19/02/2013

PROPOSTAS E RESOLUÇÕES APROVADAS NO 1° ENCONTRO DE PROFESSORES DE FILOSOFIA E FILÓSOFOS DO ESTADO DE SÃO PAULO, REALIZADO NOS DIAS 06/07/12/2012, NO AUDITÓRIO FRANCO MONTORO , ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO.


PROPOSTAS E RESOLUÇÕES APROVADAS  NO 1° ENCONTRO DE PROFESSORES DE FILOSOFIA E FILÓSOFOS DO ESTADO DE  SÃO PAULO, REALIZADO  NOS DIAS  06/07/12/2012, NO AUDITÓRIO FRANCO MONTORO , ASSEMBLEIA LEGISLATIVA  DO ESTADO DE SÃO PAULO.

1-Solicitar ao Deputado que todo material seja publicado  no Diário Oficial para se transformar em Boletim, revista ou livro;

2-Sugerir que se abra o debate na TV Assembleia sobre  o projeto de Lei que tramita na assembleia legislativa, sobre a introdução da Filosofia no Ensino fundamental ;

3-Que a comissão de educação faça uma indicação ao governo do Estado para que em 2013 implemente  a filosofia no ensino fundamental;

4- organizar em cima de uma pauta de direitos, como pauta de união e luta, bem como apresentar ao governo a necessidade da aprovação de um novo Estatuto do  Magistério ;

5-Instituir o feriado estadual em 20 de novembro: "Dia da Consciência Negra";

6- Transformar o   cargo de PCNOP em concurso, com indicação pelos seus pares  e  melhor remuneração;

7-A luta pela implantação de filosofia no ensino médio e fundamental é urgente, porém, vamos ter que enfrentar até mesmo  o conselho estadual de educação; (e para isso devemos nos posicionar frente ao Conselho Estadual de Educação)

8--Por uma nova proposta educacional: criar uma GT coordenado pelos  Professores  de filosofia para reivindicar  do Estado uma nova proposta pedagógica, a exemplo da experiência  do Paraná;

9- Contra ONGs e a privatização de educação;

10-Formação básica: oficinas pedagógicas sobre os conteúdos, metodologia e a didática do ensino de Filosofia;

11- Não as apostilas;

12-Encaminhar uma resolução que nos permita elaborar o currículo através de GTs (grupos de trabalho),  em encontros  regionais , bem como em encontros na capital;

13- Atrelar ao GT além das questões pedagógicas, as questões políticas que na conjuntura atual não podem ser pensadas separadamente.

14-Instalar GTs sobre: a)Concepção de educação e escola;

b) Princípios curriculares para ensino a filosofia;

c)Currículo e propostas sobre o conteúdo do ensino a filosofia;

15-Reivindicar três dias de abono  de ponto para  o próximo   Encontro Estadual e abono para as reuniões regionais;

16-Convidar professores da rede pública de História, Sociologia e Geografia para participar das mesas  de filosofia para pensar a integração entre essas disciplinas e formas de lutas;

17-Aprovar  e encaminhar resolução :

a) contra o PNE + 10% do PIB para a educação;

b) Reajuste salarial de 36,7% já, que representa nossas perdas salariais nos últimos anos;

c) Contra Ensino Médio Integral nos moldes em que está sendo implantado;

18-.Constituir uma comissão  para encaminhar  a nossa luta em nível Nacional composta  de sete membros e quatro suplentes, tendo por base  texto distribuído no plenário.

 

Resoluções aprovadas no 1° Encontro de Filosofia e filósofos do Estado de São Paulo

 

Proporcionar a criação de oficinas nas regiões e trabalhar com os professores de ensino fundamental público de ambas as redes e emitir certificados com carga horária para conseguirmos atrair os professores que poderão utiliza-los na evolução funcional e ao mesmo tempo trabalhar a divulgação do trabalho da Entidade e da implantação da Filosofia em todas as escolas.  Conseguir o apoio dos professores e da comunidade em geral. Não desprezar nenhum seguimento da comunidade escolar.

(professora Rita Diniz)

 

RESOLUÇÃO SOBRE APLICAÇÃO DE 10% NA EDUCAÇÃO

Nós, professores de filosofia da rede estadual de São Paulo, Filósofos, reunidos na Aproffesp e presentes ao I encontro de Filósofos desta entidade, nos dias 6 e 7 do corrente ano, diante da aprovação do PNE, pelo congresso Nacional e na possibilidade de não ser atendida uma reivindicação histórica do movimento dos trabalhadores em educação que é de reservar o investimento de 10% do PIB da educação, vem por meio desta resolução aprovada neste encontro manifestar a preocupação de tal percentual só estar previsto para 2023 e, portanto requerer o atendimento de tal reivindicação já a partir de ano vindouro, ou da aprovação do referido documento. (grupo de pr@fessores)

 

RESOLUÇÃO DO ENCONTRO ESTADUAL DE FILOSOFIA – APROFFESP (06 E 07 DE DEZEMBRO DE 2012)

Nós, professores de filosofia, reunidos no 1 encontro de professores de filosofia e filósofos de Estado de São Paulo, organizado pela Aproffesp, nos dias 06 e 07 de Dezembro de 2012, solicitamos e exigimos da secretaria de educação – SP que respeite a autonomia dos professores de filosofia da rede publica estadual da construção e elaboração de uma proposta curricular para o trabalho com filosofia na educação estadual, levando em consideração a contribuição que podemos dar a partir da experiência que temos no dia a dia em sala de aula.  (Prof. Chico Gretter)

 

    São Paulo, 07 de Dezembro de 2012.

