No dia 04 de fevereiro os prefeitos das sete cidades do ABC estarão
reunidos no Consórcio Intermunicipal do Grande ABC. Ótima oportunidade para
exigir de todos que revoguem imediatamente os aumentos em cada cidade do ABC!
A reunião acontece na parte da manhã, 10h. Mas será um momento importante pra
pressionar os prefeitos cara a cara!
Convide seus amigos, vizinhos, divulgue no seu local de trabalho ou estudo,
compartilhe nas redes sociais!
Prefeitos, revoguem os aumentos!
Dia: 04 segunda-feira
Horário: concentração à partir das 9h
Local: Em frente ao Consórcio Intermunicipal do Grande ABC
Endereço: Av. Ramiro Colleoni 5, Centro - Santo André
(Em frente a ETE Julio de Mesquita)
Sobre os aumentos das passagens de ônibus:
Em Diadema a passagem passou de R$2,80 para R$3,20 - quase 14% mais
cara. Em São Bernardo, Santo André, Ribeirão Pires e Mauá a passagem passou de
R$2,90 para R$3,30 - 13,8% mais cara. Em São Caetano a passagem também chegou a
R$3,30 - antes era R$2,75 - um aumento de 20%.
Igualando as passagens de ônibus no ABC com as mais caras do país.
Sobre o Comitê Regional Unificado:
Após a reunião unificada do dia 9 de janeiro (que havia sido convocada
na Manifestação do dia 05 em Mauá) que contou com a participação de mais de 40
ativistas de diferentes cidades do ABC foi formado o Comitê Regional Unificado
Contra os Aumentos das Passagens de Ônibus no ABC. O Comitê terá reuniões
abertas e organizará de forma democrática as próximas iniciativas da luta
contra os aumentos no ABCDMR!
https://www.facebook.com/comiteunificadoabc
PRÓXIMAS DATAS:
30.01 - 3º Ato Contra o Aumento das Passagens em Mauá: Concentração no
Terminal à partir das 15h
[https://www.facebook.com/events/361673893940785]
31.01 - Ato Contra o Aumento das Passagens em São Caetano: Concentração
no Terminal à partir das 16h
[https://www.facebook.com/events/198605020280864]
02.02 - 2º Ato Contra o Aumento das Passagens em Ribeirão Pires:
Concentração no Terminal à partir das 14h
[https://www.facebook.com/events/270276129767338]
04.02 - Reunião do Comitê: Segunda-feira, 18h, na subsede da Apeoesp de
Santo André. Endereço: Rua Gertrudes de Lima, 244
06.02 - 2º Ato Contra o Aumento das Passagens em Diadema: Concentração
na Praça da Moça à partir das 18h
[https://www.facebook.com/events/507787832598636
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
PSOL PARTICIPA DA LUTA REGIONAL CONTRA O ESCANDALOSO AUMENTO DA PASSAGEM.
PSOL PARTICIPA DA LUTA REGIONAL CONTRA O ESCANDALOSO AUMENTO DA PASSAGEM.
NO PERÍODO DA ELEIÇÃO O PSOL ALERTOU SOBRE
O FINANCIAMENTO PRIVADO DE CAMPANHA E SEMPRE DEFENDEU O FINANCIAMENTO PÚBLICO
DAS MESMAS. NO PERÍODO DAS ELEIÇÕES TOMAMOS INICIATIVAS REGIONAIS E INCLUSIVE
DISTRIBUIMOS UMA CARTA COMPROMISSO DEBATENDO QUESTÕES GERAIS E O TRANSPORTE
TAMBÉM ERA UMA PRIORIDADE REGIONAL.
MAIS
UMA VEZ O PSOL VEM DEMOSTRANDO COMPROMISSO COM AS CAUSAS DA POPULAÇÃO E
CONCLAMA OS USUÁRIOS DE TRANSPORTE PARA QUE POSSAMOS NOS MOBILIZAR AINDA MAIS,
REALIZANDO REUNIÕES NAS SOCIEDADESS AMIGOS DE BAIRROS, SINDICATOS, IGREJAS E
FORTALECER O COMITÊ REGIONAL CONTRA O AUMENTO DA PASSAGEM.
NO INÍCIO DAS AULAS E NO RETORNO
LEGISLATIVO DEVE SER UM MOMENTO E ESPAÇO PARA COBRAR E ORGANIZAR AINDA MAIS
NOSSA LUTA.
PRECISAMOS TAMBÉM QUE AS ENTIDADES DEBATAM
E APROVEM MOÇÕES DE REPÚDIO A POLICIA MILITAR E A GUARDA MUNICIPAL PELA
FREQUENTE AGRESSÃO AOS PARTICIPANTES DAS MOBILIZAÇÕES E DO MOVIMENTO ORGANIZADO.
.
QUEM LUTA CONQUISTA; JUNTE-SE A
NÓS.
ALDO SANTOS-EX-VEREADOR, COORDENADOR DA APEOESP-SBC, PRESIDENTE DA
APROFFESP E MILITANTE DO PSOL.
MINHA CASA MINHA DÍVIDA.
MINHA CASA MINHA DÍVIDA.
Com
o programa da presidenta Dilma minha casa minha vida, esperava-se que grande
parte da população pobre do campo e da cidade conseguissem de uma vez por todas
resolver esse grave problema que é a falta de habitação popular. A falta de
moradia é a face cruel do capitalismo que desagrega famílias, desestrutura a
sociedade e estimula os moradores sem teto buscar novas formas de luta
para consegui-las.
O
déficit de casas no Brasil ainda é muito alto, em torno de 8 milhões de moradias,
segundo pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A maior
parte dos trabalhadores sem casa própria, cerca de 90% recebem renda mensal de
zero a três salários mínimos.O programa minha casa minha vida, considerado
pelos movimentos em luta por moradia a principal política do governo ainda é
deficitário. Os recursos disponibilizados são baixos (cerca de R$ 65 mil), os
preços dos terrenos são altos e a relação com o banco é difícil. (publicado no
Brasil de fato 17/01/2013,Aline Scarso)
As
bravatas eleitorais sobre o fim da miséria, das políticas de bolsas e políticas
compensatórias pouco tem avançado na solução do problema habitacional.
Este
segmento da sociedade está condenado a barbárie, pois quando se organizam em
busca de uma alternativa são esmagados pelo governantes a serviço
da especulação imobiliária.
O
acampamento Santo Dias em 2003 na cidade de SBC chegou a ter 7 mil moradores
embaixo de uma lona ao lado da Anchieta, em frente a proprietária do terreno
a Wolksvagem do Brasil, foi duramente reprimido pelo governo municipal,
estadual e federal. O massacre do Pinheirinho, a possível desocupação do
assentamento Milton Santos e tantos outros casos sociais são exemplos da
falta de programa habitacional, transformados em pauta
da repressão policial.
As
políticas dos governantes são excludentes e o percentual é bem maior do que
este apresentado pelo governo federal, basta ver a cidade de São Bernardo do
Campo, uma das mais ricas desse país ainda convive com um déficit habitacional
de 50 mil moradias.
