as mesmas continuam lacradas com tapumes de madeirite, conforme foto tirada em 28/09/2011.

Professores, comunidade e sindicato dos professores estão no aguardo de alguma providência, pois é injustificável que continue esse estado de abandono e sucateamento com o patrimônio público.

O silencio e a omissão das autoridades é assustador e comprometedor. Abandonar uma escola como é o caso, também é uma violência contra estudantes, professores e comunidade que pagam impostos, cujo retorno visível é o descaso e o abandono dos governantes. Esperamos que a diretoria de ensino faça alguma coisa para recuperar a nossa unidade escolar, bem como o governador Geraldo Alkimim, que só se preocupa com a educação nas propagandas e campanhas eleitorais?

Já denunciamos, fizemos ato em frente a escola, deputados governistas estão cientes, e , até o momento nada se solução?

Nesse sentido, vamos nos organizar para um importante ato em frente a diretoria de ensino de SBCampo no dia 11 de outubro a partir das 13 horas, para que os representantes do governo escutem a nossa voz. Além do Pedra, vamos convidar outras unidades escolares para o esse evento educacional.

Reformar, recuperar e dar vida a escola é preciso!!!



Aldo Santos, Coordenador da APEOESP-SBC, presidente da Aproffesp.

28/09/2011

OUVIDORIA RESPONDE QUESTIONAMENTO DA APEOESP SOBRE A E.E. CÉLIO LUIZ NEGRINI ?

OUVIDORIA RESPONDE QUESTIONAMENTO DA APEOESP SOBRE A E.E. CÉLIO LUIZ NEGRINI ?


GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

Praça da República, 53 – sala 29 - CEP: 01045-903

Fone: 3218-2129 – Tel/FAX: 3218-8870

E-mail: ouvidoria@edunet.sp.gov.br

OUVIDORIA
Protocolo Ouvidoria: 30611

Senhor

Aldo Santos,

Em resposta ao protocolado supramencionado, informamos que a demanda foi encaminhada ao setor competente, qual seja, Diretoria de Ensino São Bernardo do Campo, para averiguação e manifestação, restando a seguinte informação:

Trata o presente de esclarecimentos sobre a reclamação protocolizada no dia 31/08/2011, sob nº 30611, na Ouvidoria da Secretaria de Educação, pela APEOESP, sub sede de São Bernardo do Campo, com referência a alguns problemas ocorridos na EE Prof. Célio Luiz Negrini, neste município.

Em visita da Supervisão de Ensino no dia 09/09/2011 e ouvida a equipe gestora, foi verificado:

1- Vidros quebrados: A Direção da Unidade Escolar encontra-se em processo de obtenção de pesquisas de preços para a solicitação de verba emergencial à Diretoria de Ensino, para a execução da troca de vidros, tendo obtido dois orçamentos e aguardando o terceiro.

De acordo com a Informação 193/11 do Setor de Planejamento, as verbas de Manutenção de 2011 foram utilizadas pela Direção da Unidade Escolar, com: bomba d`água, troca de 06 (seis) portas, instalação de ventiladores, solda de portões, troca de fechaduras, reparos de válvulas de sanitários, troca de disjuntores, troca de lâmpadas e reatores de luminárias.

2- Quadra de esportes: A quadra, embora necessite de reparos no alambrado, é utilizada diariamente, não apenas nas aulas de Educação Física, como pela comunidade, inclusive contando com projeto pedagógico elaborado pelo grupo docente e pela Coordenação da Escola, de atividades esportivas (campeonato interclasses), com previsão para realização nas primeiras semanas de outubro de 2011.

Lembramos que, recentemente, a Escola foi vistoriada pelos engenheiros fiscais do FDE, responsáveis por obras da COGSP e a Unidade Escolar consta em plano de obras em fase de planejamento para atender a reforma e manutenção gerais.

3- Portões: O portão referido na reclamação é o portão de entrada da Escola, que serve para a entrada do público em geral e entrada de professores. A área da escola é bastante grande, ficando a secretaria da escola um tanto distante da entrada. De acordo com a experiência e conhecimento da comunidade escolar pela Direção, é mais seguro que o portão permaneça aberto, evitando danos ao patrimônio.

4- Pátio com piso irregular: Foi observado que o piso do pátio, embora irregular em uma pequena área, encontra-se em bom estado e, segundo a Direção da Unidade Escolar, não apresenta riscos a alunos e funcionários.

5- Banheiros: A arquitetura do prédio não contempla banheiros para os funcionários da secretaria no andar térreo, contemplando apenas os sanitários para alunos. Devido à ausência de agentes de organização escolar, em número suficiente, para inspecionar os alunos, a Direção informou esta Supervisão que tomou a decisão de deixar os banheiros do primeiro andar fechados para evitar que os alunos os utilizem indevidamente.