          ASSEMBLEIA LEGISLATIVA (AUDITÓRIO FRANCO MONTORO)

 

 

 

 

A APROFFESP vem lutando por uma nova uma proposta pedagógica de Filosofia no Estado de São Paulo que deve ser construída a partir dos próprios professores da rede pública Estadual


OLÁ PROFESSORES (AS).

ESTAMOS REPASSANDO  O PRESENTE  COMUNICADO PARA QUE OS COLEGAS TOMEM CONTATO SOBRE O  “PROCESSO SELETIVO PARA AMPLIAÇÃO DA EQUIPE CURRICULAR”. Há alguns dias  solicitamos uma reunião com o Secretário de Educação  onde pretendemos  obter mais informações sobre o objetivo dessa ampliação. A APROFFESP  vem lutando por uma nova uma proposta pedagógica  de Filosofia no Estado de São Paulo que deve ser construída a partir dos próprios professores da rede pública Estadual.Nesse sentido, já iniciamos  esse processo de debate  em nossos encontros regionais  que culminou com o 1°Encontro de Professores de Filosofia e Filósofos do Estado de São Paulo ,realizado nos dias 06/07/12/2012,na Assembleia legislativa do Estado.
Com saudações Filosóficas,

Aldo Santos

Presidente

Aproffesp

O descaso com a saúde pública na região.


O descaso com a saúde pública na região.

“A saúde que temos e a saúde que queremos”.

Síntese da atividade realizada no dia 16 de Fevereiro de 2012.

 

            O evento contou com a presença dos diretores do Sindicomunitário (área de abrangência da região metropolitana de São Paulo - Sindi 2), Ronaldo César Barbosa dos Santos, Agnaldo Pinheiro e Rodrigo Vital e também com a contribuição de Cristiane Alves Tibúrcio, enfermeira e representante do Sindicato dos Servidores Municipais de Diadema e com a plenária com dezenas de pessoas.

Os trabalhos tiveram inicio com o Ronaldo discorrendo sobre o SUS (Sistema Único de Saúde), lembrando que em setembro fará 23 anos que foi instituído no Brasil (a exemplo do Canadá e Cuba) e, que anteriormente tínhamos o INAMPS atendendo apenas os trabalhadores com carteira assinada. O Brasil aplica em saúde 381 dólares por habitante, ou seja, menos do que os demais países da América Latina como Argentina, Chile e Uruguai. O governo federal investe apenas 3,7% do PIB na saúde, num universo em que de cada 100 pessoas 75 dependem do SUS. Na década de 1980 o governo federal aplicava 75% desse montante e, na atualidade não ultrapassa 46% (no Brasil atualmente 428 municípios não possuem um único médico) seguindo uma lógica invertida em gastar com o doente ao invés de priorizar o investimento em prevenção. Essa política vai ao encontro dos interesses da saúde privada e, ressaltou ainda que a partir do governo de Fernando Henrique Cardoso, através de lei, permite-se convênio com autarquias, fundações e OSs (Organização Social). Nesse cenário, além da nossa população nacional, não é diferente na região do ABCDMRR, sofrer com a longa espera de consultas e exames complementares, observamos o desvio do dinheiro público para o setor privado através dos convênios com a Fundação ABC de Santo André e lembrado posteriormente por Cristiane a SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina) de Diadema.

            No caso de São Bernardo do Campo, que segundo a imprensa “concentra maior fatia da saúde do ABC”, ou seja, a “cidade recebeu quase o dobro do que Santo André e São Caetano para custear atenção básica nos últimos quatro anos”, dos 700 milhões do orçamento reservados a saúde em 2012, 400 milhões foram destinados ao convênio com a Fundação ABC. No entanto, nesse município ainda faltam médicos, equipamentos e teria que ter 2000 agentes de saúde, contando com apenas 1000, o que não é diferente com os agentes de endemias. Os agentes comunitários, que estão na linha de frente do atendimento da população, recebem um salário de R$ 800,00 mais 20% de insalubridade e tiveram seu direito negado ao fazer um curso de capacitação que deveria ter duração de quatro meses em uma semana, além de não receber os uniformes. Em relação aos agentes comunitários, foi questionado pelos presentes quais os critérios para a respectiva contratação, pois temos relatos dos próprios agentes, em regiões do município que conseguimos mapear, que alegam ter trabalhado na campanha eleitoral e tiveram seus nomes indicados, além de que nas reuniões dos conselhos de saúde ao invés de se propor que votem a favor, por exemplo, da contratação de médicos, votam a favor da reforma das unidades, mesmo tendo sido reformada recentemente.

            Na mesma linha da lógica de mercado encontra-se Diadema, segundo Cristiane desde o ano de 2000 possui um convênio com a Organização Social SPDM ligada a UNIFESP e a partir de 2006 tornou-se responsável pelo processo seletivo até a contratação do pessoal da área de saúde. As características são semelhantes das demais cidades em questão em relação à precarização dos profissionais e do atendimento na saúde, não tem plano de carreira, não tem infraestrutura, persiste uma grande rotatividade de médicos, pois o salário base representa 50% do seu rendimento mensal, a enfermagem está operando com 50% do seu quadro de funcionários.

