13/09/2013

Indica ao Sr.Governador a inclusão da temática sobre a questão de gênero como obrigatória no currículo oficial da rede estadual de ensino.

Aldo,

Bom dia.
Segue o texto (já publicado em DO, com número) de uma Indicação do Mandato do Giannazi, em que postulamos a inclusão da discussão da temática de gênero no currículo das escolas estaduais.
Neste primeiro momento, achamos melhor uma Indicação, pois ela é mais direta e objetiva e chega ao Secretário de Educação, que é, inclusive obrigado a responder. No caso dos Projetos de Lei, eles caminham a passo de tartaruga e mesmo quando estão prontos para pauta podem ficar anos sem serem pautados para voto em sessões.
Abraço
edson Gabriel
Gab. Dep. Giannazi

INDICAÇÕES
CARLOS GIANNAZI
3369/2013
Indica ao Sr.Governador a inclusão da temática sobre a questão de gênero como obrigatória no currículo oficial da rede estadual de ensino.



INDICAÇÃO Nº    , de 2013.

 INDICO, nos termos do artigo 159 da XIV Consolidação do Regimento Interno, ao Excelentíssimo Senhor Governador do Estado que determine à Secretaria de Educação incluir a temática sobre a questão de gênero como obrigatória no currículo oficial da Rede de Ensino do Estado de São Paulo.


                                 Justificativa

        Em um mundo onde o patriarcalismo está arraigado, a causa da desigualdade de gênero foi e é responsável por vitimar de maneira drástica as mulheres.
        A violência contra as mulheres é considerada a forma mais antiga e encoberta, escolhida pelo gênero masculino, de opressão de classe, manifestação de poder e dominação.
Em todos os casos, que inclui a prática de manipulação do corpo da mulher submetendo-o a violência, tanto a que se refere à agressão física (espancamentos, estupros, assassinatos) quanto a que o coisifica enquanto objeto de consumo, toleradas inclusive pelo Estado, estão ligados ao fato de que historicamente a mulher foi tomada como propriedade pelo homem, que exerce plenos direitos sobre ela, para assegurar a paternidade e a herança (quando se acumula) dos filhos.
Sendo assim, a sociedade patriarcal prioriza as relações mercantis, bem como a propriedade privada em detrimento das relações humanas matrimoniais. Diante dessas raízes culturais, a mulher vem pagando um “preço” altíssimo a se ver submetida a cumprir o papel imposto por esse sistema, que corresponde a uma hierarquização entre os sexos, incontestavelmente destacando as relações de poder, ao legitimar a inferioridade do papel da mulher na produção social a partir do surgimento da propriedade privada.
Quando o sexo feminino decide romper com sua posição social subalterna, ou seja, com o modelo de feminilidade imposto desde a infância que restringe seu comportamento (inclusive sexual) ao discreto quando em público, e privadamente, voltado à satisfação do seu namorado ou marido, chegando ao ponto de ser incentivada a sacrificar sua integridade física e psicológica em nome da manutenção do casamento e da família, é coagida correndo o risco muitas vezes de sofrer feminicídio. Segundo Marcela Lagarde feminicídio se refere “às mortes de mulheres causadas e legitimadas por um sistema patriarcal e misógino” (Misoginia vem do grego e significa miso – ódio, gene – mulher, ou seja, é um movimento de aversão ao que é ligado ao feminino). Em resumo, podemos compreender como sendo uma definição do homicídio de mulheres por razão de gênero.
Segundo Liliana Maiques Alves, “estima-se que cerca de 2% do PIB de cada país é gasto com a violência de gênero, enquanto que os investimentos com uma política que dê conta de estancar tal fenômeno são ínfimos”.
Lamentavelmente, embora tenham surgido avanços, os instrumentos criados não foram capazes de evitar a morte e romper com o ciclo de violência a que as mulheres estão submetidas e, não obstante, o debate sobre feminicídio ainda permanece embrionário na maioria dos países.
No Brasil, analisando as relações de poder ligadas a violência, 92 mil mulheres foram assassinadas entre os anos de 1980 e 2010 segundo pesquisa elaborada pelo Instituto Sangari, ou seja, nesses 30 anos ao invés dos óbitos diminuírem cresceram cerca de 217,6%. Espantosamente, “entre 84 nações avaliadas, nosso país alcançou o ranking de 7º lugar em taxa de homicídios de mulheres no período entre 2006 e 2010”.
        Constatamos que ainda existe um longo caminho a ser percorrido para que a sociedade brasileira, além de reconhecer efetivamente a desigualdade de gênero, possa reivindicar aos órgãos públicos e considerar que é urgente a necessidade de combatê-la. Basta avaliar o caso de Maria da Penha Maia Fernandes que precisou denunciar a violência doméstica que sofria a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos), para que o Brasil fosse responsabilizado pela tolerância judicial e, mesmo assim foram quase 20 anos de resistência para que o Estado brasileiro criasse a Lei Maria da Penha, dando um tratamento específico à violência de gênero.
Sabemos, a Lei Maria da Penha foi uma importante conquista, porém, está inserida no contexto dos países que se venderam ao projeto neoliberal recentemente, como é o caso do governo brasileiro, que insiste em reduzir sua responsabilidade, obedecendo às ordens nos anos 90 dos organismos internacionais para enxugar gastos. Com as mudanças estimuladas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pelo Banco Mundial (Bird), o Estado passou a ter sua atuação reduzida, especialmente em relação aos investimentos públicos nas áreas sociais. Essa política adotada por esses governos supõe um desmantelamento do aparato do Estado no que se refere às políticas assistenciais e de igualdade de oportunidades para impulsionar o investimento no setor privado, obviamente indo de encontro aos interesses do capital.
Diante disso, somente no ano de 2011 foram cortados R$ 5,4 milhões para o programa de prevenção e enfrentamento da violência contra a mulher, segundo Alves. O corte de verbas, a falta de acolhimento das vítimas diante da necessidade de medidas protetivas, como a de separação de corpos quando a vida da mulher está em risco (chega a demorar até seis meses, conforme reconhece a própria ex-ministra, Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para Mulheres – SPM, citado no artigo de Tatiana Merlino), continuam sendo limitações que impedem garantir a integridade física e psicológica das mulheres.
Simone de Beauvoir “afirma ser necessário estudar a forma pela qual a mulher realiza o aprendizado de sua condição, como ela a vivencia, qual é o universo ao qual está circunscrita”, então, não exclusivamente, mas é através da educação que vamos avançar substancialmente numa perspectiva de conquistar a igualdade em todos os níveis, seja no mundo externo e ou no âmbito doméstico para “que as diferenças entre os sexos sejam de complementariedade e não de dominação” (Branca Moreira Alves e Jacqueline Pitanguy, 1981).
A educação é um dos poucos instrumentos capaz de não camuflar as raízes culturais da opressão histórica da mulher, de desnaturalizar as relações de poder entre os sexos e, sobretudo a sua posição social subalterna. A desigualdade, bem como a violência de gênero sendo fruto de um processo histórico, ou seja, “sendo História, e não natureza, é passível de transformação”, como bem explicitou Alves e Pitanguy.
Não podemos continuar permitindo que a questão da mulher seja relegada ao segundo plano apenas condenando as práticas da opressão e da violência, temos que avançar para uma educação não sexista, pois esta corrobora perpetrando as diferenças, cravando desigualdades entre os sexos, capazes de gerar injustiças quando não acolhe desde muito cedo as crianças como elas são e sim como a sociedade determina culturalmente, por exemplo, ao disseminar ideias discrepantes como homem é cérebro, razão e mulher é coração, emoção.
A desigualdade de gênero deve ser combatida através da adoção de uma política de discussão sobre o assunto no interior das escolas, com ações direcionadas para mostrar o caráter coletivo dos crimes de agressão cometidos, evitar seu esquecimento, sua banalização, mas em especial garantir a desconstrução dessas relações como uma forma de busca concreta da igualdade.
Como explicitou Tânia Pinafi, “(...) a conscientização da natureza histórica da desigualdade de gênero precisa ser trabalhada desde o início do ensino escolar, já que a desigualdade de gênero somada à ordem patriarcal vigente são alguns dos ingredientes que, unidos ao sentimento de culpa inculcado historicamente na psique das mulheres, contribuem para a perpetuação das relações desiguais de poder que acabam por acarretar em violência”.
(...) Então, além das políticas públicas criadas para a condenação e combate a violência contra a mulher, como a Lei Maria da Penha, nosso desafio é buscar a ampliação dos espaços de discussão para combater a desigualdade de gênero permitindo que as mulheres saiam da situação de vitimização e, assim reparar os danos causados, durante séculos, com o modelo de anulação da educação da mulher para o mundo externo (...).
Os programas de combate à violência devem ser institucionalizados em todo o país, mas não somente no campo da condenação quando esta ocorre e, sim da educação que tem um papel fundamental na transformação da sociedade, segundo Paulo Freire “se a educação sozinha não pode transformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda”.
No Distrito Federal, o Conselho de Educação reformulou e atualizou as normas para o sistema de ensino avançando para uma prática inédita ao inserir como obrigatoriedade no currículo do ensino fundamental e médio a discussão sobre os direitos da mulher e o recorte de gênero:

