21/08/2013

Dispõe sobre os perfis, competências e habilidades requeridos dos Profissionais da Educação da rede estadual de ensino, os referenciais bibliográficos e de legislação, que fundamentam e orientam a organização de exames, concursos e processos seletivos, e dá providências correlatas.PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA II – FILOSOFIA

Resolução SE 52, de 14-8-2013
Quinta-feira, 15 de agosto de 2013 – Paginas 31 a 41
Dispõe sobre os perfis, competências e habilidades requeridos dos Profissionais da Educação da rede estadual de ensino, os referenciais bibliográficos e de legislação, que fundamentam e orientam a organização de exames, concursos e processos seletivos, e dá providências correlatas
O Secretário da Educação, à vista do que lhe representou a Coordenadoria de Gestão da Educação Básica – CGEB, e considerando a importância da:
- sistematização dos requisitos mínimos que embasam os processos seletivos e os concursos públicos dos Profissionais da Educação na consolidação de um ensino público democrático e de qualidade;
- adoção de procedimentos operacionais de competitividade que concretizem princípios de igualdade e eficiência devidamente sintonizados com a natureza das atividades do cargo ou função dos Profissionais da Educação da rede estadual de ensino, Resolve:
Artigo 1º - Ficam aprovados os ANEXOS A, B, C, D e E, integrantes desta resolução, que dispõem sobre os perfis, as competências, as habilidades dos Profissionais da Educação, os respectivos referenciais bibliográficos e a legislação, a serem requeridos de Professores, Diretores de Escola e Supervisores de Ensino, da rede estadual de ensino, nos exames, concursos e processos seletivos promovidos por esta Pasta.
Artigo 2º - Os requisitos acadêmicos e os atributos requeridos para o exercício de todo profissional da educação implicam, obrigatoriamente, o domínio:

I - das competências, das habilidades, dos referencias bibliográficos e de legislação de Educador e de Docente (ANEXO A); e
II - das competências, das habilidades, dos referencias bibliográficos e de legislação das respectivas especificidades do cargo ou função objeto do exame, concurso ou processo seletivo (ANEXOS B, C, D e E).
Parágrafo único – Para o atendimento ao contido neste artigo, os perfis, as competências, as habilidades, os referenciais bibliográficos e de legislação se apresentam organizados na conformidade dos anexos A a E, que integram a presente resolução.
Artigo 3º - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário e, em especial, as Resoluções SE nº 69, de 1º.10.2009, nº 70, de 26.10.2010, nº 13, de 3.3.2011, e nº 37, de 7.6.2013, produzindo seus efeitos a partir de 2 de setembro de 2013.
ANEXO A
I. EDUCADOR
1. PERFIL
O exercício profissional de educador requer formação geral humanista/crítica, comprometida com a construção e ampliação de uma sociedade mais justa, posicionada contra as desigualdades sociais e a qualquer forma de opressão que garanta a todos as mesmas oportunidades de desenvolvimento de suas potencialidades.
Exige, também, formação específica referenciada nas diversas áreas de conhecimento e no seu papel político em contribuir na apropriação e transformação da cultura.
 Pressupõe uma formação que habilite o educador a interpretar e fazer conexões com vivências de cunho ambiental, econômico, político, social, cultural e educacional; a dialogar sobre tais vivências
e a realizar ações que promovam a qualidade da escola, em especial, que propiciem ensino e aprendizagem relevantes para uma formação integral, que prepare o aluno para a atuação ética, sustentável e transformadora na vida pessoal, social, política e no mundo do trabalho. Exercício profissional dessa natureza implica ação/reflexão/ação, ou seja, exige uma atitude reflexiva, fundada na realidade educacional e na pesquisa, para a constituição de uma prática pedagógica emancipatória, referenciada e pertinente à formação do aluno, à pratica educativa, ao meio em que atua e à finalidade da educação. Em síntese, implica conhecimento dos elementos sócio-históricos, políticos e culturais que interferem na construção da escola que temos e desenvolvimento de processos políticos e educativos direcionados à construção da escola que queremos: centrada no ensino contextualizado, na transversalidade dos conteúdos escolares referenciados no conhecimento da realidade, do projeto de educação nacional, do sistema educativo, da escola como instituição, das diferentes tendências pedagógicas, de ensino e de aprendizagem, de desenvolvimento humano, em seus aspectos físicos, cognitivos, afetivos e socioculturais.
Nessa perspectiva, espera-se que o educador se expresse por meio de práticas que atendam às demandas da sociedade brasileira, do sistema de ensino e do diálogo entre educadores nos diferentes níveis do sistema (entre educador e aluno no âmbito da escola e entre educador e comunidade). A construção desse profissional exige providências do sistema de ensino e atitude do educador para assegurar o direito e o dever em relação à formação continuada em serviço centrada na análise, reflexão e efetivação de ações que respondam às demandas educacionais direcionadas à luta pela educação como direito de todos. Pressupõe o desenvolvimento de competências e habilidades que expressem a compreensão do educador a respeito da relação entre a escola e a sociedade em geral, a comunidade local, a sua função social e os espaços de atuação nos diferentes níveis do sistema de ensino, federal, estadual, escola e sala de aula.
2. COMPETÊNCIAS
2.1 Educação Nacional
2.1.1 Relação Educação /Sociedade
a) Conhecer o Projeto Educacional da sociedade brasileira, que se depreende dos princípios constitucionais e da legislação educacional.
b) Conhecer a função social da educação escolar e ser proficiente no uso da língua portuguesa, oral e escrita, em todas as situações sociais e atividades relevantes para o exercício profissional.
c) Compreender que à educação formal cabe promover o desenvolvimento integral do educando, respondendo às demandas que a sociedade atual coloca para a educação escolar.
d) Compreender criticamente a inclusão no projeto educacional brasileiro, especialmente sua abertura às dimensões da diferença, da diversidade e do multiculturalismo.
e) Conhecer os problemas e conflitos que afetam o convívio social (saúde, segurança, dependência química, educação para o trânsito, pluralidade cultural, ética, sustentabilidade ambiental, orientação sexual, trabalho e consumo) e compreender como eles podem provocar preconceitos, manifestações de violência e impactos sociais, políticos, econômicos, ambientais e educacionais, reconhecendo a si mesmo como protagonista e agente transformador no âmbito de sua atuação profissional.
f) Aprimorar a capacidade de: transformação, iniciativa, criatividade, vontade de aprender e abertura às mudanças, e ter a consciência da necessidade de uma educação de qualidade e das implicações éticas e políticas do seu trabalho.
g) Compreender que vivemos em uma sociedade heterogênica e plural, onde se deve respeitar e valorizar as diferenças.
2.1.2 Sistema de Ensino Público de São Paulo: Educação Básica
a) Compreender a escola pública como ambiente institucional e de relações que profissionais e alunos mantém com as diferentes instâncias da gestão pública
b) Compreender os processos de implementação da política educacional da Secretaria de Estada da Educação de São Paulo (SEE/SP), seus programas e projetos.
c) Compreender a composição, os papéis e funções da equipe de uma escola e do sistema de ensino e as normas que regem as relações entre os profissionais que nela trabalham.
d) Conhecer e compreender os mecanismos institucionais de organização, desenvolvimento e avaliação do sistema de ensino.
e) Compreender os significados dos processos de avaliação educacional, reconhecer alcances e limites do uso de seus resultados, para análise e reflexão do desempenho escolar nas avaliações internas e externas, a fim de organizar e reorganizar as propostas de trabalho.
f) Conhecer e interpretar adequadamente o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB e o Índice de Desenvolvimento Educacional de São Paulo-IDESP, como se constroem, para que servem e o que significam para a educação escolar brasileira e paulista.
g) Desenvolver processo de ação e de investigação que possibilitem o aperfeiçoamento profissional e da prática pedagógica.
h) Compreender a importância da autoavaliação e do autodesenvolvimento para o aprimoramento profissional.
2.1.3 Escola
2.1.3.1 Currículo escolar, planejamento e avaliação
a) Compreender a importância da escola pública para a democratização do acesso ao conhecimento sistematizado e colocar em prática metodologias que facilitem o acesso a esse conhecimento por parte dos alunos.
b) Fazer escolhas pedagógicas orientadas por princípios éticos e democráticos, de modo a promover a inclusão e evitar a reprodução de discriminações e injustiças.
c) Compreender e dispor-se à participação coletiva e colaborativa na elaboração, desenvolvimento e avaliação da proposta pedagógica, cooperando em diferentes contextos escolares.
d) Compreender os processos de desenvolvimento da criança e do adolescente, da aprendizagem e sociabilidade dos alunos, considerando as dimensões cognitivas, afetivas e sociais e as relações com o contexto no qual se inserem as instituições de ensino para atuar sobre tal contexto.
e) Compreender a natureza dos processos de ensino e de aprendizagem que se articulam na relação professor/ aluno, relação de comunicação entre sujeitos que constroem conhecimento, sendo capaz de reconhecer fatores socioeconômicos, pedagógicos, do ambiente escolar que podem causar impactos externos e internos que afetam o aproveitamento do aluno na escola.
f) Desenvolver um ensino com foco na aprendizagem do aluno com vistas a sua inserção como sujeito na sua comunidade e na sociedade.
g) Compreender a abrangência e a importância das orientações curriculares deste sistema de ensino, tendo em vista a construção do currículo escolar contextualizado e centralizado na aprendizagem do aluno.
h) Conhecer e compreender princípios, métodos e recursos educacionais como elementos de apoio das ações educativas.
i) Participar nos espaços coletivos, visando à reflexão e análise sobre as práticas educativas, para o planejamento, acompanhamento, avaliação e replanejamento do trabalho escolar.
2.1.3.2 Relação Escola e Comunidade
a) Compreender a escola como parte da comunidade escolar, uma vez que a mesma é constituída pelos professores, pela equipe gestora, pelos alunos, pelos funcionários e pelos pais e/ ou responsáveis pelos alunos.
b) Desenvolver parcerias com a comunidade escolar, ou seja, a do entorno da escola e demais organizações e instituições.
c) Construir espaços coletivos de participação entre escola, família e comunidade
3. BIBLIOGRAFIA