Na
verdade os trabalhadores com carência social estão mergulhados no processo de
luta de classe, vítimas do extermínio deliberado dos detentores do capital.
Este
programa mesmo construindo parte da demanda necessária, fomentou a especulação
imobiliária elevando os preços dos terrenos e inviabilizando grande parte das
ocupações por conta do interesse imobiliário nas áreas ocupadas.Os inúmeros
incêndios às favelas brasileiras compõe esse trágico quadro do avanço da
especulação, combinado com o interesse da classe política em busca de
nova estética urbana para atrair novos consumidores nos eventos de natureza
internacional.
É
urgente que os excluídos façam sua própria rebelião antes que morram de
inanição, exclusão habitacional e outras mazelas do capitalismo.
Mesmo
diante das dificuldades organizativas a ação direta dos moradores em busca de
soluções efetivas é fundamental na superação desse grave problema que aflige
milhões de sem-terra e sem-teto pelo país afora.
Apesar
das dificuldades, várias ocupações foram vitoriosas e ainda é a melhor forma de
questionar a propriedade privada, combater a especulação imobiliária e
conquistar efetivamente a mordia popular.
Lutar
por moradia popular e pala reforma agrária é avançar a luta na
defesa de um o direito básico que é o direito a moradia acima do direto à
propriedade.
Lutar, resistir, morar e
construir é preciso!
Aldo Santos-ex-vereador em
sbc, coordenador da apeoesp-sbc, presidente da aproffesp, militante do Psol.
sábado, 26 de janeiro de 2013
Prefeitos devem revogar reajuste, diz PSol
Prefeitos devem revogar reajuste, diz PSol
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013 12:21
Da Redação

O partido, que questiona a relação entre candidatos e empresários, também pede a abertura imediata das planilhas de custos que compõem o sistema de transporte - justificativa usada por empresas e prefeitos para aumentar o valor da passagem, a implantação de conselhos municipais de participação popular e a realização de audiência pública para discutir o valor da tarifa. Além da carta, entregue ao secretário-executivo do Consórcio, Luis Paulo Bresciani, o partido organiza 2 protestos no sábado (26). Um na rua Cel.Oliveira Lima, em Santo André, às 10h30, e outro em São Bernardo, na rua Mal. Deodoro, às 14h.
MOÇÃO DE REPÚDIO AOS PREFEITOS DA REGIÃO E A TRUCULÊNCIA DA POLICIA MILITAR ...
MOÇÃO DE REPÚDIO AOS
PREFEITOS DA REGIÃO E A TRUCULÊNCIA DA POLICIA MILITAR CONTRA OS MANIFESTANTES
QUE LUTAM PELA REVOGAÇÃO DO AUMENTO DA S TARIFAS NA REGIÃO DO ABC PAULISTA E
QUE TEVE COMO RESULTADO, FERIDOS E PRESOS.
A executiva da APEOESP-SBC, reunida no dia 19 de
janeiro de 2013 repudia de forma veemente a violência policial contra os
manifestantes de Mauá 12/01 e Santo André no dia 18/01 que lutam pela revogação
do aumento das tarifas de ônibus nas várias cidades do ABC.
Tal demonstração de violência contra manifestantes
pacíficos numa luta justa por melhorias nas condições de vida do trabalhador
desnuda o fato de que os governantes são na verdade representantes dos
empresários a serviço lucratividade do patronato à custa do sofrimento do povo
fazendo uso de todo aparato repressivo do Estado para tanto.
Solidarizamo-nos aos vários grupos que estão
organizados na região e nos somamos a eles nesta luta.
São Bernardo do campo 19 de janeiro de 2013
Executiva da apeoesp-sbc.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
LIDERANÇAS DO PSOL EXIGEM REVOGAÇÃO DO AUMENTO DA PASSAGEM.
Militantes do PSOL protocolaram hoje
(24/01/2013) documento que solicita a revogação do aumento da passagem de
ônibus no Consórcio Intermunicipal do ABC.
Num primeiro momento, fomos informados que só seriam recebidas três pessoas,
após negociação foram recebidos cinco presidentes municipais do PSOL( NAYARA NAVARRO-SÂO BERNARDO DO CAMPO, FERNANDO
TURCO-SÃO CAETANO DO SUL,MARCELO REINA-SANTO ANDRÉ, JOSÉ DOS SANTOS CRUZ-
DIADEMA,ANDRÉ SAPANOS-MAUÁ, ALBERTO TICIANELLI-RIBEIRÃO PIRES), um
representante da APEOESP DE SBC-ALDO SANTOS e um da Juventude-MURILO
BORGES.
Fomos atendidos pelo secretário
executivo, Luís Paulo Bresciani, que logo tentou justificar que essa
medida do aumento não foi uma decisão do Consórcio, mas sim individual de cada
prefeito. Alegou ainda, que essa não é uma atribuição do Consórcio e que essa
discussão não esteve presente nas duas últimas reuniões do colegiado de
prefeitos, porém está presente no plano de mobilidade.
Lembramos a ele que o Consórcio é uma instituição e que caso não tenha sido uma
deliberação orgânica, houve uma sintonia politica entre os prefeitos,
consequentemente gerando o aumento da tarifa do transporte coletivo nas cidades
da região, causando abusivo prejuízo financeiro no bolso da população usuária
de transporte. Diante dessa situação solicitamos o agendamento de uma reunião
com o presidente do Consórcio,prefeito Luiz Marinho, pois consideramos que
estamos diante de uma insatisfação generalizada da classe trabalhadora na nossa
região.
Informamos ainda, que existem mais de 10 grupos organizados construindo vários
movimentos pela imediata revogação desse aumento,dentre outros
pontos.Portanto, solicitamos que essa discussão seja antecipada e pautada, em
caráter emergencial, na próxima reunião do colegiado dos prefeitos que
ocorrerá no dia 04 de Fevereiro de 2013 às 10 horas na sede do Consorcio.
Causou-nos uma enorme estranheza o aparato repressivo (policiamento) mobilizado
que encontramos no local, a exemplo dos episódios de Mauá e Santo André, mesmo
porque conforme anunciado em nossas páginas sociais tratava-se de ação simples
e rotineira da protocolização de um documento de caráter oficial.
Ao final fizemos uma reunião para reafirmar nossa atuação na agenda geral do
movimento regional e outras medidas de natureza popular, sindical, partidária e
Estudantil..
Secretaria
dos trabalhos e
Comunicação Regional do PSOL.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
SAIU NA IMPRENSA:PSOL pede revogação da taxa de transporte coletivo
PSOL pede revogação da taxa de transporte coletivo | |
Por: Renan Fonseca 24/01/2013 - |
O Grupo Regional do PSOL entregou nesta quinta-feira (24/01) uma carta de reivindicações ao Consórcio Intermunicipal contra o recente aumento na tarifa de transporte coletivo. O grupo quer que as pautas sejam incluídas nas primeiras discussões do Consórcio. Entre as demandas, os representantes exigem a revogação direta das taxas e que seja feita audiência pública para explicar o aumento acima da inflação. “Existe um monopólio de empresas de ônibus há mais de 10 anos que não permite a transparência nas taxas”, criticou socialista Marcelo Reina.