            Nas falas considerou-se o debate da saúde vital, pois este significa apontar para a preservação da vida, portanto é inadmissível que se crie artifícios para desviar dinheiro público para a iniciativa privada, como é o caso dos convênios através de terceirizações, que nada mais é do que a farra das privatizações. Infelizmente essa é a prática dos governos atuais comprometidos com as corporações nacionais alinhados com a política neoliberal e que no momento atual foram capazes de cooptar os movimentos sociais.

Ao final foi decidido pelos presentes somar-se aos demais espaços que discutem a questão da saúde marcando um novo encontro para o dia 02 de Março de 2013, às 17 horas, na subsede da APEOESP de São Bernardo e produziremos um documento para levar essas informações à população. Esse documento será assinado pela APEOESP, pelo PSOL/SBC e demais entidades a confirmar.

Demais deliberações:

Apoiar a luta para que os agentes comunitários (de saúde e de endemias) possam ser inseridos no regime estatutário;

Apoiar a abertura de concurso público para contratação dos profissionais da saúde;

Pela  revogação imediata dos convênios com as OSs e Fundação ABC;

Por  melhoria no atendimento com ampliação da contratação dos profissionais da saúde.
 
Síntese elaborada pela Professora Nayara Navarro, Presidenta do Psol de sbc

 

 

14/02/2013

CALENDÁRIO ANUAL DE REUNIÕES E CONGRESSO DA APEOESP




CALENDÁRIO  ANUAL DE REUNIÕES  E CONGRESSO  DA APEOESP

FEVEREIRO
20 – 4ª feira Reunião Extr. de RRs
23 - sábado Reunião Extr. CER


MARÇO:
06 – 4ª feira Reunião Ord. de RRs*
08 – 6ª feira Dia Internacional das Mulheres
16/17-sab. dom 3ª Conferência das Mulheres
1ª quinzena Plenárias nas subsedes
27 – 4ª feira Reunião Extr. de RRs*

ABRIL
12 – 6ª feira Reunião Ord. do CER
A definir Assembleia Geral
22 a 26 XIV Semana Nac. Em Defesa da Educação - CNTE
 23,24,25 – Greve Nacional convocada pela CNTE

MAIO
01 – 4ª feira Dia do Trabalhador
08 – 4º feira Reunião Ordinária de RRs*
17 – 6ª feira Reunião Ordinária do CER*
 (aprovação da data, critérios e temário do XXIV Congresso)

AGOSTO
01 – 5ª feira Reunião Ordinária de RRs*
09 – 6ª feira Reunião Ordinária do CER*


SETEMBRO
07 – sábado Grito dos Excluídos
20 – 6ª feira Enc. Regionais Preparatórios ao XXIV Congresso*


OUTUBRO
15 – 3ª feira Dia do Professor


NOVEMBRO
05 – 3ª feira Reunião Ordinária de RRs
20 – 4ª feira Dia da Consciência Negra
22 – 6ª feira Reunião Ordinária do CER
25 – 2ª feira Dia de Luta contra Violência à Mulher
27 - 4ª feira XXIV Congresso Estadual*
28 – 5ª feira idem*
29 – 6ª feira idem*
SECRETARIA GERAL








Obs: (*) - 10 eventos com dispensa de ponto




10 EVENTOS COM ABONOS DE PONTOS*



MARÇO
06 – 4ª feira Reunião Ord. de RRs *
27 – 4ª feira Reunião Extr. de RRs *

MAIO
08 – 4º feira Reunião Ordinária de RRs*
17 – 6ª feira Reunião Ordinária do CER*
 (aprovação da data, critérios e temário do XXIV Congresso)

AGOSTO
01 – 5ª feira Reunião Ordinária de RRs*
09 – 6ª feira Reunião Ordinária do CER*


SETEMBRO
20 – 6ª feira Enc. Regionais Preparatórios ao XXIV Congresso*


NOVEMBRO
27 - 4ª feira XXIV Congresso Estadual*
28 – 5ª feira idem*
29 – 6ª feira idem*












13/02/2013

AGENDA DA APEOESP-SBC


AGENDA DA APEOESP
 


20/02/13  (4ª feira)
Reunião Extraordinária de Representantes (nas regiões)

22/02/13 (6ª feira) - 14h00
Ato em defesa dos professores Categoria "O"
Local: Praça da República

23/02/13 (Sábado) - 10h00
Reunião Extraordinária do CER          
Local: Centro Trasmontano
Rua Tabatinguera, 294 - Centro - SP (próximo ao metrô Sé)

06/03/13 (4ª feira)
Reunião Ordinária de Representantes (nas regiões)
*dispensa de ponto anexa.
 
REUNIÃO DA COORDENAÇÃO TERÇA FEIRA AS 14 HORAS
COORDENAÇÃO DA SUBSEDE.




 

 

 

11/02/2013

O DESCASO COM A SAÚDE PÚBLICA NA REGIÃO.


O DESCASO COM A SAÚDE PÚBLICA NA REGIÃO.