A) Livros e Artigos
1. CARVALHO, Rosita Edler. Educação Inclusiva com os Pingos nos Is. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 2005.
2. CORTELLA, Mário Sérgio. A escola e o conhecimento:
fundamentos epistemológicos e políticos. 14. ed., São Paulo, Cortez, 2011.
3. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários  à prática educativa. 43. ed., São Paulo: Paz e Terra, 2011.
4. FREITAS, Luiz Carlos de. Eliminação Adiada: o ocaso das classes populares no interior da escola e a ocultação da (má) qualidade do ensino. Educação e Sociedade, Campinas, vol. 28. n.100 – Especial, p.965-987, out. 2007. Disponível em: \. Acesso em: 2 jul.2013.
5. GATTI, Bernadete Angelina; BARRETO, Elba de Sá; ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo de Afonso. Políticas docentes no Brasil: um estado da arte. Brasília: UNESCO, 2001. Disponível em:\< http://
unesdoc.unesco.org/images/0021/002121/212183por.pdf\> Acesso em: 05 jul. 2013
6. LA TAILLE, Yves.DANTAS, Heloisa e OLIVEIRA, Marta Kohl de, Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 24. ed. São Paulo: Summus, 1992.
7. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro, UNESCO/Cortez Editora, cap. III e IV, p. 47-78, e cp. VI, 93-104, 2000.
Disponível em: \<https://www.google.com. br/#output=search&sclient=psy-ab&q=www.sistemas.ufrn.br%2Fshared%2FverArquivo 3FidArquivo%3D1035842&oq=www. sistemas.ufrn.br%2Fshared%2FverArquivo%3FidArquivo%3D1 035842&gs_l=hp.12...2330.2330.0.4025.1.1.0.0.0.0.169.169. 0j1.1.0....0...1c..21.psyab.saDFff2tqN4&pbx=1&bav=on.2,or.r_ cp.r_qf.&bvm=bv.49478099,d.dmg&fp=9f8639b5091b4696&bi w=1366&bih=673\>Acesso em: 2 jul.2013.
8. RIOS, Terezinha Azerêdo. Ética e competência. 20. ed., São Paulo: Cortez, 2011.
9. SACRISTÀN, J. Gimeno; PÉREZ GOMES, A. I. Compreender e transformar o ensino. 4. ed. Porto Alegre: ARTMED, 2000.
10. SAVIANI, Dermeval. Histórias das ideias pedagógicas no Brasil. Campinas; Autores Associados, 2010.