O PSOL faz parte do conjunto de entidades que nas últimas semanas tem executado manifestações em diversas cidades da Região. Neste sábado (26/01), por exemplo, estão marcados atos de protesto em Diadema, Santo André e São Bernardo. “Também queremos que sejam abertas as planilhas de custos. Tem de ser claro esse aumento”, salientou Reina. Representantes do PSOL de seis municípios, menos Rio Grande da Serra, compareceram à entra da carta. O documento foi recebido pelo secretário-executivo do Consórcio, Luis Paulo Bresciani. (pauta@abcdmaior.com.br).
|
PSOL da região comparece ao Consórcio Intermunicipal do ABC para protocolar documento pela revogação do aumento da tarifa de ônibus.
PSOL da região comparece ao Consórcio Intermunicipal
do ABC para protocolar documento pela revogação do aumento da tarifa de ônibus.
Militantes do PSOL protocolaram hoje
(24/01/2013) documento que solicita a revogação do aumento da passagem de
ônibus no Consórcio Intermunicipal do ABC.
Num primeiro momento, fomos informados que só seriam recebidas três pessoas,
após negociação foram recebidos cinco presidentes municipais do PSOL(SÃO
BERNARDO DO CAMPO, SÃO CAETANO DO SUL,SANTO ANDRÉ, DIADEMA,MAUÁ), um
representante da APEOESP DE SBC e um da Juventude.
Fomos atendidos pelo secretário
executivo, Luís Paulo Bresciani, que logo tentou justificar que essa
medida do aumento não foi uma decisão do Consórcio, mas sim individual de cada
prefeito. Alegou ainda, que essa não é uma atribuição do Consórcio e que essa
discussão não esteve presente nas duas últimas reuniões do colegiado de
prefeitos, porém está presente no plano de mobilidade.
Lembramos a ele que o Consórcio é uma instituição e que caso não tenha sido uma
deliberação orgânica, houve uma sintonia politica entre os prefeitos,
consequentemente gerando o aumento da tarifa do transporte coletivo nas cidades
da região, causando abusivo prejuízo financeiro no bolso da população
usuária de transporte. Diante dessa situação solicitamos o agendamento de uma
reunião com o presidente do Consórcio,prefeito Luiz Marinho, pois consideramos
que estamos diante de uma insatisfação generalizada da classe trabalhadora na
nossa região.
Informamos ainda, que existem mais de 10 grupos organizados construindo vários
movimentos pela imediata revogação desse aumento,dentre outros
pontos.Portanto, solicitamos que essa discussão seja antecipada e pautada, em
caráter emergencial, na próxima reunião do colegiado dos prefeitos que
ocorrerá no dia 04 de Fevereiro de 2013 às 10 horas na sede do Consorcio.
Causou-nos uma enorme estranheza o aparato repressivo (policiamento) mobilizado
que encontramos no local, a exemplo dos episódios de Mauá e Santo André, mesmo
porque conforme anunciado em nossas páginas sociais tratava-se de ação simples
e rotineira da protocolização de um documento de caráter oficial.
Ao final fizemos uma reunião para reafirmar nossa atuação na agenda geral do
movimento regional e outras medidas de natureza popular, sindical, partidária e
Estudantil..
Secretaria dos trabalhos e
Comunicação Regional do PSOL.
PSOL SOLICITA ESCLARECIMENTO SOBRE O AUMENTO ABUSIVO DA PASSAGEM DE ÔNIBUS EM SÃO BERNARDO DO CAMPO
Partido Socialismo e
Liberdade
Diretório Municipal
de São Bernardo do Campo
Rua Príncipe
Humberto, 491 – Centro – São Bernardo do Campo – SP.
Solicitante: Partido Socialismo e Liberdade São
Bernardo do Campo
Considerando a existência da Lei
12.527 de 18 de Novembro de 2011, que prevê o acesso a informações de órgãos
públicos e ligados ao poder público;
Considerando que as passagens de
ônibus representam um dos custos mais significativos na vida dos trabalhadores
brasileiros;
Considerando que o reajuste de mais
de 13,79% representa um percentual muito superior à inflação acumulada no
período;
Nós, do Partido Socialismo e
Liberdade, representando sãobernardenses a ele filiados, solicitamos da Prefeitura
Municipal de São Bernardo do Campo as seguintes informações:
1. As planilhas de cálculo com as informações que embasam o
reajuste aplicado;
2. As planilhas mensais que compõem os custos do sistema de
transportes de São Bernardo do Campo, no período que compreende os reajustes de
R$ 2,90 até o de R$ 3,30;
3. A identificação da evolução dos custos, neste mesmo
período, dos principais itens que compõem o valor da tarifa;
4. Identificação da margem de lucro com que as empresas
operam em São Bernardo do Campo;
5. Identificação do número de passageiros transportados mês
no período acima citado;
6. Identificação das empresas que operam o transporte
coletivo em São Bernardo do Campo, bem como as linhas sob sua responsabilidade,
o número de passageiros transportados e o número de ônibus em circulação;
7. Identificação e descrição dos valores dos subsídios
públicos, caso exista, para as empresas de transporte coletivo de São Bernardo
do Campo.
Nayara Navarro
Presidente do Diretório Municipal do
PSOL –
Partido Socialismo e Liberdade de São
Bernardo do Campo.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
MP instaura inquérito civil para investigar transporte escolar em São Bernardo
MP
instaura inquérito civil para investigar transporte escolar em São Bernardo
O Ministério Público instaurou, na última quarta-feira (16/01),
inquérito civil para apurar eventual irregularidade na prestação do serviço de
transporte escolar para crianças e adolescentes matriculados na rede municipal
de ensino de São Bernardo. O inquérito foi instaurado pelo Promotor de Justiça
Jairo Edward De Luca, depois de receber a informação que uma criança acolhida
em entidade de São Bernardo não dispõe de transporte escolar para frequentar a
escola onde está matriculada em razão de a Prefeitura fornecer transporte
somente para crianças com mais de três anos. Segundo a representação, as
crianças abaixo dessa idade têm de ser transportadas por empresas particulares,
mas as empresas particulares contatadas pela entidade se recusam a fornecer
recibo de pagamento, o que inviabiliza a necessária prestação de contas junto à
Prefeitura. O inquérito visa investigar as condições de transporte escolar de
crianças e adolescentes no Município, seja em relação aos serviços prestados
direta ou indiretamente pela Prefeitura, seja no tocante às empresas
particulares contratadas pelos responsáveis legais dos alunos. A Promotoria de
Justiça quer verificar se o transporte de escolares em São Bernardo do Campo
tem observado o disposto nos artigos 136 e seguintes, do Código de Trânsito
Brasileiro (Lei nº. 9.503/97). Segundo o Promotor Jairo Edward de Luca, “é
preciso verificar que tipo de fiscalização e controle os órgãos públicos
competentes exercem sobre os prestadores de serviço de transporte de escolares,
incluídos os serviços prestados direta ou indiretamente pela Prefeitura de São
Bernardo do Campo”. O objetivo, esclarece, “é garantir um transporte seguro e
que respeite a integridade física e psíquica das crianças e adolescentes, sem
prejuízo da legalidade que deve nortear o desenvolvimento dessa atividade”,
destacou.(publicado no cliqueabc.com 23/01/2013)
Psol da Região vai ao consórcio intermunicipal solicitar revogação do aumento da passagem de ônibus.