“Pela primeira vez no Brasil, escolas públicas e particulares debaterão o tema com os alunos em sala de aula. Com maior número de denúncias contra a mulher, Brasília incluirá o tema da violência e dos direitos no currículo escolar. O direito das mulheres será tema discutido em salas de aula do Distrito Federal a partir de 2013. Assuntos como o preconceito e a violência envolvendo mulheres também serão discutidos em escolas públicas e particulares. A resolução que trata do tema foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal de 18 de outubro, após aprovação do Conselho de Educação do DF. Segundo o Conselho, a iniciativa é inédita no País. Para disseminar a ideia, professores das escolas públicas serão qualificados até o fim deste ano para transmitir as informações aos alunos de maneira adequada. Disciplinas como português, sociologia e história incluirão a questão da mulher no currículo escolar. O presidente do conselho, Nilton Alves Ferreira, informou que o órgão considerou o fato de Brasília ter o maior número de denúncias de maus tratos a mulheres. “A gente acredita que a criança, o adolescente, ao aprender na escola a respeitar a mulher, quando se tornar um adulto não irá agredi-la”, disse Ferreira. A historiadora e doutora em educação Renísia Cristina Felice diz que o assunto já é discutido em algumas escolas, mas que a resolução é positiva porque obriga que todas façam o mesmo. ‘A educação é o espaço que não só implementa políticas, mas que reproduz alguns valores da sociedade. Mas você constrói outros valores, e a educação é espaço para que isso aconteça’, diz a especialista.”

Não diferente do Distrito Federal, o estado de São Paulo, viu crescer 40% os casos de violência contra a mulher entre os anos de 2011 e 2012, segundo levantamento do Ministério Público Estadual.
Incluir a temática sobre a questão de gênero como obrigatoriedade no currículo oficial da Rede de Ensino do estado de São Paulo, a exemplo do que ocorreu no Distrito Federal e com a “História e Cultura Afro-Brasileira”, para que a sociedade ao reconhecer que a desigualdade de gênero existe possa desconstruí-la, avançando no debate e combater toda forma de opressão e violência contra a mulher. Os seguintes objetivos, a seguir descritos, devem nortear a decisão de incluir essa temática no currículo escolar:

● Analisar o processo histórico de anulação da mulher na produção social;
Entender que a causa da opressão histórica da mulher foi e é responsável por vitimar de maneira drástica as mulheres;
● Desnaturalizar as relações de poder entre os sexos;
● Constatar que os altos índices dos casos de lesões corporais (como abuso físico e verbal, estupro, tortura, escravidão e assédio sexual), agressões psicológicas, bem como os feminicídios sofridos por mulheres são causados e legitimados por um sistema patriarcal e misógino;

● Avançar na reparação de danos, não somente com uma legislação que pune, mas com a implantação de um programa efetivo de educação pública na perspectiva de fazer um resgate histórico da prática de opressão milenar a que as mulheres estão submetidas;
Reconhecer a necessidade da emancipação da mulher e promover uma nova sociedade em que possamos repaginar a história da humanidade enquanto produtores sociais num esforço voltado para prevalecer o respeito pela igualdade de gênero e imprimir definitivamente essa condição como uma característica intrínseca na essência da natureza humana;
● Compreender que apesar das mulheres serem 51,3% da população brasileira, terem conquistado o mercado de trabalho, estarem ocupando assentos nas universidades e terem implementado uma lei que pune a violência doméstica não alcançaram a igualdade de gênero;
● Reforçar que o Dia Internacional da Mulher não é uma data comemorativa e sim um dia de mobilização dedicado aos ideais de liberdade, igualdade e combate a violência de gênero;