11. TEIXEIRA, Anísio. A escola pública universal e gratuita. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.26, n.64, out./dez. 1956. p.3-27. Disponível em: \< http://www.
bvanisioteixeira.ufba.br/artigos/gratuita.html\> Acesso em 03 jul.2013.
B) Publicações Institucionais
1. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva. Brasília, MEC/SEESP, 2008. Disponível em: \. Acesso em: 18 jul. 2013.
2. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: temas transversais. Brasília: MEC/SEF, 1998. Disponível em: \<http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/ pdf/ttransversais.pdf\>. Acesso em: 18 jul. 2013.
3. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio: documento de apresentação. São Paulo: SE, 2012, p. 7-20. Disponível em: \<http://www.rededosaber. sp.gov.br/portais/EnsinoFundCicloII/Materiais/tabid/1044/ Default.aspx \> Acesso em: 18 jul.2013.
4. LEGISLAÇÃO
1. BRASIL CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL – 1988. (Artigos 5º, 6º; 205 a 214)
2. BRASIL LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança do Adolescente – ECA (Artigos 1º a 6º; 15 a 18; 60 a 69)
3. BRASIL. LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB
4. BRASIL. RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 17 DE JUNHO DE 2004. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana (anexo o Parecer CNE/CP nº 3/2004)
5. BRASIL. RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 4, DE 13 DE JULHO DE 2010. Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica (anexo o Parecer CNE/CEB nº 7/2010)
6. BRASIL. RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 30 DE MAIO DE 2012. Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos (anexo o Parecer CNE/CP nº 8/2012)
7. SÃO PAULO. DECRETO Nº 55.588, DE 17 DE MARÇO DE 2010. Dispõe sobre o tratamento nominal das pessoas transexuais e travestis nos órgãos públicos do Estado de São Paulo e dá providências correlatas
8. SÃO PAULO. DELIBERAÇÃO CEE Nº 9/97. Institui, no sistema de ensino do Estado de São Paulo, o regime de progressão continuada no ensino fundamental. (Indicação CEE nº 8/97 anexa)
II. DOCENTE
1. PERFIL
Ao Professor de Educação Básica compete, como mediador nos processos de apreensão, compreensão e produção de conhecimento, organizar condições didáticas que permitam ao aluno a apropriação de bens culturais historicamente acumulados, fundamentais à educação escolar de qualidade, direito do aluno.
Prática docente, apoiada no diálogo, com vistas ao desenvolvimento de ensino com foco nas relações entre conhecimento e cultura, currículo e poder, exige do profissional a promoção de aprendizagem referenciada na curiosidade, na cooperação, na pesquisa, na experimentação, na criatividade, que instaure processos de concepção e de realização de projetos significativos aos alunos e à comunidade em que vivem. Promover aprendizagem dessa natureza viabiliza a efetivação do princípio da escola para todos, e para cada um em particular. Caberá ao profissional
aprender, ensinar e trabalhar com a heterogeneidade, a diversidade e a diferença; compreender que a relação dialógica/interação entre os sujeitos é inerente à comunicação, à linguagem e às relações que estabelecem cultural e socialmente e conhecer a relação entre a teoria e a prática e estar atento à dinâmica entre ambas, para atuar, permanentemente, como protagonista de suas ações e tomar, com autonomia e responsabilidade, as decisões pedagógicas que concorrem para a realização de seu trabalho e a consecução dos objetivos traçados. Para isso é preciso articular as duas dimensões formativas complementares e interdependentes:
a) a dimensão técnica, que se caracteriza pelo conhecimento dos conteúdos a serem ensinados e os recursos metodológicos para desenvolvê-los com rigor e compreensão dos seus significados em contextos diversos, referentes aos universos da cultura, do trabalho, do meio ambiente, da arte, da ciência e da tecnologia, e
 b) a dimensão política que se caracteriza pelo compromisso público com a educação escolar, decorrente da compreensão dos aspectos históricos, filosóficos, sociológicos, psicológicos e econômicos que envolvem a educação e o ensino. Também é necessário compreender como essas duas dimensões se integram com os conteúdos próprios da docência: currículo; planejamento, organização de tempo e espaço escolar; gestão de classe, interação grupal, relação entre professor e aluno; elaboração, desenvolvimento e avaliação de situações didáticas; trabalho diversificado; avaliação de aprendizagem em suas especificidades; pesquisa sobre sua prática e investimento na auto formação, fundamentais à participação efetiva do professor na constituição da identidade do educando como sujeito de uma sociedade em constante transformação, com a finalidade de torná-lo capaz de atuar na preservação da herança cultural e na transformação da realidade por ele vivida e, de forma indireta, da sociedade em que está inserido.
2. COMPETÊNCIAS
2.1 Educação Nacional
a) Conhecer os atos legais que regulamentam a profissão de professor e ser capaz aplicá-la em situações que se apresentam no cotidiano do seu trabalho pedagógico.
b) Conhecer os direitos e deveres do docente e atuar em consonância com eles, regulamentado em lei.
2.1.1 Sistema de Ensino Público de São Paulo: Educação Básica
a) Conhecer formas de atuação docente, situações didáticas e seus elementos constitutivos para adequá-los à aprendizagem do aluno no que se refere aos conteúdos conceituais, atitudinais e procedimentais, conforme os contextos locais, das políticas e do currículo da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, nas dimensões sala de aula e escola.
b) Compreender a importância da educação escolar para a formação da identidade de novos sujeitos sociais, para que eles possam integrar a sociedade brasileira, dela participando de forma ativa e democrática em busca do bem comum.
2.1.2 Escola
a) Reconhecer e valorizar, em situações do cotidiano escolar e em diferentes situações de aprendizagem, os elementos que podem contribuir para o desenvolvimento de relações de autonomia e cooperação, entre alunos e aluno/profissional da educação.
b) Conhecer e compreender o Projeto Político Pedagógico da escola na qual atua, a fim de posicionar-se diante dele, analisar o seu próprio trabalho e propor elementos para seu aperfeiçoamento.
c) Reconhecer e utilizar os espaços de trabalho coletivo, como espaços de reflexão sobre a proposta pedagógica da escola e a prática docente e de participação em ações de formação continuada.
d) Compreender as diferentes etapas de planejamento como uma ação recursiva, flexível e dinâmica.
e) Refletir sobre o processo de ensino e de aprendizagem, as ações didáticas e o processo avaliativo, identificando pontos que necessitam mudanças e/ou reformulações.
f) Implementar práticas educativas que levem em conta as necessidades pessoais e sociais dos alunos, os temas e demandas do mundo contemporâneo e os objetivos da Proposta Pedagógica.
2.1.3 Sala de Aula
a) Compreender e levar em conta as fases de desenvolvimento cognitivo, social e afetivo da criança, do jovem para organizar processos de ensino e aprendizagem apropriados a cada fase de desenvolvimento do educando.
b) Propiciar aprendizagem significativa para os alunos, levando em conta suas experiências, valores e conhecimentos prévios e tomando-os como ponto de partida para a introdução de novos conteúdos.
c) Explicitar as concepções teóricas, que fundamentam as atividades educativas, para evitar a dicotomia entre teoria e prática.
d) Apropriar-se dos diferentes componentes que organizam os planos de ensino dos professores nas disciplinas nas diferentes etapas para sua elaboração, execução e avaliação.
e) Compreender os princípios da organização curricular das diferentes áreas como norteadores da organização de ensino centrado na progressão continuada da aprendizagem.
f) Compreender o ensino da linguagem, associado a todos os conteúdos disciplinares em todas as séries, exercitando a competência de leitura/compreensão de textos e expressão escrita.
g) Estabelecer critérios pertinentes e relevantes para a progressão da aprendizagem, tais como: a natureza, as especificidades e o grau de complexidade dos conteúdos; as possibilidades de aprendizagem dos alunos; o tratamento didático, metodologia e procedimentos de ensino e avaliação, os mecanismos de apoio, nas diferentes modalidades em acordo com seus objetivos, tendo em vista as finalidades do projeto educativo.
h) Desenvolver competências lógico-discursivas que instrumentalizem o estudante com vistas à autonomia intelectual, de modo que possa, gradualmente, desenvolver a consciência crítica e aprender a pensar por conta própria.
i) Empregar diferentes recursos e procedimentos didáticos, ajustando-os às possibilidades e dificuldades de aprendizagem dos alunos, sempre levando em conta a natureza, as especificidades e o grau de complexidade dos conteúdos.
j) Conhecer e utilizar recursos tecnológicos relacionados às diferentes mídias e meios de comunicação, valorizando-os como indispensáveis à socialização de informações e à prática de diálogo com o aluno.
k) Saber planejar e desenvolver os trabalhos em sala de aula, privilegiando rotinas que atendam às necessidades dos alunos, tendo em vista a diversidade, adequação, periodicidade das atividades, organização do tempo/espaço e o agrupamento dos alunos de modo a potencializar as aprendizagens dos diferentes conteúdos/áreas, garantindo, sempre que possível, a abordagem dos temas transversais pertinentes.
l) Compreender os diferentes contextos que interferem na construção das subjetividades e identidades do aluno, de modo a lidar adequadamente com os diferentes modos de ser e estar no mundo deste aluno.
m) Saber mediar situações de conflito e indisciplina em sala de aula.
n) Conhecer e adotar diversas formas de avaliação da aprendizagem dos alunos por meio de estratégias e instrumentos diversificados e utilizar a análise dos resultados para reorganizar as propostas de trabalho na escola e na sala de aula.
3. BIBLIOGRAFIA
A) Livros e Artigos
1. ABRAMOVAY, Miriam; CASTRO, Mary Garcia; SILVA, Lorena Bernadete. Juventudes e sexualidade. Brasília: UNESCO Brasil, 2004. Disponível em: \<http://unesdoc.unesco.org/ images/0013/001339/133977por.pdf\> Acesso em: 05 jul. 2013.
2. FREURI, Reinaldo Matias. Educação intercultural: mediações necessárias. Rio de Janeiro: Editora DPA, 2003.
3. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar, 22. ed., São Paulo: Cortez Editora, 2011.
4. MOREIRA, Antonio Flavio Barbosa. Currículo, diferença cultural e diálogo. Revista Educação & Sociedade, ano XXIII, n. 79. Agosto/2002, p. 15-38. Disponível em \< http://www.scielo. br/pdf/es/v23n79/10847.pdf\>. Acesso em: 2 jul.2013.
5. TARDIF, Maurice; LESSARD, Claude. O trabalho docente: elementos para uma teoria da docência como profissão de interações humanas. Rio de Janeiro, Petrópolis: Vozes, 2005.
6. SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 2. ed. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2004.
7. ZABALA, Antoni; ARNAU, Laia. Como aprender e ensinar competências. Porto Alegre: Artmed, 2010.
 