Psol da Região vai ao consórcio
intermunicipal solicitar revogação do aumento da passagem de ônibus.
Militantes do psol e de outras representações em
reunião realizada no dia 17/01/2013, decidiram comparecer ao consórcio
intermunicipal do abc no dia 24/01/2013 às 15 horas. Nesse ato, vamos
protocolizar uma carta cobrando do consórcio a revogação imediata do aumento
abusivo da passagem de ônibus aprovado pelo conjunto dos prefeitos da região.
O aumento da passagem passou de R$2.90 para R$3.30.
Essa carta será assinada pelos presidentes do partido da respectivas cidades.
Foram ainda convidados os candidatos a prefeito pelo Psol na última eleição,
pois, na ocasião publicaram manifesto de compromisso com as demandas regionais
e de combate a toda política de opressão aos trabalhadores da região.
Nesse sentido convidamos nossos representantes para
esse importante evento.
Compareçam.
Sem
mais,
Atenciosamente,
Militantes
do Psol da região.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
a atribuição começa dia 23 às 8 horas na unidade escolar.A ATRIBUIÇÃO SERÁ PELA CLASSIFICAÇÃO E NÃO PELO PERFIL.
Atenção professores a atribuição começa dia 23 às 8 horas na unidade
escolar. Fique atento a todo cronograma de atribuição.
Um dos grandes problema de atribuição nas unidades escolares é o artigo 2°
da resolução que “compete ao diretor de escola a atribuição de classes e
aulas aos docentes da unidade escolar, procurando garantir as melhores
condições para a viabilização da proposta pedagógica da escola,
compatibilizando, sempre eu possível, as cargas horárias das classes e das
aulas com as jornadas de trabalho e as opções dos docentes, observando o campo
de atuação e as situações de acumulação remunerada dos servidores, seguindo a ordem
de classificação.”
Perceba que a resolução SE
77/2010, ora revogada, de que o diretor deve “atribuir as suas aulas observando o perfil de atuação dos
servidores”, foi suprimido na presente resolução, além de ter sido acrescentado
que deve ser observada a ordem de classificação. No parágrafo único desse
artigo isso vale em nível de diretoria de ensino. Qualquer dúvida entre em
contato com a APEOESP imediatamente.(suplemento especial da apeoesp)
Atenciosamente,
Aldo Santos
Obs.a apeoesp publicou um suplemento especial sobre atribuição de aulas comentado. uma boa ferramenta para esclarecer as dúvidas dos professores do Estado de São Paulo.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
A greve é o mais eficaz instrumento de luta da classe trabalhadora
A
greve é o mais eficaz instrumento de luta da classe trabalhadora.
A
história da educação ao longo dos últimos anos foi marcada por grandes greves,
que além de conquistas parciais, chamou atenção para o sucateamento da educação
em nosso país e desempenhou importante papel do ponto de vista eleitoral
derrotando governantes que subestimaram a capacidade política das categorias em
luta.
Esperamos
que não seja mais uma bravata da atual presidenta da apeoesp e da direção da
CNTE ao marcarem para o mês de abril mais uma importante greve de caráter
reivindicatório e de natureza política, ao colocar como eixo mais verbas para a
educação.
Na V
Conferência Estadual de educação da apeoesp realizada nos dias 28/29/30 de
novembro de 2012, aprovou um calendário de luta rumo a organização da
greve no mês de abril de 2013.Foi aprovado que a categoria irá
deflagrar mais uma greve pelo cumprimento da lei do piso, no que se
refere ao cumprimento da jornada que foi manipulado pelo governador Geraldo Alckmin do PSDB e
por outros governadores, inclusive do PT que tinha obrigação da dar o exemplo
no cumprimento da lei federal emanada do seu próprio Partido. Além desse
eixo, é preciso avançar nas condições de trabalho precarizados pela falta de
efetivo investimento governamental, reposição das perdas salariais, por um novo
estatuto do magistério capaz de assegurar direitos e plano de
carreira, hoje fatiados por leis anacrônicas.
Concomitantemente
a CNTE que agrega 44 entidades em todo País deliberou que na semana da
educação, nos dias 23 e 25 de abril vai realizar importante greve nacional em
defesa dos 10% do PIB para a educação, além da incorporação do que trata a
medida provisória (592), sobre os royalties do Petróleo para que seja
vinculado a educação brasileira.
Por
ocasião de inúmeros movimentos e pressão popular a comissão de constituição e
justiça da câmara aprovou em 16 de outubro de 2012 o referido percentual do
piso. Espera-se agora que o senado aprove sem modificações para imediata sansão
da presidenta Dilma.
A
mais eficaz forma de viabilizar essa importante reivindicação do movimento
educacional brasileiro é a deflagração de uma potente greve para avançar nas
conquistas que os benefícios dessa lei trará para o nossos educadores/educandos
e a sociedade brasileira em geral.
Nesse
sentido, é fundamental que a apeoesp de forma unânime encaminhe as
resoluções aprovadas na Conferência estadual de educação, organizando
desde já a metodologia e a implementação pra
valer da referida greve em 2013.
A
defesa de uma greve cumpre dois princípios básicos da classe trabalhadora: é um
momento de luta por conquistas e melhorias das condições salariais e de trabalho, além da politização, união e
organização conforme expressa o enunciado do texto a seguir: “Um dos mais
importantes textos políticos do século XIX inicia com a frase “um espectro ronda
a Europa: o espectro do comunismo”. Trata-se do Manifesto Comunista, de Marx e
Engels, e seu famoso chamado para a união de todos os trabalhadores do mundo.
Outro texto, já não tão famoso, mas escrito por um dos grandes líderes
revolucionários do século XX diz: “as greves ensinam os operários a se unirem”.
Aqui, a frase é de Lênin, em sua análise “Sobre as greves”. (Publicado no
Brasil de fato em 13/6/2012, Ricardo
Prestes Pazello)
Nesse
contexto, é fundamental a greve proposta pela CNTE, pois o eixo da mesma deve ser sobre o
efetivo investimento na educação, bem como deve incluir também na pauta a
exigência do cumprimento da lei federal n° 11.738/2008
que estabelece o piso e a jornada que não esta sendo
implementada pelos governantes em nosso país.
Vamos
à luta com união, organização e convicção de que a greve, historicamente, é um
poderoso instrumento em defesa dos reais interesses da classe trabalhadora.
Lutar
e vencer sempre é preciso!