6- Sala de leitura: A Unidade Escolar já recebeu o mobiliário, o qual está sendo montado.

7- Falta de funcionários: O preparo da merenda continua sendo um problema na Unidade Escolar, pois não há funcionário que exerça a função de “ merendeira”. No entanto, todos os dias é servida merenda fria e frutas também estão sendo servidas além do mínimo previsto no cardápio do DSE. A Unidade Escolar é bastante grande, com mais de 35 classes no total, porém conta com apenas dois agentes de organização escolar, atuando como inspetores de alunos e dois agentes, na secretaria da escola. Várias chamadas aos editais para atribuição de vagas foram feitas por esta Diretoria de Ensino, porém a Escola ainda não foi contemplada de forma satisfatória.

8- Insetos: O prédio escolar fica em área de manancial (bairro Areião, no Riacho Grande), no entanto, conforme relato da equipe gestora e de acordo com nossa observação na visita, não existem insetos que possam colocar em risco a saúde dos alunos e funcionários, nem que atrapalhem o andamento regular da Escola.

9- Ausência de professor mediador: A Direção da Unidade Escolar foi orientada pela Supervisão para preparar, em conjunto com as professoras coordenadoras e com a equipe docente, projeto para solicitar à Diretoria de Ensino a atuação do professor mediador.

Sonia Maria Casalotti

Supervisora de Ensino

Suzana Aparecida Dechechi de Oliveira

Dirigente Regional de Ensino
Assim, entendemos ter respondido ao questionamento suscitado e informamos que eventuais dúvidas poderão ser dirimidas junto à Diretoria de Ensino São Bernardo do Campo, órgão competente pelo tema em epígrafe.


São Paulo, 23 de setembro de 2011.

Salmon Elias Campos da Silva

Ouvidor

Professores realizam confraternização na subsede da apeoesp-SBC.

DIA DOS(AS) PROFESSORES(AS) NA SUBSEDE .
É arrocho salarial, violência nas escolas, desvalorização profissional. nada a comemorar.



No dia 15 de outubro a partir das 18h00 estaremos realizando uma atividade de confraternização do Dia dos(as) Professores(as).
Além de bebidas e comidas, teremos ainda música, karaoke e atividades culturais.
O valor do convite é de R$ 5,00.
Para maiores informações entre em contato com a Subsede.

Participe!
Comissão Organizadora: (Lourdes, Alan e  Aldo Junior).

27/09/2011

1º BIMESTRE DE FILOSOFIA

RESUMO COMENTADO DO 1º BIMESTRE DE FILOSOFIA.


Nesse primeiro bimestre eu particularmente achei que foi ótimo.Aprendi várias coisas boas como por exemplo o que é movimento estudantil,grêmio livre,a UMES,achei que foi bom para mim pesquisar sobre essas coisas porque sempre ouvi falar sobre elas mas nunca soube o que realmente eram.Em seguida vimos e estudamos o período pré - socrático e os filosofos dessa fase da história,aprendi que a preocupação básica desses filosofos era descobrir,cada um de sua maneira.

Uma outra coisa interessante que o professor nos ensinou esse bimestre foi A Filosofia como Reflexão tendo como base o Ser Radical,Ser Rigorosa e Ser de Conjunto.Vimos também a definição da palavra Filosofia,dividida em Filo e Sofia que significa: A Busca do conhecimento.

Esse bimestre vimos um filme nacional intitulado Olga,uma história verdadeira,linda e triste ao mesmo tempo.A história do filme é sobre Olga Benário,uma mulher forte e decidida que lutou por suas ideáis,casou - se com um brasileiro chamado Luís Carlos Prestes,a vida dela teve um fim trágico já que ela foi deportada de volta a Alemanha - país onde nasceu,teve sua filha arrancada de seus braços pelos nazistas e foi morta pelos mesmos,apenas por ser judia.Também aprendi várias coisas legais com a apóstila do aluno,fiz várias pesquisas interessantes,mas para mim a melhor  coisa da apóstila foi estudar o intelecto na atividade do espelho.
Concluindo,estudar a matéria Filosofia está sendo muito importante,não apenas porque sempre gostei dessa matéria mas também porque com ela estou aprendendo a aprimorar o meu intelecto e a ver o mundo de outra maneira.

Por:Dayane Leal 1ºB
Profesasor Aldo Santos
 EE Jacob Casseb.

25/09/2011

Enlace e o MES se unificaram, formando chapa conjunta para disputar com a TLS

A dialética do 1º Encontro Municipal do PSOL Hortolândia




O primeiro Encontro Municipal do PSOL Hortolândia é marcado pela contradição, onde o Enlace e o MES se unificaram, formando chapa conjunta para disputar com a TLS; esta aliança só pode ser vista de dois ângulos, ou é um indicativo de rompimento nacional ou é apenas uma ação de conveniência local. Assim quem participou deste Encontro presenciou algo incomum, ou o começo de uma nova configuração política interna no PSOL.