● Elaborar conhecimentos significativos para trazer uma profunda reflexão e mudança de comportamentos sociais responsáveis pela violência gerada contra as mulheres no mundo inteiro.
A proposta ora encaminhada através desta INDICAÇÃO foi apresentada e sustentada pelos seguintes educadores: Nayara Alves Navarro (Presidente do PSOL de São Bernardo do Campo e vice-coordenadora da APEOESP subsede de São Bernardo do Campo), Aldo Santos (Presidente da APROFFESP e coordenador da APEOESP subsede de São Bernardo do Campo), André Sapanos (Presidente do PSOL de Mauá), Alberto Ticianelli (Presidente do PSOL de Ribeirão Pires) e Diógenes Batista de Freitas (Membro do Diretório do PSOL de São Bernardo do Campo e conselheiro estadual da APEOESP subsede de São Bernardo do Campo)

Sala das Sessões, em setembro de 2013
a) Carlos Giannazi


12/09/2013

RELADO DA REUNIÃO DO COMITÊ REGIONAL CONTRA O AUMENTO DA PASSAGEM, REALIZADA NO DIA 9/09/2013.

COMITÊ REGIONAL UNIFICADO.
RELADO DA REUNIÃO REALIZADA NO DIA 9/09/2013.
Após avaliação das atividades desenvolvidas pelo Comitê Regional  Unificado contra o aumento da passagem,em consonância com a conjuntura econômica e organizacional, discutimos e aprovamos a seguinte agenda de interesse coletivo.
1-Dia 11, debate dobre a desmilitarização da PM, às 19 horas no metro Santa Cecília;
2-Dia 14 às 9 horas ato sobre o estatuto do nascituro, concentração na Praça Brasil;
3-Dia 17, churrasco de recepção ao Serra,  as 19 horas na Faeco;
4-Dia 16,Encontros regionais da apeoesp;
5-Dia 21, das 14 às 16 horas início de novo curso básico sobre o Pensamento Marxista e a Práxis cotidiana, na subsede da apeoesp-sbc, avenida Prestes Maia, 233, 1° andar, centro SBC.
6-Dia 21, a partir das 16:30, Plenária de organização Regional da  INTERSINDICAL  . A mesma será realizada na subsede da apeoesp em sbc,  Avenida Prestes Maia, 233, 1° andar, centro;
7-Dia 21, plenária do MPL Estadual em Guarulhos;
8-dia 21, café filosófico em Santo André;
9-Dia 29, às 10 horas na apeoesp-sbc, Debate  do Pós Junho/Julho 2013 e a Construção do Poder popular;
10- No dia 16 às 18 horas, vamos debater   a não inclusão das cotas raciais  no  vestibular  da FDSBC em 2014;
11-Criar evento para a coleta de assinatura do  projeto de iniciativa popular pelo Passe livre para jovens, aposentados e toda a população da cidade;
 
Modelo de Projeto de Lei de iniciativa Popular.

EXMO. SR. PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO BERNARDO DO CAMPO



PROJETO DE LEI DE INICIATIVA POPULAR

PROJETO DE LEI Nº............/.........-PROTOCOLO GERAL Nº.........../...........



Institui O passe livre para estudantes, desempregados e toda população  residente  no Município  de São Bernardo do Campo.


A CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO BERNARDO DO CAMPO APROVA:

Art. 1º. Fica Instituído, o Passe livre para estudantes, desempregados e toda a população  do    residente no município de São Bernardo do Campo ;

Art. 2º. O Poder Público fica obrigado a executar ações para o cumprimento da referida lei. 

Art. 4º. As despesas decorrentes da presente lei correrão à conta das dotações orçamentárias próprias, ou através de taxação  das grandes fortunas, dos lucros dos empresários dos transportes  ou  pelo IPTU progressivo.

Art. 5º. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

São Bernardo do Campo, em ......................................................

OS ELEITORES SÃO-BERNARDENSES QUE ADIANTE ASSINAM:


Proposta de Justificativa.

Na história da Cidade e das luta dos estudantes, a pauta Pelo passe livre sempre esteve presente,  desde a apresentação do Projeto de lei nessa casa em 1989, bem como  outras manifestações de caráter popular nos dias atuais . Esse projeto foi aprovado pela Câmara municipal, o prefeito Mauricio Soares vetou o projeto e os vereadores derrubaram o veto do Prefeito. Para não publicar a referida Lei, o prefeito recorreu a justiça para evitar a efetivação  passe livre estudantil. Nos dias atuais, milhares de pessoas foram e estão nas ruas lutando por reivindicações de interesse da juventude, dos desempregados  e excluídos, bem como por saúde, educação  emprego e salário para a classe trabalhadora.
Entendemos que devemos  avançar na luta pelo passe livre para os estudantes e desempregados  e toda população da cidade, rumo a tarifa zero. Sabemos que o preço das passagens  causa  grande impacto no orçamento familiar, enquanto os tubarões   dos transportes ficam ricos as custas da miséria e do sofrimento dos usuários. Entendemos também que o poder público não deve ficar isento da sua contribuição   na melhoria da vida dos mais pobres, pois dispõe de mecanismos como  a taxação de grandes fortunas, implantação do IPTU progressivo e  até subsídios para assegurar o direto aos estudantes,  desempregados e toda população residente na cidade. Governar é eleger prioridade. Essa política deve culminar com um transporte público de qualidade e gratuito, com a estatização do sistema de transporte municipal. Nesse contexto, avança  no país a luta pelo Passe livre Estudantil bem como a necessária discussão e implementação da  tarifa zero na perspectiva  da classe trabalhadora.

Subsede da apeoesp-sbc.