Aldo
Santos-ex-vereador em SBC, Coordenador da subsede da apeoesp-sbc, presidente da
Associação dos Professores de Filosofia e Filósofos do Estado de São Paulo-aproffesp,
militante do Psol.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Serve como bom argumento sobre o aprendizado Socialista
UBUNTU
A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da
Paz, em Floripa (2006), nos presenteou com um caso de uma tribo na
África chamada Ubuntu.
Ela contou que um antropólogo estava estudando os usos e
costumes da tribo e, quando terminou seu trabalho, teve que esperar
pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa.
Sobrava muito tempo, mas ele não queria catequizar os membros da
tribo; então, propôs uma brincadeira pras crianças, que achou ser
inofensiva.
Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou
tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de
uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que quando ele
dissesse "já!", elas deveriam sair correndo até o cesto, e a que
chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro.
As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele
desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse
"Já!", instantaneamente todas as crianças se deram as mãos e saíram
correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a
distribuir os doces entre si e a comerem felizes.
O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas
tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no
cesto e, assim, ganhar muito mais doces.
Elas simplesmente responderam: "Ubuntu, tio. Como uma de nós
poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?"
Ele ficou desconcertado! Meses e meses trabalhando nisso,
estudando a tribo, e ainda não havia compreendido, de verdade, a
essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?
Ubuntu significa: "Sou quem sou, porque somos todos nós!"
A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da
Paz, em Floripa (2006), nos presenteou com um caso de uma tribo na
África chamada Ubuntu.
Ela contou que um antropólogo estava estudando os usos e
costumes da tribo e, quando terminou seu trabalho, teve que esperar
pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa.
Sobrava muito tempo, mas ele não queria catequizar os membros da
tribo; então, propôs uma brincadeira pras crianças, que achou ser
inofensiva.
Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou
tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de
uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que quando ele
dissesse "já!", elas deveriam sair correndo até o cesto, e a que
chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro.
As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele
desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse
"Já!", instantaneamente todas as crianças se deram as mãos e saíram
correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a
distribuir os doces entre si e a comerem felizes.
O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas
tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no
cesto e, assim, ganhar muito mais doces.
Elas simplesmente responderam: "Ubuntu, tio. Como uma de nós
poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?"
Ele ficou desconcertado! Meses e meses trabalhando nisso,
estudando a tribo, e ainda não havia compreendido, de verdade, a
essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?
Ubuntu significa: "Sou quem sou, porque somos todos nós!"
Atente para o detalhe: porque SOMOS, não pelo que temos...
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Psol de Diadema indica nova comissão provisória
Psol de Diadema indica nova comissão provisória.
A história do Psol na Cidade de Diadema escreve mais
uma página na perspectiva organizativa ao longo de sua existência na Cidade.
Numa reunião realizada no centro da cidade em
16/01/2013, vários companheiros (as) fizeram uso da palavra sobre os mais
variados temas e em especial sobre a composição da nova comissão
executiva provisória.
Os trabalhos foram coordenados pelo companheiro
Nelson Antônio de Souza que de forma democrática assegurou a livre
expressão junto aos presentes a reunião. O companheiro Anizio Batista
falou de sua experiência política ao longo de sua militância e da importância
da organização dos trabalhadores. Falei da tradição de esquerda dos
militantes da cidade desde o surgimento do PT, até os primeiros conflitos
nas fileiras do mesmo.
Com a derrota do PT da cidade nas últimas eleições,
abre-se esse espaço que deve ser preenchido pelo Psol. O Miguel deu informe da
situação do partido na cidade e disse que a direção
estadual está de acordo que se viabiliza as mudanças possíveis e
necessárias, uma vez que a “direção que hoje esta a frente do partido”
está comprometida com outro projeto .
Como foi definido na primeira reunião a comissão
provisória ficará com 9 membros. Alguns cargos foram definidos como: Presidente,
José dos Santos Cruz. Secretário Nelson Antônio de Souza, Tesoureiro, Jesse
Ferreira da Silva e Jose Carlos Carneiro, como coordenador de comunicação. As
demais atribuições serão definidas em reunião interna a ser
realiada.
Organizar é preciso.
Aldo Santos, ex-vereador em sbc, Coordenador da
apeoesp-sbc, presidente da aproffesp, militante do Psol.
Para viver além de Narciso
Para viver além de Narciso |
Lia Diskin disseca ultra-individualismo das sociedade submissas aos mercados, mas aposta nos novos valores da juventude e numa política despartidarizada
INÊS CASTILHO
INÊS CASTILHO
David Revoy, Nascissus & Echo
A vida é um fenômeno que resulta de relações: “não existe vida no isolamento”, ensina a professora e conferencista argentina Lia Diskin – em entrevista realizada para o estudo Política Cidadã, produzido pelo instituto Ideafix para o IDS (Instituto Democracia e Sustentabilidade). Os valores que deveriam nos orientar são, portanto, interdependência, empatia, solidariedade, cooperação, partilhamento: “a compreensão de que estamos imersos em uma comunidade viva que nos sustenta”. Ao contrário, a ideologia dominante em nossa cultura é a do individualismo. “Mas nenhum de nós se fez sozinho, embora se tente fazer crer que a criação desta obra ou daquela ideia seja exclusivamente de fulano ou beltrano”, recorda ela.
Lia Diskin vive no Brasil desde 1972, quando fundou a Associação Palas Athena – organização sem fins lucrativos que adota a gestão compartilhada e atua nas áreas editorial, de educação, saúde, direitos humanos, meio ambiente e promoção social. Passou o ano de 1986 estudando budismo em Dharamsala, na Índia, terra dos exilados tibetanos, tendo o Dalai Lama como um de seus professores. Desde então tornou-se uma espécie de embaixadora do líder budista no Brasil, e organizou suas visitas ao país em 1992, 1999, 2006 e 2011. É também coordenadora do Comitê Paulista da Década da Cultura de Paz, da Unesco.
Especialista em técnicas de meditação, Lia observa que vivemos olhando para fora, em busca de aprovação, deixando assim de perceber o que se passa em nossa mente. “Estamos habitando uma casa da qual o único que conhecemos é a janela, e da janela para fora. O que acontece dentro da casa, quais são os outros integrantes desse espaço, qual é a dinâmica que se estabelece dentro desse espaço, a gente simplesmente ignora.” Mas a vida vai além disso, lembra.
Vivemos nos equilibrando sobre a crosta de um planeta que gira em alta velocidade em torno do sol, na periferia de uma dentre bilhões de galáxias do universo. Um planeta cuja estabilidade está sendo afetada por nós, que estamos colocando em risco o fenômeno da vida. “Não somos o centro da galáxia, dentro dela é tudo elíptico. O centro é o Sol, sem o qual não há vida. Nosso sistema é periférico, não é central”, ela lembra, nos devolvendo a humildade.