 

“A SAÚDE QUE TEMOS E A SAÚDE QUE QUEREMOS”

 

CONVIDAMOS OS TRABALHADORES, USUÁRIOS E A POPULAÇÃO PARA DEBATERMOS ESSE IMPORTANTE TEMA QUE DIZ RESPEITO À SAÚDE PÚBLICA, SEUS INVESTIMENTOS E A PRECARIZAÇÃO NO ATENDIMENTO DA MESMA. PAGAMOS NOSSOS IMPOSTOS, DEFENDEMOS O DIREITO A SAÚDE PÚBLICA, PORTANTO, É NOSSO DEVER ZELAR, FISCALIZAR E DENUNCIAR AS MAZELAS QUE HOJE EXISTEM.

NESTE SENTIDO, ESTAMOS CONVIDANDO VOCÊ PARA ESSE IMPORTANTE DEBATE. DIA 16 DE FEVEREIRO DE 2013 ÀS 15 HORAS NA SUBSEDE DA APEOESP, AVENIDA PRESTES MAIA, 233, 1° ANDAR, CENTRO DE SBC.

Temas e debatedores:

1-A luta e direitos dos agentes de Saúde, com Ronaldo César Barbosa dos Santos do Sindcomunitário;

2-Investimentos e recursos do SUS na região: Horácio Neto, Advogado.

3-Informes sobre o atendimento público da Saúde em Santo André, São Bernardo, Mauá, Ribeirão Pires e Diadema.

Os trabalhos serão coordenados pela Professora Nayara Navarro.

 

Obs. Esse tema, assim como o tema do aumento da passagem de ônibus, a incineração do Lixo e outros são temas regionais devem ser tratados pelos usuários, população e lutadores sociais.

 

Comissão de Saúde do Psol de SBCampo.

Contato:

Nayara Navarro (Fone: 97315-5328; e-mail: nay.sjp@terra.com.br)

Aldo Santos (Fone: 98250-5385; e-mail: aldosantos@terra.com,br)

 

10/02/2013

Reflexões sobre a liberdade.


Reflexões sobre a liberdade.

 

Dentre alguns dos livros que tive acesso neste período de férias, o livro NÃO ESPERE PELO EPITÁFIO... de Mario Sergio Cortella,publicado em 2005 pela editora  vozes, com o subtítulo de “PROVOCAÇÕES FILOSÓFICAS” é uma obra instigante e necessária.

       Algumas informações e dúvidas sobre a justificativa e feitura do livro foram respondidas no prefácio, assinado por Janete Leão Ferraz. Neste, ela afirma que o livro é um conjunto de crônicas publicadas pela folha de São Paulo entre os anos de 1994 e 2004, nos seus vários cadernos. Ainda no prefácio ela descreve que o autor “com tranquilidade mescla os Titâs da mitologia grega e o grupo de Rock Homônimo... Lança mão dos versos de Catulo da Paixão Cearense enquanto evoca o escritor francês Émile Zola, para desobstrair “O Belo”. Passeia por Goethe, Marie Von Ebner-Eschenbac, Drummond, Mauricio Tapajós, Renoir, a fim de tecer suas reflexões sem cerimônia, sem pré-conceito”.

Todas as crônicas são reveladoras e nos leva a profundas reflexões filosóficas, dentro e para além do contexto em que foram escritas.

O direito a liberdade para mim sempre foi uma questão de princípio inquestionável, por isso que dentre as inúmeras polêmicas contidas no livro, destaquei uma das crônicas  mais significativas do referido exemplar “A liberdade, uma obsessão”.

O texto começa com um dos personagens mais importante das Américas, José Julian Martí. Na pagina 139 do livro existe um sucinto registro de sua vida: “Ainda adolescente, em Havana, foi condenado a seis meses de trabalho forçados por envolvimento com grupos revolucionários; aos 18 anos foi exilado na Espanha, e, sucessivamente, no México, Guatemala, Estados Unidos e Venezuela até que, os 42 anos, morreu em combate em sua terra natal”.Ele pagou o preço ao lutar pela liberdade, sem se resignar a viver sem ela.

Para mim é um dos grandes líderes das Américas, um farol da luta comunista que vale a pena ser lido e estudado profundamente.

O autor vai citar ainda o Educador Paulo Freire que foi perseguido por suas ideias e seu método de educação popular, assim como o Cardeal Paulo Evaristo Arns, histórico defensor dos direitos humanos, defensor de presos e perseguidos políticos no período da ditadura militar.

Na página 140 o autor acrescenta: “O que uniu esses três homens, e, resguardadas as óbvias diferenças, muitos outros, como Sócrates, Jesus de Nazaré, Giordano Bruno, Frei Caneca, Bakunin, Gandhi, Nelson Mandela, etc., etc.? todos eles, em nome da liberdade, colocaram a própria em sério risco!”.

O autor discorre sobre as afirmações de Erasmo de Roterdã, fala da influência de filmes clássicos como Queimada, Papillon, Fugindo do Inferno, Um sonho de Liberdade, Furyo, que  denunciam todas as formas ditatoriais que  nos deparamos ao longo da história  humana.Essa temática também está fortemente presente na poesia, na música, como podemos observar na maestria  de Caetano ao cantar “caminhando contra o vento sem lenço  e sem documento”.Ao selecionar  os versos incisivos  de Mauricio Tapajós e P.C.Pinheiro “você corta um verso, eu escrevo outro, você me prende vivo, eu escapo morto”...externa a repulsa  aos horrores das ditaduras, dos campos de concentração, dos apartheids e ao sequestro da liberdade.