Texto sobre a intersindical

ESTÁ SURGINDO UMA NOVA CENTRAL.
No dia 08 de Agosto de 2013 participei  de uma reunião com dirigentes da Intersindical, onde por algum tempo ouvimos dos mesmos as deliberações do recente seminário realizado nos dias 02 e 03 de Agosto de 2013, onde, por unanimidade optaram pela construção e legalização da Intersindical.
Compareci a essa reunião em nome da diretoria da APROFFESP que em deliberação interna aprovou que deveríamos buscar dados e informações sobre o papel e a importância das centrais sindicais, para posterior deliberação.
Além de uma rápida analise de conjuntura e da reestruturação produtiva o seminário apontou um calendário de luta e ações práticas rumo à formalização e registro da entidade até o primeiro semestre de 2014.
Do ponto de vista conjuntural o documento afirma: “Para a INTERSINDICAL, é preciso parar o Brasil numa greve política contra o capital e as políticas dos governos que impedem o atendimento das reivindicações dos trabalhadores e da juventude. Denunciar os planos patronais de ampliar a precarização do trabalho, denunciar os lucros dos bancos e do grande capital com a apropriação de dinheiro público e exigir do governo Dilma a mudança da política econômica é o caminho para avançar nas conquistas exigidas pelas ruas”.
Além de constatações citadas, ainda apresentam as seguintes reivindicações programáticas:
- Não ao PL 4330. Chega de terceirização. Salário igual para trabalho igual;
- Auditoria da dívida pública. Nem dinheiro para a copa. Nem dinheiro para as montadoras. Nem dinheiro para os bancos. Dinheiro público é para as políticas públicas.;
- Onde está o Amarildo? Basta de violência policial, de repressão por parte do Estado, de extermínio da juventude negra e da periferia. Pela desmilitarização das polícias e contra a criminalização da pobreza e dos movimentos sociais;
- Em defesa da demarcação das terras indígenas. Não a PEC 215;
- 10% do PIB para educação pública. Cumprimento imediato do salário e da jornada da Lei do Piso onde ela ainda não é cumprida. Redução da jornada e aumento de salários em todo o país - 1/3 da jornada com atividades extraclasse e mínimo do Dieese para jornada de 20 horas;
- Chega de violência contra as mulheres. Participação na Jornada contra o Estatuto do Nascituro de 28 de agosto a 28 de setembro e das atividades da Marcha Mundial de Mulheres no dia 31 de agosto;
- Democratização dos meios de comunicação e participação na campanha de coleta de assinaturas para um projeto de lei de iniciativa popular por uma mídia democrática;
- Não às privatizações do petróleo, das rodovias, dos portos, dos aeroportos, das elétricas.”
Em relação a atuação sindical afirmam que: “O movimento sindical brasileiro passa pelo período de maior fragmentação das últimas décadas. A dispersão deu um salto quando a CUT, por conta da ausência de autonomia na relação com o governo, perdeu a capacidade de aglutinar em torno de si vários setores do movimento.”
        Em relação a Conclat    constatam que :   “O fracasso do Conclat de 2010 demonstrou que a batalha pela organização dos trabalhadores com independência em relação aos patrões, Estado, governos e partidos políticos segue na pauta. As tentativas de "repactuação" do Conclat também fracassaram.”
Nesse contexto, definem que: “É hora de avançar na organização e no fortalecimento de um instrumento de concepção e prática sindical independente, classista, democrática, ampla e de luta. O fortalecimento dessa concepção passa, nesse momento, por avançar na formalização e organização de uma central dos trabalhadores, buscando inclusive o registro no Ministério do Trabalho. Isso não tem a ver com aqueles que defendem que uma central deva ser sustentada pelo imposto sindical ou por outros fundos públicos. Tampouco faremos isso para participar de fóruns permanentes de negociação tripartites”.
O documento finaliza convidando os trabalhadores e organizações para: Construírem um calendário de formalização da Intersindical como Central, bem como propõe um encontro Nacional para os dias 15,16 e 17 de Novembro de 2013 para debater concepção, pratica sindical, programa, estatuto e plataforma de lutas da nova Central. O cume desse processo de construção será consumado com a realização nos dias 14,15 e 16 de março de 2014 no congresso de Fundação da nova Central.
Entendemos que é o momento de participarmos nesse processo de construção, tendo em vista que os demais setores estão comprometidos e definidos de forma unidimensional sem a menor possibilidade de acolhimento ou participação de movimentos ou personalidades que ainda estão independentes ou em via de organização. É melhor  participar organizado mesmo que numa conjuntura de fragmentação, do que ficar esperando ou fazendo o  necessário chamado pela unidade que a cada dia fica mais distante. Entendemos que a Intersindical deveria instituir uma plenária mensal para assegurar a participação de todos que estão de acordo com o processo de construção da nova central, tendo como ponto de partida a pauta geral apresentada, para evitar erros e práticas já conhecidas e questionadas em relação aos outros processos de unidade.
Quem sabe faz agora!

Aldo Santos, Sindicalista e Militante do Psol.

11/09/2013

I Congresso Brasileiro de Filosofia da Libertação e I Simpósio de Professores de Filosofia e Filósofos do Estado de São Paulo (APROFFESP): “Perspectivas do Pensamento de Libertação no Brasil”, realizado na FAPCOM (Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação de São Paulo, no período de 04 a 06 de setembro de 2013.

RELATÓRIO
      I Congresso Brasileiro de Filosofia da Libertação e I Simpósio de Professores de Filosofia e Filósofos do Estado de São Paulo (APROFFESP): “Perspectivas do Pensamento de Libertação no Brasil”, realizado na FAPCOM (Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação de São Paulo, no período de 04 a 06 de setembro de 2013.
Dia: 04/09 – Os trabalhos foram abertos, o professor Euclides Mance, do INFIL (Instituto de Filosofia da Libertação), de Curitiba – PR, ministrou um “Breve histórico da Filosofia da Libertação: uma abordagem introdutória”. Em seguida, houve uma Mesa de debates 1: “Ensino de Filosofia e Filosofia da Libertação”, com os professores Alípio Casali (PUC-SP), Antonio Joaquim Severino, (PUC-SP) e (USP) e o Deputado Estadual por São Paulo, Carlos Gianazzi.
Na parte da tarde, houve a Mesa de debates 2: “Interfaces filosóficas”, com a participação dos professores Julio Cabrera da Universidade de Brasília (UNB), Eduardo  de Oliveira da Universidade Federal de Bahia (UFBA) e Enrique Dussel, da Universidade Nacional do México (UNAM).
Dando continuidade à programação, Enrique Dussel proferiu uma conferência, onde pontuou a trajetória da “História da Filosofia da Libertação” e os desafios que ela enfrentou na América Latina e em outras partes do mundo. Além disso, colocou a realidade atual em nosso Continente, no mundo em que a Filosofia da Libertação deve continuar dando suas contribuições para as transformações urgentes, tendo em vista a defesa da Ética da Libertação para uma Vida com dignidade.
Para fechar os trabalhos do dia, teve um espaço para que os pesquisadores e entidades trocassem experiências sobre os seus trabalhos.