Admiradora de Gandhi, Lia observa que ainda não estudamos adequadamente as estratégias político-pedagógicas que o líder pacifista indiano colocou em marcha já em meados do século XX para, sem um único tiro, derrotar o Império Britânico e libertar a Índia. “Gandhi foi um dos primeiros a promover o poder local – do qual hoje falamos tanto. Insistia constantemente em fortalecer, nutrir, empoderar as aldeias.”
Ao falar sobre a necessidade de redefinir nossas prioridades, ela elege a educação como meio por excelência para o cultivo de outros valores. E aponta a televisão, grande instrumento de lazer do povo brasileiro, como o instigador da violência e do desrespeito ao humano. “É o deboche, a ridicularização do outro, em que todo mundo ri da desgraça alheia. Como achar graça de uma criança que está aprendendo a caminhar e cai? Como isso pode ser motivo de chacota?”
Sobre a atividade política, Lia entende que – ao contrário do que hoje se considera – talvez seja a mais elevada e mais nobre que podemos ter. “Porque nos erguemos acima dos interesses pessoais e passamos a contemplar o que atende às necessidades de uma parcela maior da população.” Ela defende que os interesses nacionais e coletivos devem estar acima de qualquer tipo de partidarismo. “Se a gente não entender que político é aquilo que atende a todos nós, independente do partido em que estamos engajados, vai ser muito difícil resgatar o princípio fundante da vida comunitária, da vida pública”, explica, ressalvando que apesar disso os partidos políticos devem ser fortalecidos, já que são eles que mantêm a roda dos espaços institucionais em funcionamento. A seguir, a entrevista. (I.C.)
Como você percebe a participação política do cidadão brasileiro?
Muito enfraquecida, pouco envolvida, pouco comprometida. Apesar de haver uma informação crescente, talvez por causa das redes sociais, numa perspectiva mais de longo prazo não vejo uma capacidade aglutinante de fazer propostas locais, pontuais, nem de uma macroestratégia de desenvolvimento do país.
Penso que isso se deve também à complexidade crescente da vida nas grandes cidades, nas quais os deslocamentos de um lugar para outro se tornam cada vez mais penosos e consomem mais tempo. Por outro lado, essa exigência prepotente de estar informado sobre todas as coisas: qual é o livro que acaba de ser lançado, qual é o filme que ganhou mais prêmios no festival, qual é o restaurante que está tendo uma promoção mais interessante, o último lançamento da moda? É tamanho o leque de informações sobre as quais há que se dar conta, “para ter respeitabilidade em diferentes meios da sociedade”, que isso simplesmente termina consumindo toda a energia do cidadão. Penso que perdemos o senso da prioridade e da essencialidade. Perdemos o senso do que é importante na vida familiar, na vida privada e na vida pública.
Nesse cenário, que temas mobilizariam a sociedade brasileira?
Neste momento, acredito que é tudo aquilo que esteja afeito ao universo financeiro, econômico, factível de tornar-se consumo ou de tornar-se produto. É assustador o espaço que ocupam as informações dessa esfera nas grandes mídias, Qual é o sentido de estar todos os dias nos principais jornais da televisão brasileira a subida ou a descida da bolsa da Nasdaq, de Frankfurt, de Hong Kong? Qual é o sentido disso para o cidadão médio? Aquele que realmente tem necessidade desse tipo de informação a obtém online a fim de fazer suas transações, portanto não precisa delas nos jornais televisivos.
Na Gestalt se fala muito a respeito de “não vermos que não vemos”. Há um ponto cego dentro de todos nós. Penso que o grande ponto cego da sociedade contemporânea é justamente não perceber que determinadas pautas são talvez interessantes ou indispensáveis para grupos muito pequenos da população. Mas essas pautas terminam ocupando a maior quantidade do tempo e do espaço nas mentes dos cidadãos.
Você falou da energia gasta no consumo, falou em mídia e em valores essenciais. Poderia discorrer sobre isso?
Infelizmente, na cultura dominante o consumo tornou-se um objeto de reconhecimento social. Você vê isso já em crianças pequenas, com o uso, por exemplo, de telefones celulares, iPods, iPhones e companhia. Todos nós precisamos de reconhecimento, é inerente à condição humana. Precisamos ser legitimados pelo outro. Quando tal atitude transborda e se torna quase uma compulsão, e o fator de inclusão são as questões de ordem material, de ordem objetiva, aquilo que posso ostentar na presença dos outros – isso se torna extremamente perigoso, porque a pessoa passa a colocar todo o seu capital de tempo e criatividade a serviço do reconhecimento social, apenas. O cultivo, o conhecimento de si mesmo, a possibilidade de acessar um potencial latente para outras áreas fica totalmente obliterado, porque a pessoa não tem mais energia.
Estamos habitando uma casa da qual o único que conhecemos é a janela, e da janela para fora. O que acontece dentro da casa, quais são os outros integrantes desse espaço, qual é a dinâmica que se estabelece dentro desse espaço, a gente simplesmente ignora. Utilizamos as coisas para obter reconhecimento dos outros, e esse reconhecimento parece conferir a nós a sensação de termos direito, de sermos merecedores da vida. E tudo fica encapsulado entre o teto de nossos cabelos e o chão de nossos sapatos. Mas a vida é algo que vai além disso. A vida não acontece apenas entre nossos cabelos e nossa planta do pé.
Fale desses valores essenciais, daquilo que está dentro da casa e que a gente não conhece…
Para que haja a vida – a gente hoje sabe muito bem, porque temos trabalhos extraordinários no campo da biologia, da neurociência – é preciso uma teia de relações. Não existe vida sem relação. Não existe vida no isolamento. Ou seja, o individualismo, por si só, é uma contradição da vida. A vida existe enquanto há uma dinâmica constante de manutenção, sustentação das relações e promoção de novas relações. Um ecossistema é tanto mais rico quanto mais variedade de vida exista dentro dele e quanto maior conectividade possa existir entre essas vidas.
Quando falamos num repertório de valores essenciais, estamos nos referindo a um repertório de valores sustentados por essa teia, e que por sua vez a sustentam. Quanto mais nos distanciamos disso, mais repercussões dolorosas e ruídos no sistema irão acontecer. No humano, a relação se manifesta não apenas pela vinculação imediata de afetos, mas também pelos princípios de empatia, de solidariedade, de cooperação; pelos princípios do partilhamento, da compreensão de estarmos imersos em uma comunidade viva que nos sustenta.
Nenhum de nós se fez sozinho. A espécie humana, dentre os seres vivos, é a que mais demora a adquirir autonomia e independência. Para nos movermos no berço, precisamos de três ou quatro meses. Se não houver alguém dando conta da nossa existência, sequer conseguimos nos virar no berço. Para ficar em pé, quase um ano. Para ter minimamente um discernimento do que posso e o que não posso ingerir – aquilo que põe em perigo a minha vida e aquilo que sustenta a minha vida –, serão seis ou sete anos. Para adquirir maturidade biológica, ou capacidade de procriar, 11, 12, 13 anos. E para ter maturidade psicológica nos vão minimamente 16, 17 anos, se é que alguma vez a atingimos. Muitas vezes a gente vê criançonas de cabelos brancos, no sentido de não serem capazes de se responsabilizar pelos efeitos dos próprios atos.