Finaliza a crônica com Sartre ao constatar que o mesmo Sartre da frase ”o inferno são os outros” escreve n’O Existencialismo é um humanismo, pois, “o importante não é o que fazem do homem, mas o que ele faz do que fizeram dele”...

A liberdade e a falta de liberdade estão presentes desde os primórdios do processo evolutivo até em nossos dias atuais.

Quando nos deparamos com guerras imperiais, com a dominação de grandes potências sobre outras, com a falta da socialização das terras e riquezas, com a punição de jovens na Universidade de São Paulo por lutarem por melhoria educacional, com a criminalização dos movimentos sociais, com a supressão da liberdade, podemos afirmar  que a liberdade  está subordinada aos interesses das imposições políticas e econômicas,portanto, ela deve ser fruto das conquistas e da tomada de posição diante dos enfrentamentos de classe  no nosso cotidiano.

Mais uma vez o compromisso programático, o exemplo de garra, luta e determinação de José Martí aponta e reafirma que o caminho dos povos dominados e submetidos  a força dos colonizadores, o caminho inequívoco é a organização, união e determinação rumo a vitória e a derrota dos algozes da nossa classe.

Vamos construir e conquistar a liberdade nas ruas, nas lutas e nos enfrentamentos cotidianos, sob pena de nos contentarmos com a alheamento e a pseuda liberdade dos poderosos.

Aldo Santos-ex-vereador em sbc, coordenador da apeoesp-sbc, presidente da aproffesp, membro da aproffib, militante do Psol.

 

 

 

Joaquim Nabuco e o fim do tráfico de escravos



Joaquim Nabuco e o fim do tráfico de escravos

PEDRO NABUCO
ESPECIAL PARA A FOLHA
10/02/2013 - 08h02

 

RESUMO Bisneto de Joaquim Nabuco contesta artigo de Luiz Felipe de Alencastro, segundo o qual o autor de "Minha Formação" renegou seus escritos abolicionistas ao endossar atos de seu pai, ministro do Império, para legalizar a posse de 750 mil escravos trazidos ao país depois de 1831, data da proibição do tráfico negreiro no país.

*

Quando, em 1849, o ministro da Justiça do Império Eusébio de Queirós (1812-68) debruçava-se sobre a questão do tráfico de escravos --que não cessara em nosso país, a despeito da lei de 1831 que o proibira, decretada por Diogo Feijó em virtude de exigências do tratado de 1826 com a Inglaterra, quando aquele país reconhecia a nossa independência--, escreveu um memorando em que se lia:

"Para reprimir o tráfico de africanos no país sem excitar uma revolução faz-se necessário: 1º. atacar com vigor as novas introduções, esquecendo e anistiando as anteriores à lei; 2º. dirigir a repressão contra o tráfico no mar, ou no momento do desembarque, enquanto os africanos estão em mãos dos introdutores."


No ano seguinte, 1850, a Câmara votou projeto do Senado, e Eusébio de Queirós promulgou nova lei reprimindo o tráfico e o seu comércio hediondo de seres humanos.

Entre 1831 e 1850, Brasil e Inglaterra haviam se empenhado em luta diplomática em torno do tráfico nefasto. Em 1845 os ingleses aprovaram o Bill Aberdeen, perseguindo os navios negreiros em nossos portos, mas deixando-os passar livremente em navios com o pavilhão dos Estados Unidos.

O artigo inicial da lei de 1850 remetia-se à lei anterior, mandando apreender navios brasileiros em qualquer parte, navios estrangeiros em nossos portos, "tendo a seu bordo escravos, cuja importação é proibida pela lei de 7 de novembro de 1831".

Em "O Abolicionismo" (1883), Joaquim Nabuco (1849-1910) anotou: "O mesmo estadista, no seu célebre discurso de 1852, procurando mostrar como o tráfico somente acabou pelo interesse dos agricultores, cujas propriedades estavam passando para as mãos dos especuladores e dos traficantes, por causa das dívidas contraídas pelo fornecimento de escravos, confessou a pressão exercida, de 1831 a 1850, pela agricultura consorciada com aquele comércio, sobre todos os governos e todos os partidos".

José Thomaz Nabuco de Araújo, pai de Joaquim, sucedeu a Eusébio como ministro da Justiça, tomando medidas que fulminaram o tráfico, como subtrair do júri popular o julgamento dos traficantes, porque nas pequenas localidades os jurados eram ameaçados e terminavam por absolver os criminosos. O que fez foi dar efeito à lei de 1850, perseguindo os cúmplices do último grande desembarque de escravos que se tem notícia no Brasil, ocorrido na praia pernambucana de Serinhaém, em 1853.

Em "Um Estadista do Império", publicado por Joaquim Nabuco em 1897, encontra-se a carta ao presidente da província de São Paulo a que se referiu, no texto "A Guerra Civil, lá e cá" ("Ilustríssima" de 27/1), Luiz Felipe de Alencastro. A missiva é datada de 1854, ano seguinte, portanto, a Serinhaém e mais de duas décadas após a lei de 1831.