XIII. PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA II – FILOSOFIA

1. PERFIL

Do professor de filosofia exige-se que domine os principais temas dos diferentes períodos da história da Filosofia e que, a partir desse conhecimento, seja capaz de introduzir os jovens na reflexão filosófica, empregando metodologias de ensino e estratégias didáticas apropriadas para tornar esse saber acessível ao estudante do ensino médio. Com base no legado da tradição, expresso no contato com autores, ao professor de Filosofia compete promover o desenvolvimento de um pensamento crítico e coerente, quer dizer, logicamente organizado e argumentativamente fundamentado.

 Em sua atuação docente espera-se que associe, sempre que possível, o domínio do conhecimento específico da área com os temas e questões que desafiam o homem na atualidade.

2. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

COMPETÊNCIAS

a) Desenvolver a capacidade de questionamento e crítica em relação às certezas do senso comum, distinguindo-o do conhecimento científico e da reflexão filosófica.

HABILIDADES

a.1) Estabelecer a distinção entre o “filosofar” espontâneo, próprio do senso comum, e o filosofar propriamente dito, típico dos filósofos especialistas.

a.2) Diferenciar senso comum e conhecimento científico, identificando a importância de cada forma de conhecimento em suas respectivas áreas de atuação.

a.3) Descobrir novas significações sobre o mundo e as experiências humanas, indo além das ideias e valores estabelecidos.

COMPETÊNCIAS

b) Formular raciocínios com coerência, desenvolvendo a capacidade de organização ou estruturação lógica do pensamento.

HABILIDADES

b.1) Adquirir noções básicas sobre Lógica e aplicá-las na formulação de raciocínios coerente, relacionando premissas e conclusões.

b.2) Exercitar a organização lógica do pensamento por meio da leitura de textos filosóficos, procurando apreender sua lógica interna ou estrutura de raciocínio.

b.3) Redigir textos que demonstrem capacidade de organização lógica das ideias.
COMPETÊNCIAS

c) Aprimorar a capacidade de argumentação por meio da defesa fundamentada de pontos de vista, ou seja, com base na apresentação de razões ou justificativas.

HABILIDADES

c.1) Compreender a relação da arte com o contexto cultural em que é produzida.

c.2) Discutir criticamente os diferentes sentidos da arte na cultura Ocidental.

COMPETÊNCIAS

d) Compreender o papel dos sentidos e da razão na construção do conhecimento, com base em fundamentação filosófica, assim como o debate em torno desse tema na tradição ocidental.

HABILIDADES

d.1) Identificar e analisar no contexto do período clássico da filosofia grega e a importância das noções de sensível e inteligível na construção do conhecimento.

d.2) Identificar dentro do pensamento moderno os principais representantes do racionalismo e do empirismo.

d.3) Reconhecer os pontos comuns e diferenciar as posturas baseadas no empirismo e no racionalismo.

COMPETÊNCIAS

e) Desenvolver com os alunos formas de consciência crítica sobre temas políticos, tais como as relações de poder e a questão da desigualdade entre os homens.