Então somos uma espécie que demora muito a aprender, simplesmente porque não nascemos equipados para dar conta de nossa existência. Uma tartaruga nasce e já consegue ser autossuficiente. Uma tartaruga marinha sabe onde está o mar, e vai se dirigir para este mar. Ela já vem com um repertório de saberes que lhe permite satisfazer as necessidades desta vida que ela mesma constitui, que ela mesma é.
Não é o caso do humano. Damos conta de nossa vida aprendendo. E aprendemos, obviamente, do meio que temos no entorno. Não podemos dizer que somos 100% fruto do meio, porque senão todos seríamos iguais, mas grande parte de nossas referências internas se constituiu a partir do meio que nos nutriu, nos alimentou e nos deu parte da identidade que afirmamos ser. Nesse sentido, quando se tem uma sociedade na qual os valores que estão sendo promovidos são sempre secundários com referência à vida, ao que é essencial, alguma coisa está errada. A solidariedade e a cooperação não podem ser uma excepcionalidade no humano, são constituintes do humano. A excepcionalidade teria que ser justamente o contrário: negar-se à solidariedade, negar-se à cooperação, negar-se ao compartilhamento.
E temos que ser realistas: o que nos está mostrando uma grande parte dos elementos constituintes daquilo que chamamos cultura – seja a mídia, seja a arte – são rupturas, rupturas, rupturas. Você liga uma TV, passa pelos canais abertos e pelos canais privados, 80% da programação é confronto bélico, é confronto nutrido de raiva, de ressentimento, é busca de uma competição absurda pelos poderes. Os outros 10% são muitas vezes de uma precariedade e de uma indignidade psicológica muito dolorosa: é o deboche, a ridicularização do outro, aquela coisa das pegadinhas, situações em que todo mundo ri, literalmente, da desgraça alheia. Como achar graça de uma criança que está aprendendo a caminhar e cai. Como isso pode ser motivo de chacota? A primeira reação ante algo inusitado é, muitas vezes, o riso. Mas de maneira alguma isso pode ser uma celebração coletiva. Então, o que sobra? Uns 10%, em que se encontram fontes de inspiração na vida animal, em recortes históricos ou releituras de fatos do passado, programas sobre astronomia. São também os que têm menos audiência.
E aí está o grande nó górdio que temos de desatar, porque está fazendo sofrer a todos, sem exceção: ninguém hoje está em uma situação na qual possa desfrutar da vida que lhe está sendo oferecida a cada instante. Penso que é momento de revisitar premissas. Para onde estamos nos dirigindo, qual é o porto a que queremos chegar, e de onde estamos partindo? Não podemos saber com clareza onde queremos chegar se não sabemos de onde estamos partindo. E estamos partindo de um cenário de bilhões e bilhões de anos, que é a vida, que tem uma experiência acumulada extraordinária e provoca admiração – porque também é natural do humano admirar os feitos, não apenas belos, mas também sábios. A gente reconhece intimamente quando há sabedoria. E tudo isso está sendo colocando em perigo pelo estado de arrogância, de prepotência em que a espécie humana terminou se refugiando. Então, penso que são necessários mecanismos urgentes de redefinição das prioridades.
Que mecanismos seriam esses?
A educação, sem sombra de dúvida. Em toda a minha formação escolar, não recebi uma única aula a respeito de questões ambientais. Aliás, a palavra ecologia sequer existia. Hoje já se veem crianças assinalando, dentro de casa: “mamãe, a torneira está aberta; papai, olha a luz acesa; fulano, não jogue papel na rua”. Há uma capacitação das novas gerações para dar conta de uma consciência à qual a minha geração esteve totalmente alheia. As novas gerações também vão ter que criar todo um novo repertório de conciliação com a vida – porque parece que estivemos brigando com ela, dando-lhe as costas, querendo criar um mundo paralelo independente da natureza – o que é impossível. É esquizofrênico.
Que papel as redes sociais podem ter nessas mudanças?
Vai depender do conteúdo com o qual estiverem preenchidas. O instrumento em si é extraordinário, a gente fica até orgulhoso pela capacidade do ser humano de criar instrumentos de ligação. Mas sem uma vinculação, sem criar um nexo com outros, não funciona. Se isso não se sustenta, se isso é líquido, como fala Zygmunt Bauman, a sociedade líquida que não tem raiz, não tem profundidade, não consegue criar sustentabillidade e, consequentemente, promover mecanismos de continuidade. Se não tenho isso, as redes sociais podem se tornar mais um objeto de consumo do tempo e da energia das pessoas. Para mais uma vez fugir do importante e do essencial, que é o compromisso, a relação – com todo o risco que isso acarreta.
Você acha então que as redes sociais precisam se enraizar nas relações pessoais, para ter alguma efetividade?
Sim, e devem estar profundamente aliadas com a compreensão do que são as redes de vida, de como a vida se comporta dentro de macrossistemas e de microssistemas, como em nossa espécie.
A natureza é o nosso espelho?
Sem sombra de dúvida, sem ela não somos nada. Uma coisa que me parece absurda é que todos somos capazes de distinguir carros pelas suas marcas, pelo ano e pelos insumos que trazem. Contudo, se você pergunta a diferença que há entre um ipê e uma paineira, ou ainda quais são as árvores que há em sua rua, a pessoa não sabe. Como podemos distinguir modelos de carros e ser incapazes de distinguir duas árvores? As crianças não sabem diferenciar uma abobrinha de uma berinjela, não sabem diferenciar batata de cará ou inhame – isso é preocupante, porque elas podem viver sem saber a marca dos carros, mas não podem viver sem árvores e sem vegetais.
É sobre isso que falo: de nos referirmos ao importante, ao essencial. Estamos embevecidos, quase narcotizados pelas criações humanas, e nos esquecemos de que tudo isso é possível unicamente porque há um substrato dado pela natureza, dado pela vida, pela terra, a terra que nos nutre e nos sustenta, sem o qual nada vai ser possível. Todas as inovações no campo da sustentabilidade energética, seja energia eólica, seja dos mares, são pensadas a partir de um recurso natural. Não há como sair disso. A energia que inventamos, que foi a energia nuclear, está sendo repensada: será que somos suficientemente responsáveis para dar conta de um instrumento cujas consequências sequer conseguimos prever?
Algum movimento social te chamou atenção, aqui no Brasil ou fora dele?
Para mim o Greenpeace continua sendo uma referência, pela continuidade. Valorizo muito a continuidade em uma ação, esse estardalhaço de projetos fogueteiros, que criam um grande evento e terminam, não leva a nada. Há movimentos interessantes trabalhando seriamente na questão da sustentabilidade, mas penso que isso tem que entrar mais no cotidiano das pessoas, não apenas as discussões sobre sacolinha de plástico. Tem que perguntar: “Como eu, como indivíduo, estou afetando a vida dos outros seres? Qual é a minha pegada ecológica, como é meu consumo?” Em última instância: sou eu que escolho, ou me deixo escolher pela sedução das referências externas? Essas questões têm que passar necessariamente pelo indivíduo.