Em seu livro "Da Senzala à Colônia", no qual se colhe citação da mesma carta, a historiadora Emília Viotti da Costa, conclui: "Apesar de tudo, a lei de 1850 teve resultados mais felizes do que a de 1831. O tráfico acabou por cessar definitivamente. Os efeitos dessa interrupção, entretanto, só se farão sentir dez anos depois".

Ao homenagear Abraham Lincoln em seu centenário, no ano de 1909, Joaquim Nabuco, então embaixador do Brasil em Washington, enfatizou o caráter de movimento civil na luta final da Abolição no Brasil.

09/02/2013

Por que as ideias de Marx são mais relevantes do que nunca no século XXI

Por que as ideias de Marx são mais relevantes do que nunca no século XXI
 
 
 
 
O marxismo está em evidência com a crise econômica global. Mas, como Marx diz, o importante não é apenas interpretar o mundo, mas o transformar. Para isso, ele precisa ser mais do que uma ferramenta intelectual para comentaristas confusos com a conjuntura. Ele necessita ser uma ferramenta política.

Bhaskar Sunkara

O ‘capital’ costumava nos vender visões do amanhã. Na Feira Mundial de 1939, em Nova York, empresas exibiram novas tecnologias: nylon, ar condicionado, lâmpadas fluorescentes, e o impressionante ''View-Master''. No entanto, mais do que apenas produtos, um ideal, de “classe média”, de tempo livre e de abundância, era oferecido àqueles cansados da depressão econômica e da expectativa de guerra na Europa.

O passeio futurístico levou os participantes até mesmo por versões em miniatura de paisagens transformadas, representando novas autoestradas e projetos de desenvolvimento: o mundo do futuro. Esta era uma tentativa determinada a renovar a fé no capitalismo.

No despertar da segunda guerra mundial, um pouco desta visão se tornou realidade. O capitalismo prosperou e, mesmo que desigualmente, os trabalhadores norte-americanos progrediram. Pressionado por baixo, o estado foi conduzido por reformadores, e o comprometimento de classe, para além da luta de classes, fomentou o crescimento econômico e compartilhou uma prosperidade antes inimaginável.

A exploração e opressão não acabaram, mas o sistema pareceu ser não somente poderoso e dinâmico, mas conciliável com os ideais democráticos. O progresso, no entanto, estava esmorecendo. A democracia social se deparou com uma crise estrutural nos anos 1970, que Michal Kalecki, autor de ''Os Aspectos Políticos do Pleno Emprego'', previu décadas antes. Altas taxas de emprego e as garantias do estado de bem-estar social não ''compraram'' os trabalhadores, mas encorajaram fortes demandas salariais. Os capitalistas mantiveram estas políticas enquanto os tempos eram bons, mas com a estagflação - que consiste na intersecção entre baixo crescimento e alta inflação - e o embargo da Opep, uma crise de rentabilidade seguiu-se.

O neoliberalismo emergente refreou a inflação e restaurou os lucros, mas tudo isso só foi possível por meio de uma ofensiva cruel contra a classe trabalhadora. Havia batalhas campais travadas em defesa do estado de bem-estar social, mas, de maneira geral, nossa era foi de desradicalização e conformismo político.

Desde então, os salários reais se estagnaram, a dívida disparou, e as perspectivas para uma nova geração, ainda apegada à velha visão social-democrata, se tornaram sombrias.

O ''boom'' tecnológico dos anos 1990 trouxe rumores de uma ''nova economia'', leve e adaptável, algo que substituiria o velho ambiente de trabalho Fordista. Mas tais rumores foram apenas um eco distante do futuro prometido na Feira Mundial de 1939.

De qualquer forma, a recessão de 2008 despedaçou estes sonhos. O capital, livre de ameaças provindas de baixo, cresceu ganancioso, selvagem, e especulativo.

Para muitos de minha geração, a ideologia subjacente ao capitalismo foi minada. O maior percentual de norte-americanos nas idades entre 18 e 30 anos que possuem uma opinião mais favorável ao socialismo do que ao capitalismo pelo menos sinaliza que a era da Guerra Fria, onde havia uma confluência entre socialismo e stalinismo, não mais impera.

Para os intelectuais, o mesmo é verdade. O marxismo tem estado em evidência: a política externa recorreu a Leo Panitch, e não a Larry Summers, para explicar a recente crise econômica; e pensadores como David Harvey têm desfrutado de um renascimento tardio em suas carreiras. Um maior reconhecimento do pensamento da “esquerda do liberalismo” – como a revista Jacobin, que editei – não é apenas o resultado de uma perda de confiança nas alternativas dominantes, mas sim a capacidade que os radicais possuem de formular questões estruturais mais profundas e apresentar novas alternativas de desenvolvimento situadas em um contexto histórico.

Agora, mesmo um liberal célebre como Paul Krugman tem invocado ideias que foram largamente relegadas às margens da vida norte-americana. Quando pensa sobre automação e o futuro do trabalho, Krugman preocupa-se que “mesmo possuindo ecos de um marxismo fora de moda, tais temas não deveriam ser ignorados, mas frequentemente são”. Mas a esquerda que ressurge possui mais do que preocupações, ela tem ideias: sobre a redução do tempo de trabalho, a desmercantilização do trabalho, e os meios pelos quais os avanços da produção podem constituir uma vida melhor, e não mais miserável.