HABILIDADES

e.1) Analisar criticamente as relações de poder entre governantes e governados, tendo como base a tradição filosófica.

e.2) Identificar no contexto das filosofias iluministas as críticas à desigualdade social.

e.3) Debater a questão do poder político e da desigualdade social no mundo atual, a partir das referências filosóficas.

COMPETÊNCIAS

f) Conhecer algumas noções básicas sobre o liberalismo clássico, de modo a adquirir referenciais teóricos para refletir sobre o sentido do neoliberalismo hoje.

HABILIDADES

f.1) Compreender a fundamentação da propriedade privada sob a ótica do liberalismo clássico.

f.2) Analisar criticamente as justificativas liberais sobre a origem natural da propriedade privada.
f.3) Comparar o discurso do liberalismo clássico com as posturas neoliberais na atualidade.

COMPETÊNCIAS

g) Reconhecer a relevância das concepções éticas produzidas no período clássico da filosofia grega para a compreensão dos valores morais vigentes na nossa sociedade.

HABILIDADES

g.1) Compreender a partir da reflexão ética empreendida no período clássico da filosofia grega, as noções de virtude e excelência moral.

g.2) Compreender a oposição entre virtude e vício estabelecida pelo autor, bem como a noção de virtude como meio termo.

g.3) Comparar e estabelecer relações entre as virtudes e aquilo que hoje denominamos valores morais.

COMPETÊNCIAS

h) Compreender a importância do movimento Iluminista, ou filosofia das luzes”, para a formulação do ideal da autonomia intelectual do homem e da noção burguesa de progresso.

HABILIDADES

h.1) Analisar, a partir da história da filosofia, o projeto iluminista da autonomia da razão humana e os obstáculos ao esclarecimento dos homens.

h.2) Compreender a autonomia intelectual como tarefa da educação.

h.3) Construir uma visão crítica da ideia burguesa de um progresso guiado pela razão.

COMPETÊNCIAS

i) Empregar a reflexão filosófica na análise de temas e problemas presentes no debate político da sociedade contemporânea.

HABILIDADES

i.1) Identificar e reconhecer os principais fundamentos e conceitos que permeiam a concepção de estado e de ideologia que vingaram a partir do século XIX.

i.2) Aplicar o conhecimento filosófico na análise da noção de “aparelhos ideológicos do Estado” (AIE).

i.3) Formular uma análise crítica sobre a questão da dominação ideológica.

COMPETÊNCIAS

j) Fundamentar filosoficamente a reflexão sobre os dilemas éticos da sociedade contemporânea.

HABILIDADES
j.1) Compreender o conceito de liberdade e sua fundamentação em teorias filosóficas.

j. 2) Aplicar o conhecimento filosófico na análise da relação entre liberdade humana e responsabilidade moral.

j.3) Problematizar e analisar criticamente a noção de liberdade como escolha incondicional.

3. BIBLIOGRAFIA

A) Livros e Artigos

1. ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. 6. ed., São Paulo: Martins Fontes, 2012.

2. ALTHUSSER, Louis. Aparelhos ideológicos de Estado; nota sobre os aparelhos ideológicos de Estado (AIE). 2. ed. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1985.

3. ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco, Livro II. In: Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1987.

4. CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. 14. ed., São Paulo: Ática, 2010.

5. COLI, Jorge. O que é arte. Nós e a arte/A freqüentação. 15. ed., São Paulo: Brasiliense, 1995. Coleção Primeiros Passos.

6. DESCARTES, René. Discurso do Método: 1ª e 2ª Parte; Meditações: 1ª e 2ª. In: Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

7. GALLO, Silvio. Metodologia do ensino de filosofia: uma didática para o ensino médio. Campinas, SP: Papirus, 2012. Cap. 3, 4, e 5.

8. HUME, David. Investigação sobre o entendimento humano: Seção II e III. In: Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

9. KANT, Immanuel. Resposta à pergunta: Que é ‘Esclarecimento’? (Aufklärung). In: Textos Seletos. 3. ed., Petrópolis: Vozes, 2005.

10. LOCKE, John. Segundo Tratado sobre o Governo: Cap. V. In: Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

11. LUNGARZO, Carlos O que é ciência. Conhecimento científico/ As ciências. 4. ed., São Paulo: Brasiliense, 1992. Coleção Primeiros Passos.

12. MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe: Cap. XV a XVIII. In: Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

13. MORTARI, Cesar A. Introdução à lógica. São Paulo: UNESP, 2001.

14. PLATÃO. A República. Livro VII. 7. ed., Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1993.

15. RODRIGO, Lidia Maria. Filosofia em sala de aula: teoria e prática para o ensino médio. (Introdução e Cap. I, II, e III). Campinas, SP: Autores Associados, 2009.

16. ROUSSEAU, Jean-Jacques. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens: 2ª Parte. In: Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

17. SARTRE, Jean-Paul. O existencialismo é um humanismo. In: Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1973.

B) Publicações Institucionais

1. BRASIL. Secretaria de Educação Básica. Orientações Curriculares para o Ensino Médio: ciências humanas e suas tecnologias; filosofia. Brasília, MEC/SEB, 2006. Disponível em: \. Acesso em: 18 jul. 2013.


2. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo do Estado de São Paulo: filosofia. In: ___________________. Currículo do Estado de São Paulo: ciências humanas e suas tecnologias. São Paulo: SE, 2012. p. 27-29, 114-131. Disponível em: \<http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/43/Files/ CHST.pdf \>. Acesso em: 18 jul. 2013.

LANÇAMENTO DO LIVRO:MEMÓRIAS de infância, do Professor Aldo Josias dos Santos

LANÇAMENTO DO LIVRO
MEMÓRIAS de infância
(Professor Aldo Josias dos Santos)
São Bernardo do Campo, 03 de agosto de 2013.
·         “Os filhos do Celino davam cada bicuda na bola que ela saía assobiando, era um verdadeiro coice de cavalo”.

Quando li essa passagem, ri muito, ao me lembrar que jogava bola com os meus amigos e também judiava dos goleiros dando esse tradicional coice de cavalo.

·         “Quando a nossa família matava um porco, minha mãe pedia para levarmos um pedaço de carne, numa vasilha limpinha, aos demais vizinhos. Sempre era uma festa quando se dividia e se recebia. Com essa prática eu entendi como seria o socialismo. Uma vida em partilha, onde todos dividem entre si o básico para a sobrevivência”.

É uma experiência para a vida toda: ensinou a partilha, a solidariedade, que é “ternura entre as pessoas, entre os povos”.

·         “A mesa foi arrumada e todos se sentaram. Nós ficávamos com o olho comprido, de longe, com grande educação, mas com uma fome feroz”.