Gandhi tinha uma frase radical: “Seja a mudança que você quer ver no mundo”. Comece por si mesmo. Você não pode começar pelo mundo, mas pode começar por você. Gandhi tinha essa capacidade de apontar com clareza questões relevantes, acessíveis à participação de todos. Penso que devemos resgatar essa capacidade.
Gandhi esteve vivo em várias manifestações recentes, por sua não-violência.
Sem dúvida. Mas ele é uma referência ainda pouco estudada. Admiramos muito Gandhi, mas não o estudamos. Não estudamos o que está por trás da estratégia que ele utilizou para desmontar o enorme maquinário de colonização – estou falando do Império Britânico, não de um império passageiro – em um país tão populoso e tão rico em recursos naturais quanto a Índia. Sem uma única arma, sem necessidade de disparar um único tiro… como aconteceu isso? Nós ainda não estudamos as estratégias pedagógico-políticas que Gandhi colocou em cena já em meados do século XX – a independência da Índia foi em 1947 e em 1948 Gandhi morreu. Ele escreveu muita coisa, não é que ele seja um ativista sem reflexões nem metodologia. Criou todo um processo estratégico para desmontar o poder e, fundamentalmente, robustecer as massas indianas. Que eu me lembre, Gandhi foi um dos primeiros a promover o poder local – do qual hoje falamos tanto. Insistia constantemente em fortalecer, nutrir, empoderar as aldeias. É nas aldeias que vive o indiano, dizia ele. É nas aldeias que devemos pensar quando falamos da construção de uma nação, de uma identidade nacional.
Diante de tudo isso, você consegue enxergar novas formas de ação política?
Primeiro, temos que despartidarizar as questões políticas. Se a gente não começa a limpar o terreno do político, entendendo que político é aquilo que atende a todos nós, independente do partido em que estamos engajados, vai ser muito difícil resgatar o princípio fundante da vida comunitária, da vida pública. A palavra idiota, em grego, refere-se justamente àquele que não se interessava pelo público, tão apequenado estava por seus interesses pessoais que não conseguia enxergar o cenário do público, do coletivo. Então, se a gente não despartidariza as questões de ordem pública, não vai resgatar a dimensão extraordinária que tem a política.
Talvez a atividade política seja a mais elevada e mais nobre que cada um de nós pode ter. Porque nos erguemos acima de nossos interesses pessoais e passamos a contemplar o que atende às necessidades de uma parcela maior da população. É um ato de generosidade, quando você abre mão de seu espaço para refletir sobre algo maior. A minha perspectiva é despartidarizar questões de ordem pública, o que não quer dizer que os partidos políticos não tenham que ser fortalecidos. São eles, no fim das contas, que vão manter a roda da política em funcionamento. Mas os interesses nacionais, os interesses coletivos têm que estar, muito claramente, acima de qualquer tipo de partidarismo.
Pensando no futuro, como você vê as novas gerações convivendo nesse planeta tão pequeno?
Quando a gente se põe a pensar onde estamos, na periferia de uma galáxia… Não somos o centro da galáxia, dentro dela é tudo elíptico. Em nosso sistema o centro é o Sol, sem o qual não há possibilidade de vida. Nosso sistema é periférico, não é central. E nossa galáxia, dentro do universo, é uma dentre bilhões. Não sabemos se o fenômeno vida, ou alguma coisa semelhante àquilo que chamamos vida, existe em outra parte do universo. O que sabemos é que estamos na crosta de um planeta cuja estabilidade depende de milhões de fatores, e que estamos intervindo em alguns desses fatores, o que provoca alterações que colocam em risco todo o fenômeno da vida.
O fenômeno vida tem três ou quatro bilhões de anos de existência. Isso teria que criar em nós um senso de responsabilidade muito, muito grande. O que possibilita a uma jabuticabeira saber que chegou o tempo de dar fruto? Existe aí toda uma experiência acumulada. Você pode dizer “mas ela não é consciente disso”. A jabuticabeira pode não ser consciente disso, entretanto ela cumpre o seu papel no processo. Aparentemente, somos os únicos que temos consciência de que temos consciência. A espécie humana tem esse diferencial de saber que sabe ou saber que ignora. Isso teria que aumentar o nosso senso de responsabilidade, e não diminuí-lo.
Penso que as novas gerações hoje estão muito mais sensíveis a isso. Você vê uma geração inteligente, capaz, talentosa, em marcha. Por exemplo: está abrindo mão de ter carro para se deslocar na cidade de bicicleta, ainda que esta cidade não ofereça facilidades para tanto. Jovens que estão abrindo mão de ter cargos de liderança em multinacionais porque querem trabalhar em instituições de cunho social, ou ainda dedicar-se mais à família acompanhando a educação de seus filhos. Jovens que deixam de fazer pós-graduações nas universidades legitimadas pelo senso acadêmico e empresarial para ir a trabalhar em uma comunidade de um país asiático, africano, latino-americano. Ou seja, estamos vendo sinais muito evidentes de uma geração que já é muito mais sensível a toda essa rede que eu chamo de as coisas importantes da vida.
Você imagina uma governança global?
Você está vendo a dificuldade que têm as Nações Unidas. A ONU é a arquitetura política mais interessante que tivemos no século XX, e 50 anos não são nada para uma instituição criar seus mecanismos. Mas não acredito na centralidade de um poder. Acredito muito na pluralidade, no poder da diversidade adquirir competência para manter vinculações sem perder sua identidade. Isso de homogeneizar, de ter um discurso único, um repertório de valores únicos, não penso que seja saudável para a humanidade.
Acredito que a humanidade tem que preservar essa capacidade extraordinária de ter diversas representações e compreensões de mundo, mas colocá-las para dialogar. Não para uma convencer a outra, não para uma domesticar a outra, mas, pelo contrário, para se fecundarem mutuamente. Para que cada uma possa potencializar na outra o que tem de melhor. É a diversidade que nos vai permitir ampliar a percepção da realidade. Se fico monocorde, em um único modelo de percepção, simplesmente encurto a minha capacidade de enxergar a realidade. Mas se acoplo cada um com sua característica e essencialidade, amplio a percepção que posso ter da realidade, e isso é muito saudável.
O que não é saudável, hoje, é a insaciabilidade que parece ter o homem contemporâneo: ele quer tudo, quer mais de tudo. Gosto muito daquela frase de Confúcio: “nada é o bastante para quem considera pouco o que é suficiente”. Há aí uma grande lucidez, da qual precisamos nos nutrir e iluminar. A gente perdeu totalmente a noção: nada é suficiente, a gente quer sempre mais, mais, mais e mais. Mas há um limite para o que é saudável desejar. Não há como sentir mais, não há como comer mais.
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Comportamento | 77 | 15/01/2013 - 18h | 14546 | Ricardo Alvarez |
http://www.outraspalavras.net/2012/12/19/para-viver-alem-de-narciso/
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