Dos 115 filiados aptos a votar, compareceram 36. Destes a Chapa da TLS obteve 12 votos (34,28%) Chapa Enlace/MES obteve 23 votos (65,72%). Nesta atividade foram tirados delegados para o Encontro Estadual: Enlace 2 delegados; MES 1 delegado e TLS 1 delegado.

O Encontro contou com a presença de companheiras e companheiros da Direção Estadual e da direção Nacional do PSOL. Foi um Encontro bem representado pelas mais diversas correntes internas do PSOL, que enriqueceram e qualificaram o debate.

Uma leitura atenta deste Encontro pode nos apontar que teremos uma árdua tarefa na consolidação e na ação militante do partido, uma vez que os presentes representam pouco mais de 30% do conjunto de filiados aptos a votar, outro dado é que temos poucos filiados militantes. Deste modo cabe a este primeiro diretório do PSOL Hortolândia uma contundente ação de envolvimento, onde possa estar alinhando o discurso, a teoria e principalmente, a prática, ou seja, é preciso exercitar a ação e a formação, pois sem estes elementos não será possível avançar na luta socialista.

E o amanhã como será? Que PSOL vamos construir em Hortolândia? Será que a aliança MÊS/Enlace se consolida na prática e na ação política?

Parafraseando Marx, “Nós construímos nossa própria historia, mas não a construímos como queremos, mas sim, demarcada pelo limite que nos impõe nossos acordos e alianças”. Assim, quem viver verá. O que será?

A TLS vai continuar trilhando o caminho da formação, onde teoria e prática se conjugam. Fomentando a discuta saudável e o debate interno e sempre dando o primeiro passo para unificação do partido na luta. Hortolândia precisa de uma nova forma de fazer política, e nós do PSOL precisamos mostrar na prática que fomos diferentes. Diante da conjuntura municipal, aonde os mesmos problemas que vieram à tona em campinas, estão presentes em Hortolândia, precisamos estar preparados para o que virá.



Carlos Rocha – TLS

PSOL - Hortolândia

24/09/2011

Nosso apoio à justa luta dos professores da rede estadual de educação do Ceará

"O que mais preocupa não é nem o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem-caráter, dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons."


Martin Luther King




TODO APOIO À LUTA DOS PROFESSORES; PELA ABERTURA IMEDIATA DAS NEGOCIAÇÕES

Considerando a importância da educação na formação de sujeitos críticos e autodeterminados;

Considerando que os professores e professoras têm, com pais e mães, a missão de orientadores da nossa formação;

Considerando que os professores da rede pública , com inúmeras adversidades, dedicam suas vidas, com amor e abnegação, para que os filhos da nossa gente tenham acesso à escola, merecendo, portanto, o respeito de toda a sociedade e as condições de exercitar com dignidade o seu mister;

Considerando que o justo movimento dos professores que lutam pela implantação do Piso Salarial, mantendo os direitos da carreira atual e garantindo 1/3 da carga horária para atividades extraclasse, evoluiu para um processo de greve, por cujas consequências o Governo do Estado é o maior responsável;

Considerando que a atitude do governador Cid Gomes, retardando a abertura das negociações, faz prolongar a greve dos professores da rede oficial de ensino;

Considerando que todas as medidas arbitrárias direcionadas ao movimento afrontam a liberdade e o direito de manifestação dos professores (as), criminalizando o direito à organização dos (as) educadores (as);

Nós, abaixo-assinados, amantes da educação e da liberdade e preocupados(as) com a crise que se abate sobre a educação em nosso Estado, manifestamos:

1) Nosso apoio à justa luta dos professores da rede estadual de educação do Ceará, em defesa do cumprimento pleno da lei do piso salarial (Lei 11.738, de 16.07.08) e pelo estabelecimento, respeitosamente negociado com a representação da categoria em greve, do Plano de Carreira e Salários que corresponda, efetivamente, à necessária valorização do magistério, condição indispensável a melhoria da qualidade do ensino público;

2) Fundamentados no princípio de que é dever do Estado garantir às crianças e aos jovens o direito à educação, somamo-nos às reivindicações dos (as) trabalhadores (as) em educação do Estado e, especialmente, dos pais/mãe e estudantes da escola pública, exigindo do governador e dos parlamentares a resolução imediata da contenda em prol do necessário reconhecimento da nobre tarefa que desempenham os professores da rede estadual do Ceará.

TRABALHADORES NA LUTA SOCIALISTA (TLS)  E DIRIGENTE DA APEOESP