Dia: 05/09 – No início dos trabalhos, o professor Euclides Mance ministrou a segunda parte do curso “Breve histórico da Filosofia da Libertação: uma abordagem introdutória”, desta vez destacando as contribuições dos filósofos argentinos, brasileiros, mexicanos e, em especial, de Enrique Dussel, nesse processo.
Num segundo momento, houve a Mesa de debates 3: “Pensamento neocolonial”, que contou com a participação dos professores Jung Mo Sung, Faculdade Metodista de São Paulo e Benedito Eliseu Cintra, da PUC-SP.
Na parte da tarde, ocorreu a Mesa de debates 4: “Ensino de Filosofia e Libertação”, com os debatedores Aldo Santos, Presidente da Associação dos professores de Filosofia e Filósofos do Estado de São Paulo (APROFFESP), Francisco Gretter, Vice-Presidente dessa entidade e Hugo Matos, professor da Rede Pública Estadual de Ensino de São Paulo e da Faculdade Metodista de São Bernardo do Campo – SP.
Na sequência, tivemos a Mesa de Debates 5: “Mulheres e a Filosofia”, com a professora Magali Mendes, de União da Vitória – PR, que falou de sua experiência de Filosofia em sala de aula, a partir da organização de projetos.

Depois, o professor Manfredo Araújo de Oliveira, proferiu uma conferência que tratou do “Meio ambiente, Ciência, Tecnologia, Ética” e os desafios postos na Modernidade para a convivência das pessoas, rumo a relações éticas humanizadoras.
No início da noite os trabalhadores foram concluídos com o lançamento de livros e uma Programação Cultural.

06/09 – Os trabalhos foram abertos com uma abordagem que fechou o “Breve histórico da Filosofia da Libertação: uma abordagem introdutória”, ministrado pelo professor Euclides Mance. Nessa conclusão, ele destacou, brevemente, as lutas sociais que ocorreram no Brasil, que foram importantes para o avanço desse processo de conquistas sociais, tendo como referencial a Filosofia da Libertação.
Na sequência, teve a Mesa de debates 6: “Filosofia e práxis”, com os professores Marcio Fabri, da Faculdade São Judas de São Paulo, Suze Pisa, da Faculdade Metodista de São Paulo e Euclides Mance do INFIL.
Todos destacaram o desafio da Filosofia nos embates do cotidiano, para que ela não seja uma mera reprodução de ideologias, mas um trabalho do pensamento crítico que traga, efetivamente, mudanças concretas para a sociedade.
Dando continuidade aos trabalhos, houve sessões de comunicação (Comunicações simultâneas), onde apresentou-se pesquisas que os professores estão realizando em suas instituições de ensino.
Depois, a professora Gisele Schorr, de Porto Alegre - RS, fez uma exposição sobre a presença da “Mulher na Filosofia”, discorrendo sobre O Feminino, Pluralidade e Interculturalidade.
Logo após, o professor Luiz Alexander Kefertein, da Universidade Nacional do México (UNAM), fez uma conferência sobre “MISPAT Y TORÁ”: A Lei, a Justiça, a Religião, a Política, as Crenças, Subjetividade e Pensamento crítico moderno.
Em sua apresentação chamou a atenção para a necessidade de construirmos uma vida digna, a partir do respeito à identidade individual e comunitária.
Finalmente, a APROFFESP e a Associação dos professores de filosofia e filósofos do  Brasil (APROFFIB), realizam uma plenária para discutirem questões de interesse dessas entidades, que dizem respeito ao trabalho da Filosofia, seja no âmbito estadual ou em dimensão nacional.
Sem mais nada a destacar, encerro este relatório sobre o I Congresso Brasileiro de Filosofia da Libertação.

Ivo Lima
Professor de Filosofia da Rede Pública Estadual e Escritor
E. E. “Guilherme de Almeida”
Diretoria de Ensino Norte 2
Capital – São Paulo – SP.