Isso ocorria bastante com as visitas “ilustres” que meus pais recebiam em Rancharia e Assis. A gente até rezava para que as visitas fossem embora logo e pudéssemos encher a nossa pança que roncava alto.

·         “Saí correndo em sua direção. Era minha mãe que veio me esperar. Cheguei  em casa foi uma alegria só”.

Vejo que sua mãe foi uma referência marcante e decisiva em sua vida.  Ao falar em mãe, sempre me recordo da música “Doce mamãezinha”, da dupla Jacó & Jacozinho, de Assis -SP, que em seu refrão diz: “Mamãe, ainda me lembro nossa casa de madeira/ Eu no seu colo segurava a mamadeira/ Era criança, mas era tão contente/ Mamãe, nem a pobreza ocultou o seu sorriso/ Seu simples lar sempre foi seu paraíso/ Deus vai lhe dar um novo céu como presente”.

·         “Até hoje, quando vejo crianças e adolescentes soltando pipa a cena daquele dia volta à minha mente...”.
A pipa tornou-se para você um símbolo de liberdade e ajudou a formar a convicção de que é preciso lutar muito, se organizar, “consolidar e avançar” para a construção de uma sociedade Democrática, Livre e Justa de verdade.

·           “Foi uma relação da minha família com momentos de profundas tristezas e alegrias, no âmbito de nossa vivência ; são memórias singulares que simbolizam vidas parecidas com de milhares e milhões de seres humanos que vivem às margens de uma sociedade excludente, ainda nos dias atuais”.

Seu livro, professor Aldo Josias dos Santos, me fez voltar ao tempo e recordar momentos que vivi no seio da família Lima dos Santos, em meu nascimento, em Rancharia – SP. e, depois, minha infância e adolescência em Assis – SP.. A forma que achei para parabenizá-lo por sua coragem em repartir com as pessoas essa experiência de vida, foi essa: a despeito das semelhanças e diferenças entre sua vida e a de quem ler o seu livro, uma coisa fica patente: você nasceu e se desenvolveu num lar simples, mas pautado por valores morais, compromisso e muito trabalho em favor dos menos favorecidos desse país de abundâncias e carências. Você é um legado de sua família e nos incentiva a sermos “uma cópia melhor de nós mesmos”.  Richard Rorty [Filósofo americano,  1931-2007].
Ivo Lima
Professor de filosofia da Rede Pública Estadual e Escritor
Autor dos livros: O Recheio que faltava em sua vida
A Direção da vida
Membro da Associação dos professores de filosofia e filósofos do Estado de São Paulo – APROFFESP
E-mail: Ivodos@yahoo.com .br


Para adquirir o livro MEMÓRIAS de infância, acesse o site: www.aproffesp.pro.br

ESTÁ SURGINDO UMA NOVA CENTRAL.

ESTÁ SURGINDO UMA NOVA CENTRAL.
No dia 08 de Agosto de 2013 participei  de uma reunião com dirigentes da Intersindical, onde por algum tempo ouvimos dos mesmos as deliberações do recente seminário realizado nos dias 02 e 03 de Agosto de 2013, onde, por unanimidade optaram pela construção e legalização da Intersindical.
Compareci a essa reunião em nome da diretoria da APROFFESP que em deliberação interna aprovou que deveríamos buscar dados e informações sobre o papel e a importância das centrais sindicais, para posterior deliberação.
Além de uma rápida analise de conjuntura e da reestruturação produtiva o seminário apontou um calendário de luta e ações práticas rumo à formalização e registro da entidade até o primeiro semestre de 2014.
Do ponto de vista conjuntural o documento afirma: “Para a INTERSINDICAL, é preciso parar o Brasil numa greve política contra o capital e as políticas dos governos que impedem o atendimento das reivindicações dos trabalhadores e da juventude. Denunciar os planos patronais de ampliar a precarização do trabalho, denunciar os lucros dos bancos e do grande capital com a apropriação de dinheiro público e exigir do governo Dilma a mudança da política econômica é o caminho para avançar nas conquistas exigidas pelas ruas”.
Além de constatações citadas, ainda apresentam as seguintes reivindicações programáticas:
- Não ao PL 4330. Chega de terceirização. Salário igual para trabalho igual;
- Auditoria da dívida pública. Nem dinheiro para a copa. Nem dinheiro para as montadoras. Nem dinheiro para os bancos. Dinheiro público é para as políticas públicas.;
- Onde está o Amarildo? Basta de violência policial, de repressão por parte do Estado, de extermínio da juventude negra e da periferia. Pela desmilitarização das polícias e contra a criminalização da pobreza e dos movimentos sociais;
- Em defesa da demarcação das terras indígenas. Não a PEC 215;
- 10% do PIB para educação pública. Cumprimento imediato do salário e da jornada da Lei do Piso onde ela ainda não é cumprida. Redução da jornada e aumento de salários em todo o país - 1/3 da jornada com atividades extraclasse e mínimo do Dieese para jornada de 20 horas;
- Chega de violência contra as mulheres. Participação na Jornada contra o Estatuto do Nascituro de 28 de agosto a 28 de setembro e das atividades da Marcha Mundial de Mulheres no dia 31 de agosto;
- Democratização dos meios de comunicação e participação na campanha de coleta de assinaturas para um projeto de lei de iniciativa popular por uma mídia democrática;
- Não às privatizações do petróleo, das rodovias, dos portos, dos aeroportos, das elétricas.”
Em relação a atuação sindical afirmam que: “O movimento sindical brasileiro passa pelo período de maior fragmentação das últimas décadas. A dispersão deu um salto quando a CUT, por conta da ausência de autonomia na relação com o governo, perdeu a capacidade de aglutinar em torno de si vários setores do movimento.”
        Em relação a Conclat    constatam que :   “O fracasso do Conclat de 2010 demonstrou que a batalha pela organização dos trabalhadores com independência em relação aos patrões, Estado, governos e partidos políticos segue na pauta. As tentativas de "repactuação" do Conclat também fracassaram.”
Nesse contexto, definem que: “É hora de avançar na organização e no fortalecimento de um instrumento de concepção e prática sindical independente, classista, democrática, ampla e de luta. O fortalecimento dessa concepção passa, nesse momento, por avançar na formalização e organização de uma central dos trabalhadores, buscando inclusive o registro no Ministério do Trabalho. Isso não tem a ver com aqueles que defendem que uma central deva ser sustentada pelo imposto sindical ou por outros fundos públicos. Tampouco faremos isso para participar de fóruns permanentes de negociação tripartites”.
O documento finaliza convidando os trabalhadores e organizações para: Construírem um calendário de formalização da Intersindical como Central, bem como propõe um encontro Nacional para os dias 15,16 e 17 de Novembro de 2013 para debater concepção, pratica sindical, programa, estatuto e plataforma de lutas da nova Central. O cume desse processo de construção será consumado com a realização nos dias 14,15 e 16 de março de 2014 no congresso de Fundação da nova Central.
Entendemos que é o momento de participarmos nesse processo de construção, tendo em vista que os demais setores estão comprometidos e definidos de forma unidimensional sem a menor possibilidade de acolhimento ou participação de movimentos ou personalidades que ainda estão independentes ou em via de organização. É melhor  participar organizado mesmo que numa conjuntura de fragmentação, do que ficar esperando ou fazendo o  necessário chamado pela unidade que a cada dia fica mais distante. Entendemos que a Intersindical deveria instituir uma plenária mensal para assegurar a participação de todos que estão de acordo com o processo de construção da nova central, tendo como ponto de partida a pauta geral apresentada, para evitar erros e práticas já conhecidas e questionadas em relação aos outros processos de unidade.
Quem sabe faz agora!
Aldo Santos, Sindicalista e Militante do Psol.