É neste ponto que está se desenvolvendo, mesmo que desajeitadamente, um intelectualismo socialista do século 21 que mostra suas forças: na vontade de apresentar uma visão para o futuro, algo mais profundo do que mera crítica. Mas mudanças intelectuais não significam muito por si mesmas.

Um exame do panorama político nos EUA, a despeito do surgimento do movimento Occupy em 2011, é desanimador. O movimento trabalhista demonstrou alguns sinais de vida, especialmente entre os trabalhadores do setor público ao combaterem a austeridade; no entanto, tais ações são apenas de retaguarda, um esforço defensivo. Os índices de sindicalização continuam em baixa, e é a apatia, e não um fervor revolucionário, o que reina.

O marxismo nos EUA precisa ser mais do que uma ferramenta intelectual para comentaristas tradicionais confusos com nosso mundo em mudança. Ele necessita ser uma ferramenta política para transformar o mundo. Comunicado, não apenas escrito, para um consumo de massa, vendendo uma visão de tempo livre, abundância e democracia ainda mais real do que os profetas do capitalismo ofereceram em 1939. Uma Disneyland socialista: inspiração para depois do “fim da História”.
Tradução: Roberto Brilhante

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Teoria 47 08/02/2013 - 12h 14757 Ricardo Alvarez

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07/02/2013

PREFEITO CARLOS GRANA SE REUNE COM COORDENAÇÃO DO COMITÊ CONTRA O AUMENTO DA PASSAGEM DE ÔNIBUS NA REGIÃO.


Membros do comitê contra o aumento da passagem debate  pauta de reivindicação com o prefeito de Santo André  Carlos Grana

Conforme compromisso assumido pelo próprio prefeito na reunião do consórcio intermunicipal, por aproximadamente duas horas o prefeito de Santo André Carlos Grana juntamente com o secretário de gabinete Tiago Nogueira falaram e ouviram aos reclamos dos membros do Comitê regional contra o aumento da passagem de ônibus na Região e na cidade.

O prefeito iniciou a reunião discorrendo sobre as dificuldades deixadas pelo ex-prefeito Aidan Ravin, afirmando que o aumento de ônibus  foi uma herança da gestão passada.Todavia,  os lideres do movimento disseram que o atual prefeito poderá corrigir esse absurdo revogando o referido aumento. Falou do rombo de R$ 110 milhões do orçamento passado, afirmando ainda que o atual aumento aprovado pelo seu antecessor tem validade por dois anos.

Disse que pretende por em prática o seu  plano de governo com a fiscalização da população organizada através do conselho municipal de transporte coletivo e pediu apoio aos presentes para implementar o bilhete único na cidade. Afirmou ainda que o transporte de Santo André não tem subsídio, por exemplo, como na capital e em São Bernardo do Campo.

O secretário de gabinete também disse que pela sua sensibilidade, de fato o preço da passagem está elevado, porém, no momento não existe correlação de forças para  decididamente reverter esse quadro. Disse que  a administração vem dialogando com o movimento de habitação no sentido de buscar uma saída negociada que beneficie os sem tetos organizado em luta por moradia.Fez referência às dificuldades  do ponto de vista institucional e disse que  estudam a possibilidade de encamparem a luta pela federalização da fundação Santo André.

 Reconheceu a legitimidade do movimento propondo a continuidade do diálogo no sentido de melhorar o transporte com vista ao barateamento da passagem municipal.

Como síntese da reunião e por solicitação do movimento o prefeito Grana propôs:

-Continuar discutindo o conjunto da pauta com o comitê contra o aumento da passagem;

-A administração se propõe participar de eventuais audiências públicas;

-Ficou ainda de dialogar com a guarda municipal no sentido de não se tratar a luta social como caso policial.

Para o movimento, as lutas, os atos e manifestações nas ruas é um fator decisivo no avanço da consciência da classe trabalhadora.

Nesse sentido, devemos cumprir a agenda já aprovada apontando novas perspectivas de luta e resistência contra a ganância dos patrões e os governos.

 

O povo na rua, prefeito a culpa é sua!

 

Aldo Santos-ex-vereador, coordenador do sindicato dos professores-apeoespsbc, presidente da Associação dos professores de Filosofia e Filósofos do Estado de São Paulo, membro do comitê contra o aumento da passagem de ônibus na região ABCDMR e militante do Psol. (07/02/2013)

 

 

 

 

06/02/2013

AVANÇA A ORGANIZAÇÃO DOS PROFESSORES DE FILOSOFIA NO BRASIL


Olá  companheiros(as), solicito que os componentes da coordenação da aproffib que deram o nome para compor a coordenação nacional, responda  esse email propondo uma data ainda esse mês para que possamos nos reunir e dar continuidade as resoluções contidas no documento anexo.

Sem mais pra o momento,

Atenciosamente,

Aldo Santos

Membro da comissão.

 

 

 

AVANÇA  A ORGANIZAÇÃO DOS PROFESSORES DE FILOSOFIA NO BRASIL.

 

 

O Coletivo Nacional de Filosofia foi fundado nos dias 22,23 e 24 de julho de 2007, no Palácio de Convenções do Anhembi, São Paulo, por ocasião da realização do1° Encontro Nacional sobre o Ensino de Filosofia e Sociologia no brasil.