09/09/2013

Escola Filinto Muller pode mudar de nome

08/09/2013 14:32, publicado no Diário regional

A Escola Estadual Senador Filinto Muller, em Diadema, poderá ter seu nome alterado por meio de proposta do deputado estadual Adriano Diogo (PT). A escola, uma das mais tradicionais da região, voltou a ter seu nome alvo de polêmica nos últimos dias, após uma pesquisa divulgada sobre o número de escolas brasileiras que possuem nomes de presidentes e personagens da ditadura militar. Filinto Muller (1900-1973) é conhecido como o “carrasco de Vargas”, por sua atuação como chefe da polícia política, quando ordenou perseguições, prisões arbitrárias e torturas de prisioneiros.
Como político foi senador e presidente da Arena, partido que deu sustentação ao regime militar. Filinto também é lembrado como o responsável por ter enviado a judia comunista Olga Benário, esposa do também comunista Luis Carlos Prestes, para a Alemanha nazista mesmo estando grávida, onde foi assassinada em uma câmara de gás.
“Estou preparando um projeto bem feito, que permita a alteração nos nomes de escolas e logradouros”, destacou Diogo. Segundo o deputado, já havia projeto de lei de autoria do deputado estadual Milton Flávio (PSDB), que visava dar ao Poder Executivo a possibilidade de se alterar a nomenclatura de locais públicos que possuam nomes ligados à ditadura militar. No entanto, a proposta teria entrado em conflito com outro projeto, do deputado Cauê Macris (PSDB), também à respeito da denominação de prédios, rodovias e repartições públicas estaduais, permitindo que esses nomes sejam escolhidos caso cumprissem uma série de exigências. “Isso atrapalhou tudo, mas agora estou empenhado no novo projeto, para que, finalmente, se possa fazer essas alterações”, pontuou.
Homenagens
A escola diademense é um dos dez colégios brasileiros com o nome de Filinto e única no Estado de São Paulo. Além da instituição, a região possui também uma rua com o nome de Muller, que fica no bairro Alvarenga, em São Bernardo. O ABC ainda conta com duas homenagens a Humberto Castello Branco (que governou o país de 1964 a 1967), uma avenida em São Bernardo e uma praça em Diadema. Outras duas para Artur da Costa e Silva (governou de 1967 a 1969), com uma rua em Mauá e outra em Santo André, além de uma homenagem a Ernesto Geisel (governou de 1974 à 1979), com uma rua em São Bernardo.
Segundo o deputado, a alteração dos nomes de escolas, ruas e outros locais públicos está longe de ser algo improdutivo. “A nossa história está marcada pela impunidade e isso se reflete no presente e vai se refletir no futuro”, explicou.
O deputado faz questão de destacar que não se trata de esconder o passado.Pelo contrário, a intenção é relembrar e trazer ao conhecimento das novas gerações a história do país. “As pessoas não imaginam que aquela pessoa que dá nome a uma rua, por exemplo, foi alguém que cometeu atrocidades. Porque todo mundo pensa que estes nomes são dados em homenagem a alguém que fez algo de bom para a sociedade”, reforçou.
História
Diogo ressaltou, ainda, que em escolas como a de Diadema, raramente é contada aos alunos a história real de seu patrono. “Mudar os nomes desses lugares e contar a história aos jovens é uma forma de mudamos a cultura”, concluiu.
Poucos estudantes conhecem a história de Filin Muller. “Só sei que foi um senador porque está no nome da escola”, afirmou Matheus Lisboa, 15 anos, que cursa o segundo ano do ensino médio na escola. Segundo Giovanna Gasparoto, 15, que também estuda no local, a maioria dos alunos não costuma questionar sobre a história do patrono da escola.
“Ninguém comenta isso, acho que por isso ninguém sabe direito quem foi o Filinto”, pontuou a estudante.
A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo foi contatada pela reportagem, mas até o fechamento da edição não respondeu ao questionamento quanto possível mudança do nome da escola.
COMENTÁRIO
No final da década de 80 lecionei nesta  Unidade Escolar em Diadema e naquela ocasião  eu já discutia com os alunos o absurdo de um centro de aprendizado ter o nome de um agente da ditadura militar. Claro que eu corria risco, pois estava em plena transição rumo ao fim ditadura militar. Os professores ficaram indiferentes, a direção me ignorou, porém, alguns alunos concordavam comigo sobre essa lamentável denominação.
Em São Bernardo do campo, quando vereador, também levantei várias polêmicas sobre a necessidade da releitura da história  numa perspectiva crítica-transformadora.Polemizei sobre a medalha João Ramalho, pois o mesmo era um exímio traficante de índio. A medalha João Ramalho era distribuída por vereadores a figuras ilustres da cidade, além de ser  denominação de nome de escolas e outras honrarias. Indiquei mudar o nome da Vila Mussolini, bem com a Avenida 31 de Março. Alguns personagens depõem contra nossa inteligência, e sempre é momento de passar a limpo a nossa história, jogando na lata do lixo aqueles que foram  e ainda são os algozes da classe trabalhadora.

Reescrever uma nova história é preciso!!!


Aldo Santos, Professor de filosofia, coordenador da subsede da apeoesp-sbc,Presidente da Associação dos professores de Filosofia e Filósofos do Estado de São Paulo, APROFFIB e militante do psol.

07/09/2013

Agressão a Marcelo Reina

Assunto: Para não esquecermos a agressão a Marcelo Reina

Não sei se é meio tardio (re) discutir a agressão ao Marcelo Reina. Penso que não, pois até agora não vi nenhum dos grupos participantes do CTJ emitir nota repudiando o acontecimento ou, pelo menos, se interessando em saber como as coisas estão. Parece que todos se esqueceram disso. Porque será? 

Se fosse somente questão de esquecimento, tudo bem. Mas houve muito mais coisa além disso. Houve ofensas ao Marcelo: alguns disserram "oportunista", outros fizeram menção pejorativa à personalidade dele. Outros, se não ofenderam, foram brandos demais em suas intervenções (a ponto de minimizar o ocorrido) e sequer acompanharam o Marcelo na delegacia.

Me parece que muita gente teria outra postura se o agredido não fosse um membro do PSOL. Talvez chovessem pessoas na delegacia, talvez brotassem do chão notas e notas de repúdio.

O mais interessante é que depois da agressão, o ritmo de atividades e reuniões do comitê caíram bastante; justamente quando as circunstâncias eram propícias para crescimento. Das duas, uma: ou o comitê  não teve habilidade de trabalhar politicamente a agressão ao Marcelo, ou não quis trabalhar. Quero acreditar que a primeira alternativa é real, todavia -a julgar pelo estrondoso silêncio desse comitê - muita coisa que leva a crer que a segunda alternativa é verdadeira.

Vejam, não estou pedindo defesa ao meu partido (até porque sei que existem criticas sobre ele, criticas que eu também faço), muito pedindo que tornemos o Marcelo um mártir das lutas sociais do ABC. Penso que ele mesmo rejeita esse papel.


Peço apenas esclarecimentos do porque o apoio ao Marcelo não foi tão massivo da parte desse comitê.

Observação: fiquei sabendo que haverá reunião do CTJ nesse sábado. Gostaria de saber se é verdade. Caso for, gostaria de saber o horário, para organizar minha agenda, uma vez que pela manhã acontecerão dois eventos seguidos no PSOL: o curso com Bruno Daniel (que é gratuito e aberto á todos) e as plenárias de delegados para o Congresso Estadual do partido.

Sem mais,

Chicão -  para que a esquerda seja mais generosa entre os seus...

05/09/2013

Nossos sentimentos a família enlutada e pesar pelo seu passamento Professor Carlão.

Ao ficar sabendo  do falecimento do Ex-presidente da Apeoesp, Carlos Ramires de Castro, imediatamente comuniquei aos presente  ao 1° Congresso Brasileiro de Filosofia da Libertação, que em sua memória e respeito fizeram um minuto de silencia.
Nossos sentimentos a família enlutada e pesar pelo seu passamento.
SBC, 05/09/2013.
Diretoria

APROFFESP

03/09/2013

LOCAL ONDE SERÁ REALIZADO O 1° CONGRESSO BRASILEIRO DE FILOSOFIA DA LIBERTAÇÃO.