19/08/2013

André Sapanos é reeleito presidente do Psol em Mauá.

André Sapanos é reeleito presidente do Psol em Mauá.

Numa demonstração de vitalidade partidária, os filiados do partido em Mauá, debateram a análise de conjuntura, discutiram as teses ao 4° congresso nacional do Psol que será realizado em dezembro de 2013 e realizaram também a eleição do novo diretório municipal.
  Após o debate das teses e a tirada de delegados (as), foi eleita o novo diretório para o próximo biênio, que, por 51% a 49%, o companheiro André Sapanos foi reeleito presidente do partido na cidade.
Durante dois anos o atual presidente expressou uma  nova fisionomia de luta ao Psol na cidade e na região do abcdmrr. Mesmo dividido em duas chapas, o partido saiu unido e fortalecido para as novas tarefas que virão, diante de uma conjuntura desafiadora e carente de união e organização da classe trabalhadora. Parabéns a todos e todas que participaram desse importante encontro municipal.

Consolidar e avançar a luta socialista é preciso!

Aldo Santos- ex-vereador, presidente da associação dos professores de filosofia e filósofos do estado de São Paulo, da aproffib e  militante do Psol.

18/08/2013.

16/08/2013

Filosofia e sociologia são disciplinas obrigatórias no ensino médio

Anônimo - 08/07/2006
Filosofia e sociologia no Ensino Médio
Filosofia e sociologia são disciplinas obrigatórias no ensino médio

O Conselho Nacional de Educação (CNE) decidiu nesta sexta-feira, 7, por unanimidade, que as escolas de ensino médio devem oferecer as disciplinas de filosofia e sociologia. A medida torna obrigatória a inclusão das duas matérias no currículo do ensino médio em todo o país, ampliando o que já era praticado em 17 estados.

Segundo o relator da proposta, conselheiro César Callegari, a decisão vai estimular os estudantes a desenvolverem seu espírito crítico. “Isso significa uma aposta para que os alunos possam ter discernimento quando tomam decisões e que sejam tolerantes porque compreendem a origem das diversidades”, declarou.

Na avaliação do titular da Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC), Francisco das Chagas, a medida vai ampliar o número de vagas para profissionais de filosofia e sociologia. “A falta de professores em algumas situações também vai se adequar porque, com o ensino obrigatório das duas disciplinas, os cursos de graduação formarão mais profissionais para atuarem no setor”, disse.

A proposta de mudança foi feita pelo Ministério da Educação em 2005, mas como é do CNE a prerrogativa de definir as diretrizes curriculares nacionais, a deliberação foi feita pelos conselheiros. Agora, o parecer será homologado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad. Segundo o documento aprovado, os estados terão um ano para incluir a filosofia e a sociologia na grade curricular do ensino médio.
Ver mais respostas populares Popular
Anônimo - 08/07/2006
Mudança – Para o professor de filosofia Aldo Santos, de São Paulo, a decisão vai promover uma mudança na estratégia educacional que desenvolve o pensamento, a reflexão e a ação dos estudantes. “Agora, o jovem vai entender o seu papel na história e saber que ele pode ser um agente transformador na sociedade”, analisou.

A inclusão das disciplinas de sociologia e filosofia no currículo do ensino médio foi comemorada por cerca de 150 professores e estudantes, que compareceram ao auditório do CNE. Houve até champanhe após a aprovação do parecer pelos conselheiros.

Repórter: Flavia Nery


Fonte: Portal MEC
Ver mais respostas populares Popular
Anônimo - 10/07/2006
Achei a mudança boa, contudo vai depender do professor, pois são materiais muito boas de serem abordadas, porém em mãos erradas fica altamente metodico e chato.
Ver mais respostas populares Popular
Anônimo - 19/07/2006
Parecer do CNE da Filosofia e sociologia no E.M.
O parecer, do Conselho Nacional de Educação(CNE), da Filosofia e Sociologia obrigatórias no Ensino Médio está já disponibilizado no site do Portal MEC/CNE: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/pceb038_06.pdf

_____________________________________________________________

Pareceres:


São documentos emitidos pelo Conselho Pleno ou qualquer uma das Câmaras, em pronunciamento sobre matéria de sua competência.
Os pareceres são relatados nas reuniões do CNE e, quando aprovados, dependem de homologação do Ministro da Educação (para posterior publicação no Diário Oficial da União) para terem eficácia. Pareceres normativos (aqueles que geram Resoluções) são aprovados com o respectivo projeto de resolução anexado.



Fonte: Portal MEC ( http://portal.mec.gov.br/cne/index.php?optionfiltered=content&task=category&sectionid=7&id=82&Itemid=246 )
Ver mais respostas populares Popular
Anônimo - 10/08/2006
Logo abaixo, estão os links do Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio - PCNEM ( informações --> http://portal.mec.gov.br/seb/index.php?optionfiltered=content&task=view&id=407&Itemid=393 ):



http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/book_volume_03_internet.pdfOrientações Curriculares para o Ensino Médio - Ciências Humanas e suas Tecnologias http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/cienciah.pdfParâmetros Curriculares Nacionais no Ensino Médio - Ciências Humanas e suas Tecnologias http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/CienciasHumanas.pdfOrientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais no Ensino Médio - Ciências Humanas e suas Tecnologias
Ver mais respostas populares Popular
Anônimo - 12/08/2006
MEC homologa obrigatoriedade da Fi e So no E.M...
MEC homologa obrigatoriedade do ensino de filosofia e sociologia

“Uma vitória da luz” – foi como o sociólogo César Callegari definiu a decisão do ministro Fernando Haddad de homologar, nesta sexta-feira, 11, o Parecer 38/2006 do Conselho Nacional de Educação (CNE), que torna obrigatório o ensino de filosofia e sociologia no ensino médio de todas as escolas públicas e privadas do país. “Quem ganha com a decisão é o Brasil e os jovens que terão a oportunidade de serem sujeitos de sua própria história”, afirmou Callegari, relator do parecer, aprovado por unanimidade, em 7 de julho último, pelo CNE.