 

Embora o seu surgimento tenha sido num momento marcante na estruturação organizacional dos filósofos no Brasil, as dificuldades foram muitas, haja vista a falta de empenho, compromisso e apoio por parte dos membros que aceitaram fazer parte desse coletivo. O documento que deu origem a formação do coletivo ainda está atualizado e deve servir de base para a nossa continuidade na luta pela nossa organização.

 

Em nível nacional além da reunião de fundação do nosso coletivo, ocorreu outra reunião em janeiro de 2008 no congresso da CNTE com representantes de vários estados que debateram vários pontos de pauta. Partes desses pontos foram acordados para serem publicados pela direção da CNTE, porém, depois romperam o acordo.

 

Nesse sentido, é preciso dar um passo a frente na organização e estruturação de uma entidade nacional para dar o devido suporte as entidades estaduais, como elemento de coesão das demandas nacional, relativas aos interesses dos professores de filosofia e filósofos brasileiros.

 

Nesse sentido propomos nesse encontro:

 

A) Compor uma coordenação com 7 efetivos e 4 suplentes para impulsionar a luta nacional para cumprir os objetivos de nossa organização, já traçados na formação do Coletivo Nacional de Filosofia.

 

B) Realização de uma plenária Nacional NO PRIMEIRO QUADRIMESTRE de 2013, para debater e deliberar sobre:

 

1-Conjuntura Educacional BRASILEIRA;

 

2-Balanço da Situação do ensino da filosofia no Brasil;

 

3-Posicionamento sobre os projetos de filosofia que tramitam no Congresso Nacional;

 

4-Deliberar sobre Nossa união e organização dos professores de filosofia no

Brasil: (Objetivos, Finalidade, Estatuto e Direção Nacional.)

 

A coordenação indicada nesse encontro deverá implementar ações no sentido de retomar os contatos com os educadores que se comprometeram com o CNF no encontro do Anhembi e outros(as), divulgar as deliberações,contatar outras entidades de caráter nacional, organizar a eleição da ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES DE FILOSOFIA E FILÓSOFOS DO BRASIL (APROFFIB).

 

Deve ainda OTIMIZAR as ferramentas desenvolvidas para a divulgação de nossa atividade, incorporar todos os documentos existentes desde o encontro do Anhembi como parte integrante do histórico da nova entidade a ser constituída.

 

ALDO SANTOS -EX-VEREADOR EM SBC, COORDENADOR DA APEOESP-SBC, PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES DE FILOSOFIA E FILÓSOFOS DO ESTADO DE SÃO PAULO, MENBRO DA APROFFIB E MILITANTE DO PSOL

 

 

 

 

 

05/02/2013

EDITAL PARA ATRIBUIÇÃO DE CLASSES E AULAS DURANTE O ANO LETIVO DE 2013, NOS TERMOS DA RESOLUÇÃO SE 89/2011


 

EDITAL PARA ATRIBUIÇÃO DE CLASSES E AULAS DURANTE O ANO LETIVO DE 2013, NOS TERMOS DA RESOLUÇÃO SE 89/2011

 

LOCAL: Diretoria de Ensino da Região de São Bernardo do Campo (Rua Princesa Maria da Glória, 176 – Bairro Nova Petrópolis – S.B. Campo)

DATA: 07/02/2013

BANCA: Ciências da Natureza e suas Tecnologias (Matemática, Física, Química e Biologia)

HORÁRIO: 8h30min

PÚBLICO ALVO: 

1-     EFETIVOS

2-     APROVADOS: Estáveis, Categoria F, Categoria O e Candidatos à Contratação

3-     NÃO APROVADOS: Estáveis, Categoria F, Categoria O e Candidatos à Contratação

 

DATA: 08/02/2013

BANCA: Ciências Humanas (História, Geografia, Filosofia, Sociologia)

BANCA: Linguagens e Códigos (Lingua Portuguesa, Inglês, Educação Física e Arte)

 

HORÁRIO: 8h30min

PÚBLICO ALVO: 

1-     EFETIVOS

2-     APROVADOS: Estáveis, Categoria F, Categoria O e Candidatos à Contratação

3-     NÃO APROVADOS: Estáveis, Categoria F, Categoria O e Candidatos à Contratação

 

Documentos necessários para apresentação na Banca de Atribuição de Aulas:

 

1 – Documento oficial com foto, original e em bom estado de conservação.

2 – Declaração Oficial de Horário de Trabalho, expedida pela escola sede de controle de frequência, para aqueles que já contam com aulas atribuídas (modelo disponível no site da D.E. – link Menu de Atribuição).

3 –Declaração de Matrícula atualizada (para o docente que se encontra na condição de aluno).

4 – Diploma ou Certificado de Conclusão para os docentes das bancas de Ciências Humanas e Ciências da Natureza e suas Tecnologias.

 

OBSERVAÇÃO:

 

1 - Ficam CONVOCADOS todos os docentes Categoria de Admissão “P” e Categoria de Admissão “F” aprovados no processo seletivo simplificado que estejam cumprindo qualquer quantidade de horas de permanência, conforme determina o artigo 24 da Resolução SE 89/2011.

 

2– O docente que se encontre em licença ou afastamento, a qualquer título, não poderá participar da atribuição durante o ano, exceto o docente em licença-gestante e o titular de cargo para constituição obrigatória de jornada, ou ainda, o afastado na Municipalização desde que vá efetivamente ministrar as aulas atribuídas.