“Perspectivas do Pensamento de Libertação no Brasil”
São Paulo – SP – Brasil

FAPCOM – Rua Major Maragliano, 191, Vila Mariana, São Paulo – SP.
Dias 4, 5 e 6 de setembro de 2013



ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES DE FILOSOFIA E FILÓSOFOS DO ESTADO DE SÃO PAULO
COMUNICADO

Comunicamos aos professores (as) de Filosofia que foi publicado o abono de ponto para a participação no 1º CONGRESSO BRASILEIRO DE FILOSOFIA DA LIBERTAÇÃO que será realizado nos dias 4, 5 e 6 de setembro de 2013, conforme programação e publicação abaixo:
Dia 04/09/2013
8:00 – Credenciamento
9:00 - Minicurso: Breve histórico da Filosofia da Libertação: uma abordagem introdutória, aula 1 - Euclides Mance
10:45 - Intervalo
11:00 - Mesa de debates 1: Ensino de Filosofia e Filosofia da Libertação - Alípio Casali, Antônio Joaquim Severino, Carlos Giannazi
13:00 – Intervalo para almoço
14:30 - Mesa de debates 2: Interfaces filosóficas - Julio Cabrera, Eduardo de Oliveira, Enrique Dussel
16:30 – Intervalo
16:45 – Mesa solene de abertura oficial do evento
17:15 – Conferência de abertura – Enrique Dussel
19:15 – Intervalo para jantar
19:45 – Horário livre para encontro de pesquisadores e entidades
 Dia 05/09/2012
9:00 - Minicurso: Breve histórico da Filosofia da Libertação: uma abordagem introdutória, aula 2 - Euclides Mance
10:45 - Intervalo
11:00 - Mesa de debates 3: Pensamento neocolonial - Jung Mo Sung, Benedito Eliseu Cintra, Antonio Sidekum
13:00 – Intervalo para almoço
14:30 - Mesa de debates 4: Ensino de Filosofia e Libertação - Aldo Santos, Francisco Gretter, Hugo Matos
15:45 – Mesa de debates 5: Mulheres e Filosofia – Graziela Rinaldi, Magali Mendes, Giselle Schnorr
16:45 – Conferência especial - Manfredo Araújo de Oliveira
18:45 – Intervalo para jantar
19:45 – Lançamentos de livros e revistas. Programação cultural
 Dia 06/09/2012
9:00 - Minicurso: Breve histórico da Filosofia da Libertação: uma abordagem introdutória, aula 3 - Euclides Mance
10:45 - Intervalo
11:00 - Mesa de debates 5: Filosofia da práxis - Márcio Fabri, Suze Piza, Euclides Mance
13:00 – Intervalo para almoço
14:30 – Sessões simultâneas de comunicação
16:30 – Solenidade de Encerramento – Secretário Adjunto de Educação do Estado de SP Sr. João Palma Filho e  Representantes  da Comissão de organização;
16:45 – Conferência de encerramento - Lutz Keferstein
18:45 – Intervalo para jantar
19:45 – Plenária da Aproffesp e Aproffib






Diário Oficial Poder Executivo - Seção I sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Resolução SE 59, de 29-8-2013

Autoriza o afastamento de servidores públicos estaduais para participação em Congresso

O Secretário da Educação, com fundamento no artigo 23, inciso XVI, alínea “a” do Decreto nº 52.833-2008, resolve:
Artigo 1º - Fica autorizado, com fundamento nos artigos  68 e 69 da Lei nº 10.261/68, regulamentados pelo Decreto nº. 52.322, de 18 de novembro de 1969, e/ou inciso II, do artigo 15,  da Lei 500-74, o afastamento de Professores Educação Básica  II da rede estadual de ensino, da disciplina de Filosofia, para  participarem do I Congresso Brasileiro de Filosofia da Libertação, promovido pela Associação dos Professores de Filosofia e Filósofos do Estado de São Paulo - APROFFESP, a ser realizado na FAPCOM, em São Paulo, no período de 04 a 06/09/2013.
Artigo 2º - Para obtenção da vantagem prevista no artigo anterior deverão os interessados, após o evento, dentro de 30 dias, comprovar sua efetiva participação no evento, junto ao seu órgão de classificação, mediante apresentação de atestado ou certificado fornecido pela entidade patrocinadora do evento, bem como o relatório das atividades desenvolvidas no conclave, em atendimento ao disposto no artigo 5º do Decreto nº 52.322/69.
Parágrafo único - A inobservância do disposto neste artigo acarretará desconto nos vencimentos ou salários, correspondentes aos dias de afastamento que serão considerados como faltas injustificadas.
Artigo 3º - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.

MAIORES INFORMAÇÕES ENTRAR EM CONTATO COM:
Diretoria da APROFFESP
Aldo Santos – ABC[aldosantos@terra.com.br] TELEFONE (TIM)98250.5385
Chico Gretter – CAPITAL[gretter.chico@gmail.com] TELEFONE 99386.9074
José de Jesus – OSASCO [jjesuscosta2010@bol.com.br]
Anizio Batista – CAPITAL [aniziobatistapsol@ig.com.br]
Cícero Rodrigues – CAPITAL [cicero_als@ig.com.br]
Antonio Celso Oliveira – GUARULHOS [celsooliveira11@gmail.com]
Rita Leite Diniz – SALTO E REGIÃO [profarita@ig.com.br]

Diretoria de Base da APROFFESP

Alan Aparecido Gonçalves, Professor em SBC;
Chirlei Bernardo do Nascimento, Professora em Guarulhos;
Gilmar Soares de Oliveira, Santo André;
Celso Augusto Torrano, Osasco;
Marcelo Henrique P. Naves, da Z.Norte- Capital;
Jairo de Sousa Melore, Mongaguá;
Edson Genaro Maciel,  Araçatuba;
Fernando Borges Correia Filho, Taubaté;
Carlos Rocha, Hortolândia-Campinas;
Alexandre dos Santos Yamazaki, Lapa-capital;
Sady Carlos de Souza, Professor em Rio Pequeno;
Anderson Grange, Jundiaí;
Marco Aurélio P. Maida Suzano

02/09/2013

Comunicamos aos professores de Filosofia que foi publicado o abono de ponto para a participação no 1º CONGRESSO BRASILEIRO DE FILOSOFIA DA LIBERTAÇÃO...

ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES DE FILOSOFIA E FILÓSOFOS DO ESTADO DE SÃO PAULO - INSCRIÇÕES E INFORMES:
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COMUNICADO

Comunicamos aos professores de Filosofia que foi publicado o abono de ponto para a participação no 1º CONGRESSO BRASILEIRO DE FILOSOFIA DA LIBERTAÇÃO que será realizado nos dias 4, 5 e 6 de setembro de 2013, conforme programação e publicação abaixo:

Dia 04/09/2013
8:00 – Credenciamento
9:00 - Minicurso: Breve histórico da Filosofia da Libertação: uma abordagem introdutória, aula 1 - Euclides Mance
10:45 - Intervalo
11:00 - Mesa de debates 1: Ensino de Filosofia e Filosofia da Libertação - Alípio Casali, Antônio Joaquim Severino, Carlos Giannazi
13:00 – Intervalo para almoço
14:30 - Mesa de debates 2: Interfaces filosóficas - Julio Cabrera, Eduardo de Oliveira, Enrique Dussel
16:30 – Intervalo
16:45 – Mesa solene de abertura oficial do evento
17:15 – Conferência de abertura – Enrique Dussel
19:15 – Intervalo para jantar
19:45 – Horário livre para encontro de pesquisadores e entidades
Dia 05/09/2012
9:00 - Minicurso: Breve histórico da Filosofia da Libertação: uma abordagem introdutória, aula 2 - Euclides Mance
10:45 - Intervalo
11:00 - Mesa de debates 3: Pensamento neocolonial - Jung Mo Sung, Benedito Eliseu Cintra, Antonio Sidekum
13:00 – Intervalo para almoço
14:30 - Mesa de debates 4: Ensino de Filosofia e Libertação - Aldo Santos, Francisco Gretter, Hugo Matos
15:45 – Mesa de debates 5: Mulheres e Filosofia – Graziela Rinaldi, Magali Mendes, Giselle Schnorr
16:45 – Conferência especial - Manfredo Araújo de Oliveira
18:45 – Intervalo para jantar
19:45 – Lançamentos de livros e revistas. Programação cultural
Dia 06/09/2012
9:00 - Minicurso: Breve histórico da Filosofia da Libertação: uma abordagem introdutória, aula 3 - Euclides Mance
10:45 - Intervalo
11:00 - Mesa de debates 5: Filosofia da práxis - Márcio Fabri, Suze Piza, Euclides Mance
13:00 – Intervalo para almoço
14:30 – Sessões simultâneas de comunicação
16:30 – Solenidade de Encerramento – Secretário Adjunto de Educação do Estado de SP Sr. João Palma Filho e Representantes da Comissão de organização;
16:45 – Conferência de encerramento - Lutz Keferstein
18:45 – Intervalo para jantar
19:45 – Plenária da Aproffesp e Aproffib

FAÇA SUA INSCRIÇÃO ACESSANDO O SITE: http://filosofiadalibertacao.aproffesp.pro.br/inscrevernoevento.php
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Diário Oficial Poder Executivo - Seção I sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Resolução SE 59, de 29-8-2013

Autoriza o afastamento de servidores públicos estaduais para participação em Congresso

O Secretário da Educação, com fundamento no artigo 23, inciso XVI, alínea “a” do Decreto nº 52.833-2008, resolve:
Artigo 1º - Fica autorizado, com fundamento nos artigos 68 e 69 da Lei nº 10.261/68, regulamentados pelo Decreto nº. 52.322, de 18 de novembro de 1969, e/ou inciso II, do artigo 15, da Lei 500-74, o afastamento de Professores Educação Básica II da rede estadual de ensino, da disciplina de Filosofia, para participarem do I Congresso Brasileiro de Filosofia da Libertação, promovido pela Associação dos Professores de Filosofia e Filósofos do Estado de São Paulo - APROFFESP, a ser realizado na FAPCOM, em São Paulo, no período de 04 a 06/09/2013.
Artigo 2º - Para obtenção da vantagem prevista no artigo anterior deverão os interessados, após o evento, dentro de 30 dias, comprovar sua efetiva participação no evento, junto ao seu órgão de classificação, mediante apresentação de atestado ou certificado fornecido pela entidade patrocinadora do evento, bem como o relatório das atividades desenvolvidas no conclave, em atendimento ao disposto no artigo 5º do Decreto nº 52.322/69.
Parágrafo único - A inobservância do disposto neste artigo acarretará desconto nos vencimentos ou salários, correspondentes aos dias de afastamento que serão considerados como faltas injustificadas.
Artigo 3º - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.

MAIORES INFORMAÇÕES ENTRAR EM CONTATO COM:
Diretoria da APROFFESP
Aldo Santos – ABC[aldosantos@terra.com.br] TELEFONE (TIM)98250.5385
Chico Gretter – CAPITAL[gretter.chico@gmail.com] TELEFONE 99386.9074
José de Jesus – OSASCO [jjesuscosta2010@bol.com.br]
Anizio Batista – CAPITAL [aniziobatistapsol@ig.com.br]
Cícero Rodrigues – CAPITAL [cicero_als@ig.com.br]
Antonio Celso Oliveira – GUARULHOS [celsooliveira11@gmail.com]
Rita Leite Diniz – SALTO E REGIÃO [profarita@ig.com.br]

Diretoria de Base da APROFFESP
Alan Aparecido Gonçalves, Professor em SBC;
Chirlei Bernardo do Nascimento, Professora em Guarulhos;
Gilmar Soares de Oliveira, Santo André;
Celso Augusto Torrano, Osasco;
Marcelo Henrique P. Naves, da Z.Norte- Capital;
Jairo de Sousa Melore, Mongaguá;
Edson Genaro Maciel, Araçatuba;
Fernando Borges Correia Filho, Taubaté;
Carlos Rocha, Hortolândia-Campinas;
Alexandre dos Santos Yamazaki, Lapa-capital;
Sady Carlos de Souza, Professor em Rio Pequeno;
Anderson Grange, Jundiaí;
Marco Aurélio P. Maida Suzan