Na oportunidade, o ministro Fernando Haddad, que além de economista e advogado, é formado em filosofia, disse que a data – 11 de agosto e Dia Nacional dos Estudantes – foi bem apropriada para homologar o parecer. Em 11 de agosto de 1827, dom Pedro I assinou decreto que criava os cursos jurídicos nas cidades de São Paulo e Olinda. É data de criação ainda do primeiro Centro Acadêmico Universitário do País - 11 de agosto, em 1903 –, que completa hoje 103 anos e que também foi presidido pelo ministro Fernando Haddad.

“Estamos reintroduzindo o ensino crítico e oferecendo aos jovens a possibilidade de entender melhor o mundo em que vivem”, afirmou o ministro. Disse também que o ensino de filosofia e sociologia resgata uma reivindicação antiga dos educadores: a de dar seqüência ao que já dispunha a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) e que permite aos jovens brasileiros ampliar horizontes. “Uma juventude que precisa de novas oportunidades, de construir o seu futuro e forjar novos horizontes para si mesma e para o país”, disse.

É dado o prazo de um ano – a partir de hoje - para os estados se adequarem à medida. “O MEC entra com o apoio técnico e financeiro necessários para viabilizar esse ensino”, disse o ministro. Na opinião da socióloga Elizabeth Fonseca, da Comissão de Ensino da Sociologia, a homologação do Parecer 38/2006 é um passo decisivo e um desafio grande na educação.
Ver mais respostas populares Popular
Anônimo - 12/08/2006
“Estamos comemorando uma grande vitória”, afirmou João Carlos Sales, da Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia. Já o presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Thiago Franco, destacou a importância de formar cidadãos com espírito crítico, com melhor poder de raciocínio e compreensão do mundo. “É fundamental saber sociologia e filosofia para compreender as demais disciplinas”, comentou.

A decisão do CNE e MEC beneficiará mais de nove milhões de estudantes de 23.561 escolas de ensino médio do país. O ensino de filosofia e de sociologia já é obrigatório em Alagoas, Amapá, Amazonas, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins e do Distrito Federal. É opcional na Paraíba e no Rio Grande do Sul.

Estiveram presentes na solenidade desta sexta-feira, no auditório do Ministério da Educação, além do ministro, conselheiros do CNE; o secretário de Educação Básica, Francisco Chagas Fernandes; a diretora de políticas do ensino médio da SEB/MEC, Lúcia Helena Lodi; coordenadores de ensino médio das Secretarias Estaduais de Educação; representantes da Federação Nacional dos Sociólogos, da Ubes, do Sindicato de Sociólogos de São Paulo, de universidades e da Confederação Nacional de Trabalhadores na Educação (CNTE).

Repórter: Susan Faria


Fonte: Portal MEC ( http://portal.mec.gov.br/index.php?option=content&task=view&id=5510&FlagNoticias=1&Itemid=5654 )
Ver mais respostas populares Popular
Anônimo - 16/08/2006
Filosofia e sociologia serão obrigatórias no ensino médio


Mais de nove milhões de estudantes de todo o Brasil vão aprender filosofia e sociologia no ensino médio. Nesta sexta-feira, 11, o ministro da Educação, Fernando Haddad, homologou decisão do Conselho Nacional de Educação (CNE) determinando o ensino das duas disciplinas nas escolas públicas e privadas. As 23.561 escolas de ensino médio do país terão um ano para definir e implementar o plano pedagógico.

O Censo Escolar de 2005 do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC) mostra que há no Brasil 7.933.713 estudantes do ensino médio em 16.570 escolas públicas e 1.097.589 em 6.991 instituições particulares. O ensino de filosofia e de sociologia já é obrigatório em Alagoas, Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins. É opcional na Paraíba e no Rio Grande do Sul.

O Ceará, por exemplo, conta com 911 professores de sociologia e 1.088 de filosofia na rede pública. No Paraná, são 924 e 948, respectivamente. Em Santa Catarina, 975 e 1.050. Em São Paulo, 815 e 2.925. “O CNE, ao aprovar o parecer, cumpre o papel de assegurar igualdade na oferta das duas disciplinas no ensino médio”, disse Lúcia Helena Lodi, diretora de políticas do ensino médio da Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC).

“Na óptica da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996), os conhecimentos de filosofia e sociologia são necessários ao exercício da cidadania”, afirma o texto do parecer do CNE, aprovado dia 7 de julho último. Dados da SEB indicam que 7.898 professores dão aulas de sociologia na rede pública e 10.452, de filosofia. Nem todos, porém, têm formação específica.

Ver mais respostas populares Popular
Anônimo - 16/08/2006
O Ministério da Educação apóia ações de formação de professores do ensino médio com iniciativas como o Programa de Formação Inicial para Professores do Ensino Fundamental e Médio (Pró-Licenciatura) e o Programa de Incentivo à Formação Continuada de Professores do Ensino Médio.

O relator do parecer, o conselheiro César Callegari, considera a decisão do CNE uma aposta para que os estudantes tenham discernimento na tomada de decisões e tolerância para compreender a origem das diversidades. Na avaliação da professora Lúcia Lodi, filosofia e sociologia são áreas que cumprem importante papel para alcançar as metas previstas na LDB. “São matérias que asseguram melhor formação nos estudos para os alunos desenvolverem o pensamento autônomo e crítico”, disse.

Na interpretação do titular da SEB, Francisco das Chagas Fernandes, a medida do CNE permitirá a ampliação do número de vagas para profissionais de filosofia e sociologia. “A falta de professores em algumas situações vai se adequar. Com o ensino obrigatório das disciplinas, os cursos de graduação formarão mais profissionais para o setor”, afirmou.

Livros — Este mês, o MEC enviará 121 mil exemplares da coleção Orientações Curriculares para o Ensino Médio às escolas públicas e secretarias estaduais e municipais de educação. Composta por três títulos, a coleção inclui a filosofia e a sociologia entre os componentes curriculares. O caderno Conhecimentos de Filosofia, por exemplo, abrange as áreas de ciências humanas e suas tecnologias, identidade, objetivos, competências e habilidades, conteúdos e metodologia de filosofia. O caderno Conhecimentos de Sociologia traz conceitos, práticas de ensino e recursos didáticos da disciplina.


Fonte: Portal MEC